O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Campos Neto relembrou que parte dos BCs, incluindo o Fed, tinha premissa de que a inflação era uma questão transitória, com causas ligadas à oferta
O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou nesta quinta-feira (16), que a mudança de posicionamento de política monetária do Federal Reserve (Fed) não afetará a estratégia do órgão brasileiro para os próximos meses.
O banco central dos Estados Unidos anunciou ontem que irá pisar no acelerador e retirar mais rápido os estímulos fornecidos no auge da crise provocada pela pandemia de covid-19, em março do ano passado. O presidente da instituição, Jerome Powell, reconheceu que a inflação mais alta se espalhou amplamente pelos setores nos Estados Unidos.
Campos Neto, porém, lembrou que parte dos BCs, incluindo o Fed, tinha premissa de que a inflação era uma questão transitória, com causas ligadas à oferta.
Ele argumentou que, como já vinha defendendo há alguns meses, os números não corroboram a tese: "O Fed vem assumindo que a inflação é mais persistente e com componente de demanda", disse durante a coletiva sobre o Relatório Trimestral de Inflação (RTI).
O presidente do BC brasileiro destacou que, após a decisão do Fed, as altas precificadas na curva de juros americana foram antecipadas, mas avaliou que a reação do mercado foi relativamente benigna.
"O BC saiu na frente, fez um movimento de ajuste de taxas, olhando muito que parte da inflação era mais persistente. Então, acho que não muda muito em termos do que vamos fazer. Mas depende de quão coordenado o ajuste de juros no mundo vai ser. O que é importante é se vamos ter um ajuste na renda fixa organizado ou não organizado e o que significa para fluxo para mercados emergentes e para o Brasil."
Leia Também
Campos Neto ainda repetiu que, na avaliação do BC, o aumento do prêmio de risco recente está relacionado, em parte, às questões fiscais no curto prazo, mas também a uma percepção do mercado de crescimento estrutural mais baixo, o que tem implicações para a trajetória das contas públicas.
O presidente do Banco Central esclareceu ainda que o cenário básico do Comitê de Política Monetária (Copom) não leva em consideração novas notícias que piorem a percepção sobre a situação fiscal. "Hipótese central que vemos é continuação de melhora no cenário da pandemia, nível de incerteza estável, com alguma melhora, mas em nível muito alto e ausência de questões que piorem fiscal."
Questionado se estava "isolado", Campos Neto disse que não se trata do BC estar sozinho ou não e que a autarquia não analisa nem critica a política fiscal, nem faz projeções. "O que é importante é o que os agentes entendem e como impacta o cenário macroeconômico.", comentou, repetindo que a percepção do mercado é de que houve desarranjo no arcabouço.
Ele também afirmou que o BC entende que parte da melhora fiscal se propaga para os próximos anos.
O presidente do Banco Central disse que a autoridade monetária continua "investigando" a inércia da inflação de serviços. "Nós nos preocupamos em olhar bastante a diferenciação entre a parte de industriais e serviços.
Na última crise inflacionária, a parte de serviços estava muito mais alta e a parte de preços industriais muito mais baixa", afirmou.
O diretor de Política Econômica do Banco Central, Fabio Kanczuk, acrescentou que os exercícios do BC indicam que inércia diminuiu um pouco com a pandemia. "Mas continuamos usando como base a mesma inércia do passado", completou.
Kanczuk reforçou que, considerando o balanço de riscos, a inflação para 2022 está acima da meta, o que demanda um período mais longo de taxa de juros mais elevada. "Não é dada deliberadamente a informação dessa taxa terminal."
No cenário básico, o BC estima que o IPCA - o índice oficial de inflação - vai terminar 2022 em 4,7%, mas a assimetria causada pelos questionamentos fiscais leva o comitê a ver o índice acima da meta. O teto do objetivo do ano que vem é 5,0%.
Kanczuk também acrescentou que, apesar da projeção para a inflação de 2024 estar abaixo da meta (em 2,6%, contra centro da meta de 3,0%), este ano não está no horizonte relevante do Copom, que inclui 2022 e 2023 com igual peso.
O diretor de Política Econômica também disse que o Copom está preocupado e olhando o risco de desancoragem no longo prazo e que não há conflito com o objetivo de atingir a meta no horizonte relevante.
*Com informações do Estadão Conteúdo
Enquanto o Congresso ainda discute o fim da escala 6×1, empresas de setores que operam no limite da jornada legal começam a antecipar mudanças e adotar modelos de trabalho com mais dias de descanso
Em suas redes sociais, Trump afirmou que não tem dúvidas de que Warsh será lembrado como um dos grandes presidentes do Fed
Enquanto a Quina roubou a cena da Lotofácil, a Mega-Sena acumulou de novo na quinta-feira (29) e o prêmio em jogo subiu para R$ 115 milhões.
Esta é a primeira revisão do banco suíço para a taxa básica desde março de 2025; projeção anterior era de 12% até o final do ano
Anvisa aprovou novas regras para a cannabis medicinal, permitindo o cultivo da planta por universidades e instituições de pesquisa, sob exigências rígidas de controle e segurança; veja as novas regras para a Cannabis medicinal no país
O objetivo da medida é tentar entender o que aconteceu com o Master, e como o Banco Central pode reforçar a sua governança interna de fiscalização.
Diante das secas cada mais vez imprevisíveis, o estado mais rico dos EUA passou a tratar a água como infraestrutura estratégica
Depois de acumular pelo segundo sorteio seguido, a Lotofácil pode pagar nesta quinta-feira (29) o segundo maior prêmio da rodada das loterias da Caixa, mas a Quina vem logo atrás.
Decisão correspondeu às expectativas do mercado e surpreendeu com sinalização direta sobre o início dos cortes
Enquanto a Legacy defende corte imediato de 0,25 ponto nos juros, Genoa alerta para o risco de o Banco Central repetir erros do passado
Cidade brasileira aparece entre os destinos mais reservados para 2026, atrás apenas de Paris e Bangkok, segundo levantamento da eDreams ODIGEO
Na Ilha de Itamaracá, duas mulheres recolheram cerca de 8 mil garrafas de vidro abandonadas nas praias e a transformaram em lar
Levantamento mostra que os imóveis comerciais lideraram as taxas de inadimplência, com média de 4,84%
Mega-Sena não sai desde a Mega da Virada. Lotofácil acumula pela primeira vez na semana. +Milionária promete o maior prêmio desta quarta-feira (28).
O ex-diretor do Copom espera que um primeiro corte venha em março ou abril, quando a expectativa de inflação futura chegar, enfim, aos 3%
Para Bruno Serra e Rodrigo Azevedo, o país entrou na fase decisiva em que promessas já não bastam: o ajuste fiscal precisará acontecer, de um jeito ou de outro
Dólar, juros e eleição entram no radar do gestor do lendário fundo Verde para proteger a carteira
A grande maioria dos agentes financeiros espera a manutenção dos 15% nesta semana, mas há grandes nomes que esperam um primeiro ajuste nesta quarta-feira
Enquanto o Banco Master caminhava para o colapso, Daniel Vorcaro manteve uma rotina de luxo que incluiu jatos particulares e uma festa de R$ 15 milhões para sua filha de 15 anos
Depois de a Lotofácil e a Dupla Sena terem feitos novos milionários, a Mega Sena tem prêmio estimado em R$ 92 milhões hoje