O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Setor deve continuar sendo impactado por mudança na bandeira tarifária
O encarecimento da energia elétrica pesou no bolso do setor produtivo no primeiro semestre de 2021: 62% das micro e pequenas indústrias paulistas relataram em junho terem arcado com aumentos sucessivos na conta de energia elétrica ao longo deste ano.
Em maio, a proporção de empresas afetadas por esse problema era de 51%, segundo levantamento do Sindicato das Micro e Pequenas Indústrias do Estado de São Paulo (Simpi).
O resultado deve ainda ser pior em julho, quando as empresas passaram a pagar mais pela cobrança extra decorrente do reajuste na bandeira tarifária patamar 2.
Um quarto das empresas gasta mais de 10% do que fatura apenas com a conta de luz. O estudo mostra que 7% das pequenas indústrias gastam mais de 20% do faturamento com a conta de energia elétrica. Uma fatia de 18% compromete entre 11% e 20% do faturamento com a energia elétrica, enquanto 69% das empresas gastam até 10% do que faturam com esse mesmo fim.
Os dados são do Indicador de Atividade da Micro e Pequena Indústria, encomendado pelo Simpi ao Datafolha e obtido com exclusividade pelo Estadão/Broadcast.
"Essa pesquisa se refere ao mês de junho. Em julho tivemos um novo aumento de energia", lembrou Joseph Couri, presidente do Simpi. "O cenário é muito ruim. Se chegar, nós esperamos que não chegue, a novos aumentos de energia, isso vai aprofundar mais a inflação, isso vai aprofundar mais a perda de poder aquisitivo da sociedade, porque os salários não acompanham nem a inflação que passou e que está sendo causada por essa elevação de energia elétrica. Se houver o desabastecimento e o racionamento, as consequências serão piores ainda", alertou.
Leia Também
Segundo o estudo do Simpi, 59% das indústrias seriam obrigadas a parar totalmente a produção em caso de falta de energia elétrica e outros 23% dos entrevistados teriam que paralisar parte da produção. Apenas 17% dos industriais paulistas não dependem dessa fonte de energia para produzir e continuariam funcionando normalmente.
Num cenário de imposição de racionamento de energia pelas autoridades, oito em cada dez empresas avisaram que teriam prejuízo: em 48% das micro e pequenas indústrias, haveria muito prejuízo, enquanto que em 31% haveria pouco prejuízo. Os 20% restantes afirmam que não seriam prejudicados, entre eles, os que usam outra fonte de energia na linha de produção.
Para Joseph Couri, a pesquisa demonstra o prejuízo que a crise hídrica impõe ao setor industrial e à economia justamente num momento que deveria ser de retomada de negócios e normalização das atividades impulsionadas pelo avanço da imunização da população brasileira contra a covid-19.
Ele alerta que as empresas que não conseguirem reajustar os preços de seus produtos para repassar a elevação de custos dos sucessivos aumentos na conta de luz "estarão aprofundando seus prejuízos e correndo risco de insolvência".
"Agora estamos no seguinte dilema: o seu custo sobe, mas a sua capacidade de repassar esses preços não acompanha a velocidade da tarifação de energia elétrica. Dia tal subiu e pronto, e você não tem o que fazer, ou paga ou tem um corte de energia", relatou Couri.
Em junho, 69% das empresas paulistas relataram alta significativa de custos de produção, o que inclui o gasto com matérias-primas, água e energia elétrica.
A melhora na segunda onda da pandemia e o avanço da imunização da população contra a covid-19 já elevaram o porcentual de empresas industriais paulistas funcionando normalmente. Em junho, pela primeira vez desde o início do ano, mais da metade delas (52%) tinha voltado plenamente com suas atividades, enquanto 26% ainda permaneciam com uma parte da produção paralisada. Outras 15% afirmam que a maior parte das atividades estão paradas, e 6% ainda não retomaram suas atividades.
No total, já são 13 as estações de Metrô de São Paulo que adotaram o sobrenome de companhias
Lotofácil é dividida entre dois ganhadores. Quina desencanta e sai para bolão com dez participantes. Todas as demais loterias sorteadas pela Caixa Econômica Federal na noite de quarta-feira (11) acumularam.
Gigantes da tecnologia anunciam projetos bilionários de data centers no país, mas o consumo massivo de energia e água levanta alertas entre especialistas e ambientalistas
A surpreendente história de como George Clooney transformou gratidão em 14 malas com um milhão de dólares em cada para seus melhores amigos
O Mercado Livre ganhou os naming rights do estádio com uma proposta de aproximadamente R$ 1 bilhão para explorar o espaço por 30 anos.
Velha guarda de Wall Street diz estar constrangida com o ensaio fotográfico dos jovens banqueiros do Goldman Sachs
Com o fechamento do Estreito de Ormuz, as exportações de carne de frango e bovina brasileiras podem ser afetadas com multas por atraso, aumento no custo de combustível e até uma taxa extra para passar pela região
Mega-Sena saiu apenas duas vezes desde a Mega da Virada. Lotofácil acumula pela primeira vez na semana. +Milionária promete o maior prêmio desta quarta-feira (11).
MacBook Neo no “precinho” poderá ser comprado no site oficial da Apple a partir desta quarta-feira (11)
Para diretor, disputa tributária envolvendo créditos de ICMS pode pressionar tarifas nos próximos anos; entenda
Também fazem parte da lista de bilionários os irmãos Batista e membros da família Salles
Outro ponto que chama atenção no top 10 dos bilionários é o domínio do setor de tecnologia entre os mais ricos do planeta.
Cerca de uma em cada quatro pessoas físicas e jurídicas brasileiras têm direto para resgatar dinheiro esquecido nos bancos
Se as estimativas estiverem corretas, o custo do preenchimento do álbum da Copa de 2026 vai passar de R$ 1.000 — isso sem nenhuma figurinha repetida.
Enquanto parte dos usuários das canetas emagrecedoras buscam perder peso, eles engordam as vendas da Lindt, afirma empresa
Com o Fuleco agora aposentado, mais de 95% da obra da Linha 17-Ouro já está concluída, segundo o Metrô
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na segunda-feira (9). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Em contrapartida, os prêmios em jogos aumentaram.
Bets alegam que a Kalshi e a Polymarket não têm sede nem autorização para atuar no Brasil e pressionam para suas atividades sejam suspensas.
O iPhone 17e já pode ser adquirido e está sendo produzido no interior de São Paulo
Projeto de transporte hidroviário deverá conectar represas da zona sul de São Paulo aos rios Pinheiros e Tietê