🔴 ‘OPERAÇÃO  IKKI-TOUSEN’ – MULTIPLICAÇÕES DE ATÉ 250x DE FORMA AUTOMATIZADA – SAIBA COMO

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Amor e presentes

Demanda por crédito no País sobe 13% em maio, impulsionada por Dia das Mães

Índice Neurotech revela que o aumento das vendas no varejo, especialmente nas lojas de departamento e vestuário durante a data comemorativa

Presente dia das mães inflação
Imagem: Shutterstock

Impulsionada pelas vendas do Dia das Mães, a busca por crédito no País cresceu 13% em maio, depois de ter caído 11%, em abril.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É o que mostra o Índice Neurotech de Demanda por Crédito (INDC), antecipado ao Broadcast. Conforme a Neurotech, o aumento das vendas nas lojas de departamento e vestuário devido à data comemorativa deu gás ao indicador.

Em 12 meses terminados em maio, o crescimento foi de 52%, puxado pelo avanço de 131% na procura por financiamento no varejo, na mesma base de comparação.

Apesar da expansão vista em maio, o indicador ainda tem dificuldade de firmar uma tendência, dada a insegurança dos consumidores neste momento de pandemia de covid-19 no País.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Depois de cair 9% em fevereiro, subiu 2% em março, cedeu 11% em abril e teve expansão de 13% em maio.

Leia Também

B3 WEEK 2026

“Recolocar o Brasil nos trilhos não é tão difícil assim”, diz economista-chefe do Bradesco. O que precisa acontecer para a bolsa brasileira finalmente decolar?

PREJUÍZO NO RADAR

Greve da Caixa Econômica pode afetar o seu bolso: entenda como se proteger dos riscos se você vai comprar um imóvel

No mês passado, todos os setores registraram crescimento na demanda por crédito em relação a abril. Bancos e financeiras tiveram aumento de 9%, Serviços, de 32% e Varejo, de 19%.

O comportamento do INDC na margem está relacionado a questões sazonais e ao impacto da pandemia, sentido em sua integridade em abril e parte em maio, explica Breno Costa, diretor de Produtos e Sucesso do Cliente da Neurotech.

"No entanto, as perdas do início do mês foram compensadas pelo aumento da demanda por conta do Dia das Mães, o que gerou a aceleração das vendas", explica.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Costa afirma que a expectativa de instabilidade do indicador na comparação mensal decorre da insegurança do brasileiro quanto à renda futura, o que implica na queda da confiança do consumidor e, por consequência, na redução do consumo de bens duráveis e semiduráveis.

Além desses fatores, a tendência de alta da taxa de juros e do receio de muitas pessoas de optarem pelo isolamento mesmo com o avanço da vacinação limitam a definição de uma tendência para o INDC mensal.

Já na comparação anual, as altas têm sido sucessivas e exponenciais, com destaque para varejo, que disparou 131% em maio frente ao mesmo mês de 2020, puxado pelo segmento Vestuário e Lojas de Departamento.

"São ramos que praticamente zeraram em abril do ano passado por conta do início do isolamento imposto pela pandemia, o que justifica os números tão expressivos", diz Costa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O crescimento na confronto interanual ainda é explicado pelo aprendizado das varejistas, acrescenta Costa. No início da pandemia, em março de 2020, lembra, houve uma interrupção quase que imediata do crédito, que era concedido presencialmente.

Essa situação levou alguns meses para que as empresas se adaptassem e criassem formas de conceder crédito online, viabilizado pelas novas tecnologias, explica.

Além do destaque do setor varejista, a demanda por crédito no segmento de serviços também avançou de forma expressiva no acumulado de 12 meses até maio, em 133%. Já o INDC de bancos e financeiras teve alta de 33% em 12 meses.

A tendência, conforme a Neurotech, é de acomodação das taxas no curto e médio prazos, tanto por causa da insegurança dos consumidores quanto ao futuro devido à alta da taxa Selic.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em junho, a taxa subiu 0,75 ponto porcentual, para 4,25% ao ano, o terceiro aumento seguido, com o entendimento de alguns analistas de que o Banco Central (BC) poderá elevar a magnitude da alta para um ponto porcentual em agosto e, eventualmente, apressar o ciclo de aperto monetário.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
savegnago supermercados (1) 15 de setembro de 2026 - 10:20
lotofácil da independência 15 de setembro de 2026 - 6:57
casas bahia biah3 leilão descontos liquidação 14 de setembro de 2026 - 14:55
furacão el niño 14 de setembro de 2026 - 14:06
melhores cidades da europa londres inglaterra turismo viagem viagens 14 de setembro de 2026 - 11:15

EL NIÑO

Calor extremo cria nova ameaça imobiliária em Londres

14 de setembro de 2026 - 11:15
Aplicativo de IA de internet de ícones de inteligência artificial, ChatGPT, da OpenAi 13 de setembro de 2026 - 18:03
Imagem feita com inteligência artificial. Notas de dinheiro e moedas e, ao fundo, prédios em São Paulo 13 de setembro de 2026 - 14:35
Chuva pode baratear preço da energia elétrica, mas cenário pode mudar até 2027 12 de setembro de 2026 - 10:30
Em um fundo que traz uma montagem com cédulas e gráficos, Roberto Padovani, economista-chefe do Banco BV, aparece do lado direito usando blazer azul e camisa branca. Do lado esquerdo, a pergunta: Por que os juros não caem? 11 de setembro de 2026 - 17:32
lotofácil da independência 11 de setembro de 2026 - 9:45
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar