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O ministro também apontou a vacinação em massa como o caminho para garantir o retorno seguro das atividades.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, voltou a enfatizar nesta sexta-feira, 19, que o Brasil se transformou na nova fronteira global de investimentos após a atualização de marcos regulatórios em setores como saneamento, gás e ferrovias, combinada à aprovação da PEC emergencial e independência do Banco Central (BC).
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"Temos uma pauta de investimentos através de marcos regulatórios, Banco Central independente e marco fiscal para vencer o momento difícil", afirmou Guedes em entrevista aos jornais espanhóis El Mundo e Expansión. "O Brasil é a maior fronteira de investimento disponível no mundo."
O ministro também reafirmou a retomada do caminho das reformas e privatizações, citando Correios e Eletrobras, após a agenda ser paralisada no ano passado pela prioridade no combate à pandemia, uma tragédia que, conforme classificou, de dimensões bíblicas e magnitude épica.
Guedes afirmou ainda que o Brasil, em linha com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), tem interesse em aprovar o marco da cabotagem, em tramitação no Senado, para reduzir o custo de logística. "Aumentar a competitividade em cabotagem é de interesse da OCDE e também nosso porque queremos reduzir custo de logística", declarou.
Nos próximos 6 meses, temos que vacinar o máximo possível da população
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O ministro também apontou a vacinação em massa como o caminho para garantir o retorno seguro das atividades. Guedes afirmou que vacinar o máximo possível da população nos próximos seis meses é o grande objetivo do governo.
"Nos próximos seis meses, temos que vacinar o máximo possível da população brasileira, e este é o nosso grande objetivo", afirmou o ministro, acrescentando que o Brasil vem trabalhando para acelerar todos os contratos com farmacêuticas, de modo a adiantar a entrega dos imunizantes.
Ele citou a contratação de 100 milhões de vacinas da Pfizer, ampliando o total de encomendas neste ano para mais de 500 milhões de doses.
Porém, reconheceu que o País ainda vacinou pouco. "Temos que melhorar muito."
E salientou: "Vamos vacinar 'massivamente' para a volta ao trabalho e retomar o crescimento sustentável e as reformas."
Segundo Guedes, a segunda onda da pandemia vem se espalhando mais rapidamente, com variantes mais mortíferas.
Ele sustentou que a atividade econômica estava "decolando" quando foi atingida pela segunda onda de contaminações. "Estamos em contexto difícil e dramático", assinalou.
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