🔴 TOUROS E URSOS: LULA 3 FAZ 3 ANOS, OS DADOS ECONÔMICOS E A POPULARIDADE DO GOVERNO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

Armadilhas

Não seja um idiota na hora de investir para a sua aposentadoria: veja os 5 erros mais comuns na previdência privada

Previdência privada só é cilada se você não souber como usar. Conheça os erros mais comuns de quem entra num plano desavisado

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
24 de novembro de 2021
5:30 - atualizado às 15:35
Ilustração de homem que cometeu uma série de erros ao tentar acertar flechas em um alvo
A escolha de um plano caro ou inadequado ao seu perfil pode tornar a previdência privada muito desvantajosa. Imagem: Shutterstock

Os planos de previdência estão entre os produtos mais mal comercializados do mercado financeiro. Tanto que viraram sinônimo de roubada. O que tem de gente por aí que investiu em previdência privada sem saber do que se tratava, porque algum gerente de banco empurrou, e depois descobriu que teria que pagar uma alíquota absurda de IR para sacar o dinheiro não é brincadeira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas se você sabe do que se trata, escolhe um bom plano e o utiliza da maneira correta no seu planejamento financeiro, a previdência privada pode ser uma arma poderosa no seu processo de acumulação de patrimônio e na poupança para a aposentadoria.

Nesta outra matéria, eu já expliquei, em linhas gerais, o que é um plano de previdência privada, como funciona e quais seus benefícios para a poupança de longo prazo.

A seguir, eu listo alguns dos principais erros cometidos por quem contrata previdência privada sem estar devidamente informado, para que você evite essas armadilhas. Mas antes, se preferir, confira o vídeo que preparei para você sobre o tema:

1. Contratar um plano de previdência para um objetivo de curto prazo

Planos de previdência privada contam com benefícios tributários para quem pretende investir para objetivos de longo prazo, mas são punitivos para quem resgata os recursos no curto prazo. O propósito disso é justamente estimular o investimento de longo prazo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Aplicações financeiras convencionais, como títulos de renda fixa, fundos de investimento, ações e fundos imobiliários, costumam ter seus rendimentos tributados a uma alíquota que varia de 15% a 22,5%, dependendo do tipo de investimento e do prazo de aplicação. Isso fora aqueles investimentos isentos de imposto de renda.

Leia Também

Além disso, investimentos sujeitos à tabela regressiva (a seguir), como os fundos abertos (exceto os de ações) e as aplicações tributadas de renda fixa, atingem a menor alíquota de IR, 15%, depois de apenas dois anos de aplicação.

Prazo da aplicaçãoAlíquota de IR
Até 180 dias22,5%
De 181 a 360 dias20%
De 361 a 720 dias17,5%
Acima de 720 dias15%

A previdência privada, por sua vez, pode ter alíquotas de IR muito maiores. Caso você escolha a tabela progressiva - a mesma que incide sobre rendimentos como salários e aluguéis -, a alíquota pode chegar a 27,5%, dependendo do valor resgatado.

Na tabela progressiva, quanto maior o valor recebido pelo beneficiário do plano, maior a tributação. Veja a tabela válida em 2021:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tabela mensal

Base de cálculo (R$)Alíquota (%)Parcela a deduzir do IRPF (R$)
Até 1.903,98--
De 1.903,99 até 2.826,657,5%142,80
De 2.826,66 até 3.751,0515%354,80
De 3.751,06 até 4.664,6822,5%636,13
Acima de 4.664,6827,5%869,36

Tabela anual

Base de cálculo (R$)Alíquota (%)Parcela a deduzir do IRPF (R$)
Até 22.847,76--
De 22.847,77 até 33.919,807,5%1.713,58
De 33.919,81 até 45.012,6015%4.257,57
De 45.012,61 até 55.976,1622,5%7.633,51
Acima de 55.976,1627,5%10.432,32

Já se você escolher a tabela regressiva, que na previdência privada ganha uma roupagem especial, a menor alíquota de IR é de 10%, mas apenas após 10 anos de investimento.

Até seis anos de aplicação, as alíquotas por sinal são maiores do que as dos investimentos comuns, não previdenciários. Observe:

Prazo da aplicaçãoAlíquota de IR
Até 2 anos35%
Acima de 2 anos e até 4 anos30%
Acima de 4 anos e até 6 anos25%
Acima de 6 anos e até 8 anos20%
Acima de 8 anos e até 10 anos15%
Acima de 10 anos10%

Ou seja, se você resgatar antes de completar seis anos de aplicação, pode vir a pagar 25%, 30% ou até 35% de IR, quando numa aplicação financeira “normal”, mais apropriada para prazos médios e curtos, o imposto seria bem menor.

Além disso, planos de previdência privada podem ser excessivamente conservadores, pois eles normalmente precisam respeitar limites de risco específicos - afinal, são investimentos com o objetivo de gerar renda para a aposentadoria do investidor.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim, dependendo do seu perfil e objetivo, pode ser que eles não tenham o potencial de retorno adequado, uma vez que a possibilidade de correr risco é limitada.

VEJA TAMBÉM: Como se APOSENTAR mais cedo sem depender do INSS I PGBL x VGBL | PREVIDÊNCIA PRIVADA vale a pena?

2. Escolher um plano caro

Um dos fatores que mais transformam planos de previdência em “roubada” são os custos. Normalmente, os planos que são empurrados para os desavisados são os mais caros possíveis. E pior: ultraconservadores.

Ou seja, o investidor paga caro para investir em um produto cuja gestão na verdade é bastante simples, não exigindo um grande trabalho por parte do gestor.

No fim, acaba obtendo um retorno ainda pior que o da renda fixa mais conservadora, uma vez que os custos acabam comendo boa parte da sua rentabilidade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os planos de previdência têm tipicamente dois tipos de custos, mas um deles está caindo em desuso.

O primeiro é a taxa de administração, presente também nos fundos de investimento comuns. Ela remunera o trabalho de gestão e administração profissional do fundo no qual o plano de previdência investe. Desta não tem como fugir. É o preço a se pagar pela gestão profissional dos investimentos.

O investidor só precisa ficar atento para não acabar pagando uma taxa demasiado alta. Planos mais conservadores devem ter uma taxa mais perto de 1% ao ano, enquanto os moderados ou arrojados podem ter uma taxa superior a 2% ao ano.

Uma forma de verificar se a taxa está alta demais é comparar a taxa do plano de previdência analisado com a taxa de um fundo de investimento comum que invista de forma semelhante (por exemplo, que tenha a mesma classificação e invista nos mesmos tipos de ativos).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A outra taxa, que está caindo em desuso, é a taxa de carregamento. A dica aqui é bem simples. Não invista em planos com taxa de carregamento. Fim. Hoje em dia são comuns os bons planos que não cobram essa taxa, então não tem por que pagá-la.

A taxa de carregamento corresponde a um percentual de cada aporte feito no plano de previdência. Ou seja, se a taxa de carregamento é de 1%, isso significa que a cada R$ 100 investidos no plano, um será destinado a pagar a taxa de carregamento, e apenas R$ 99 serão realmente investidos.

Por fim, se o fundo tiver taxa de saída - percentual incidente sobre os valores resgatados e cobrado na hora do resgate -, também convém evitá-lo. A menos que essa taxa seja zerada para resgates efetuados após algum tempo de aplicação. Nesse caso, se você estiver realmente investindo para o longo prazo, a taxa de saída não vai te afetar.

3. Escolher o plano errado para seu tipo de declaração de IR

Outro erro clássico e muito desastroso para quem investe em previdência privada é escolher o tipo de plano errado para a modalidade de declaração de imposto de renda que costuma entregar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como eu já mostrei nesta outra matéria sobre previdência privada, os planos tipo PGBL só são indicados para quem entrega a declaração completa de imposto de renda, aquela capaz de aproveitar todas as deduções.

É que os PGBLs permitem a dedução das contribuições feitas ao plano na declaração, até um limite de 12% da renda bruta tributável anual.

Portanto, quem entrega a declaração simplificada - aquela que aplica um desconto único de 20% na base de cálculo do IR - não consegue aproveitar o benefício.

Só que isso é um problema. A dedução permite ao investidor postergar o pagamento do imposto de renda para o momento em que ele for usufruir do plano (resgatar ou receber a renda).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Porém, se não aproveitar o abatimento, o investidor acaba pagando IR duas vezes, uma vez que não deixa de pagar o imposto no presente, e depois tem todo o valor recebido no futuro tributado.

O tipo certo de plano para quem entrega a declaração simplificada é o VGBL, que também só é tributado na hora do resgate ou do recebimento da renda, mas apenas sobre a rentabilidade, e não sobre todo o valor recebido.

Entregar a declaração completa e fazer apenas um VGBL também não é jogo. Embora o investidor, neste caso, não pague IR duas vezes, ele deixa de aproveitar o benefício da dedução, que é algo que costuma turbinar os ganhos dos planos de previdência, conforme você pode ver nesta matéria.

O ideal é que pessoas que sempre entregam a declaração completa façam PGBL; pessoas que sempre entregam a simplificada façam VGBL; e que pessoas que ora entregam uma modalidade, ora entregam outra mantenham os dois tipos de plano e só façam a contribuição no fim do ano, depois de simular a sua declaração do ano seguinte.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isso pode ser feito no programa da Receita do ano corrente, apenas como um esboço. Depois de verificar qual a modalidade mais provável de declaração no ano seguinte, o investidor pode direcionar suas contribuições ao tipo de plano mais vantajoso.

Pessoas que entregam a declaração completa e desejam contribuir com mais de 12% da renda bruta tributável anual para previdência também devem manter os dois tipos de plano, destinando ao PGBL apenas os valores que estiverem dentro dos limites de dedução, e direcionando o resto ao VGBL.

VEJA TAMBÉM: Como se APOSENTAR mais cedo sem depender do INSS I PGBL x VGBL | PREVIDÊNCIA PRIVADA vale a pena?

4. Escolher o tipo errado de tabela de tributação para o seu objetivo

A escolha da tabela de tributação também requer algum cuidado. Como vimos anteriormente neste texto, a tabela regressiva é indicada para quem pretende investir por mais de oito anos em previdência privada e pretende resgatar grandes somas, que poderiam ser tributadas em mais de 15% caso a tabela fosse a progressiva.

A tabela progressiva pode ser mais interessante para quem pretende usufruir do plano num prazo mais curto (embora talvez curto demais para justificar o investimento em um plano de previdência) ou para quem planeja fazer resgates ou receber uma renda que se enquadre na faixa de isenção ou na de 7,5%, no futuro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O problema é que a tabela progressiva mantém os rendimentos do plano de previdência sujeitos ao ajuste anual. Isto é, se você tiver outras rendas tributáveis e sujeitas a essa tabela (como aposentadoria pelo INSS ou aluguéis de imóveis), todos os seus rendimentos se somarão na hora de preencher a declaração de IR, e a alíquota será aplicada novamente.

Ou seja, é bem possível que os seus rendimentos sejam tributados a alíquotas mais altas no ajuste anual, depois de somados.

A tabela regressiva, por sua vez, tem tributação exclusiva na fonte. Ou seja, independentemente de quanto você receber, você só será tributado conforme o prazo e na hora de receber os recursos. Os valores recebidos não se somarão às suas demais rendas tributáveis.

Também é preciso lembrar que a opção pela tabela regressiva é irretratável. Assim, ao escolher essa modalidade, você não consegue voltar para a progressiva, que é a opção padrão quando se contrata um plano de previdência.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, o prazo para a tabela regressiva só começa a contar a partir do momento em que ela é escolhida. Assim, quanto mais cedo você a escolher, melhor. De nada adianta optar pela tabela regressiva perto da aposentadoria; você vai acabar caindo nas maiores alíquotas.

Finalmente, é importante planejar a forma de receber os recursos: se serão feitos resgates esporádicos, resgates regulares, um único resgate de todos os recursos de uma vez ou a opção por uma das modalidades de renda.

Embora todas essas opções respeitem a tabela escolhida, cada uma delas é tributada de uma maneira diferente, o que pode resultar num pagamento maior ou menor de imposto.

Nesta outra matéria, eu apresento essas regras, mostro como escolher a alternativa mais adequada para o seu perfil, além de te ajudar a escolher entre a tabela progressiva e a regressiva.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

5. Escolher um plano muito conservador quando você ainda tem um prazo longo pela frente

Se você ainda tem mais de cinco ou dez anos até se aposentar, não tem porque investir num plano ultraconservador. O problema é que muitos dos planos que são empurrados para os investidores desavisados são excessivamente conservadores.

Este fator, somado às altas taxas que esses planos costumam cobrar, é a receita pronta para uma rentabilidade muito abaixo do que poderia ser.

A possibilidade de correr um pouco mais de risco traz um potencial de maiores retornos; e se você tem um prazo longo pela frente, eventuais perdas pontuais da carteira de investimentos do plano podem ser compensadas.

Assim, quanto maior o prazo de que você dispõe até a aposentadoria, maior a sua possibilidade de correr risco para obter retornos maiores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quando você estiver mais perto da aposentadoria, você pode migrar para um plano mais conservador, por meio da portabilidade, que permite fazer essa mudança sem necessidade de resgatar e pagar impostos.

Ou então você pode procurar desde já um plano que faça essa migração dentro da própria carteira, sem que seja necessário mudar de plano no futuro.

Se você quiser saber mais sobre previdência privada e como planejar a aposentadoria, este guia traz todas as informações de que você precisa.

VEJA TAMBÉM: Como se APOSENTAR mais cedo sem depender do INSS I PGBL x VGBL | PREVIDÊNCIA PRIVADA vale a pena?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
BOA PARA MORAR?

Ponto de virada da cidade com metro quadrado mais caro do interior de São Paulo veio do céu (literalmente)

8 de janeiro de 2026 - 11:38

Pesquisa FipeZap mostra que o metro quadrado dos imóveis em São José dos Campos teve valorização de 9,6% mais em um ano

NO REBOTE

Lotomania aproveita bola dividida na Lotofácil e paga maior prêmio da quarta-feira nas loterias da Caixa

8 de janeiro de 2026 - 7:24

Lotofácil deixou dois apostadores quase milionários, mas não foi páreo para o prêmio principal da Lotomania. Na +Milionária, uma bola na trave impressionante impediu que ela saísse pela terceira vez na história.

MERCADO DE CAPITAIS

CVM sob um novo-velho comando: quem é Otto Lobo, indicado do governo Lula para a presidência da xerife do mercado de capitais

7 de janeiro de 2026 - 19:13

Atual presidente interino associado a decisão polêmica sobre a Ambipar é indicado para liderar a autarquia em meio ao aniversário de 50 anos da instituição

ENTENDA A NOVA LEI

Tributação sobre lucros e dividendos: o que a nova lei muda para empresas do Simples Nacional

7 de janeiro de 2026 - 18:30

Especialistas apontam conflito com a Lei Complementar nº 123/2006, que garante tratamento diferenciado ao regime simplificado

MENINO NEY

O que você faria com R$ 300 milhões? Neymar comprou uma coleção de veículos na ‘estética Batman’

7 de janeiro de 2026 - 16:16

Jatinho avaliado em R$ 250 milhões, helicóptero usado em deslocamentos ao CT e um Batmóvel de R$ 8 milhões compõem a coleção exibida pelo craque

DE NOVO 

Fake news sobre taxação do Pix acima de R$ 5 mil volta a circular; entenda o que diz a Receita Federal

7 de janeiro de 2026 - 15:44

Órgão nega imposto, multa e qualquer cobrança sobre movimentações financeiras, inclusive via PIX, e reforça isenção maior do IR a partir de 2026 

GOLAÇO!

Quina aproveita bolas divididas na Lotofácil e na Dia de Sorte e faz único milionário das loterias da Caixa na terça-feira

7 de janeiro de 2026 - 7:43

Quina foi a única loteria da Caixa a pagar um valor milionário ontem, mas os prêmios de consolação da Mega-Sena, da Timemania, da Lotofácil e da Dia de Sorte deixam pouca margem para reclamação

EM BREVE

Calendário do PIS/Pasep 2026 começa em fevereiro; confira quando o abono cai na conta

7 de janeiro de 2026 - 5:45

Pagamentos do abono salarial seguem mês de nascimento ou número de inscrição e vão até agosto 

AUMENTOU

INSS reajusta piso em 2026: benefício agora parte de R$ 1.621 com novo salário mínimo

6 de janeiro de 2026 - 15:15

Reajuste de 6,79% entra em vigor em janeiro; os pagamentos com o valor reajustado seguem o calendário oficial do INSS 

INVESTIGADO

Banco Central questiona decisão do TCU em relação à investigação do Master, e embate ganha novo capítulo

6 de janeiro de 2026 - 13:43

O BC entrou com um embargo de declaração no TCU, para questionar a decisão de investigá-lo no processo de análise do Banco Master; veja qual o risco da liquidação ser revertida

APENAS EM JANEIRO

Simples Nacional 2026: pequenas empresas podem migrar para o regime neste mês 

6 de janeiro de 2026 - 12:40

O prazo para solicitar o enquadramento termina em 30 de janeiro, último dia útil do mês

SUPERCOMPUTADOR

Jaci, o supercomputador que conecta ciência de ponta e saber ancestral para evitar desastres naturais

6 de janeiro de 2026 - 10:35

Novo sistema do Inpe substitui o Tupã e amplia velocidade e a precisão das previsões metereológicas e climáticas 

BRILHO SOLITÁRIO

Lotofácil deixa 5 pessoas mais perto do primeiro milhão; Mega-Sena volta hoje depois de Mega da Virada conturbada

6 de janeiro de 2026 - 7:11

Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores no primeiro sorteio da primeira semana cheia de 2026. Mesmo com bola dividida, sortudos estão mais próximos do primeiro milhão.

COMEÇA ESSE MÊS

Calendário do BPC/LOAS 2026: veja quando o pagamento do benefício cai

6 de janeiro de 2026 - 5:50

Benefício assistencial segue o calendário do INSS e é pago conforme o número final do BPC 

ATENÇÃO AO PRAZO

MEI já pode entregar a declaração anual de faturamento; veja como preencher o documento

5 de janeiro de 2026 - 16:52

O microempreendedor individual deve informar quanto faturou e se teve algum funcionário em 2025 por meio da DASN-SIMEI

ALÉM DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Robôs humanoides, data centers gigantes e biotecnologia: as oito teses que definirão a economia e os investimentos em 2026

5 de janeiro de 2026 - 15:29

Relatório da Global X compilou as tendências globais que devem concentrar capital para desenvolvimento nos próximos anos

BOLETO DO MEI

Valor da contribuição mensal do MEI muda em 2026; veja quanto fica

5 de janeiro de 2026 - 10:40

O aumento do salário mínimo para R$ 1.621 também altera a contribuição mensal do microempreendedor individual

PREVIDÊNCIA SOCIAL

Calendário do INSS 2026: confira as datas de pagamento e como consultar

5 de janeiro de 2026 - 9:33

Aposentados e pensionistas já recebem com valores corrigidos pelo novo salário mínimo; depósitos seguem o número final do benefício  

ANOTE NO CALENDÁRIO

Feriados 2026: veja quando caem as primeiras folgas do ano

5 de janeiro de 2026 - 7:01

Calendário de 2026 tem maioria dos feriados em dias úteis e abre espaço para fins de semana prolongados ao longo do ano

BOMBOU NO SD

Vencedor da Mega da Virada que jogou o prêmio no lixo, dividendos sendo tributados e mais: as mais lidas do Seu Dinheiro

4 de janeiro de 2026 - 17:30

Mega bilionária, novos impostos e regras do jogo: o que bombou no Seu Dinheiro na primeira semana do ano, entre a corrida pelo prêmio da Mega da Virada e a estreia da tributação sobre dividendos

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar