🔴 [NO AR] ESPECIALIZAÇÃO EM IA: PRIMEIRA AULA GRATUITA LIBERADA – ASSISTA AGORA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Melhora?

Bancos diminuem expectativa para alta da inadimplência em 2021, mostra Febraban

Se confirmado, o índice voltará ao nível do último mês de 2019, antes, portanto, da pandemia chegar ao Brasil.

Isaac Sidney, presidente da Febraban
Isaac Sidney, presidente da Febraban - Imagem: Beto Nociti/BCB

Após a inadimplência surpreender positivamente os bancos nos últimos meses de 2020, diminuiu a expectativa de aumento dos calotes em 2021.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os atrasos superiores a 90 dias, que em dezembro chegaram ao menor nível da história, em razão das renegociações feitas durante a pandemia, devem subir em 2021, mas menos do que se imaginava, segundo a mais recente pesquisa feita pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), divulgada nesta quarta-feira (10).

Leia também:

Agora, os bancos estimam que a taxa de inadimplência para o crédito concedido com recursos livres, sem estímulos do governo, deve chegar a 3,7% no fim do ano, de 2,9% em dezembro.

Se confirmado, o índice voltará ao nível do último mês de 2019, antes, portanto, da pandemia chegar ao Brasil. Na pesquisa anterior, publicada em dezembro passado, a expectativa era que a taxa subisse para 4%, similar ao pico atingido no início da crise, mas já menor que os 4,3% previstos no levantamento de novembro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Apesar de os analistas esperarem aumento da inadimplência, a elevação não deve ser tão significativa quanto se acreditava no início da pandemia", explica o economista-chefe da Febraban, Rubens Sardenberg.

Leia Também

ATENÇÃO, FARIA LIMERS!

Bicicletas elétricas e patinetes terão limite de velocidade em São Paulo; entenda as novas regras

ECLIPSE LUNAR QUASE TOTAL

96% da Lua vai desaparecer na madrugada e fenômeno poderá ser visto em todo o Brasil; veja horários

A pesquisa da federação, que é feita a cada 45 dias com analistas de bancos, sempre após a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC), também identificou que a maioria deles, ou 69,1%, espera que o BC só volte a subir juros no encontro de maio. A Selic, que caiu a 2% durante a pandemia, no menor nível da história, deve terminar 2021 a 3,75%, segundo a mediana das previsões dos analistas ouvidos.

"Neste patamar, a taxa básica de juros mantém a política monetária estimulativa para a atividade econômica. Mas sem o grau extraordinário utilizado ao longo de 2020, dado que a economia não se encontra mais em nível tão deprimido", avalia Isaac Sidney, presidente da Febraban e ex-diretor do BC.

Para a economia, a pesquisa da Febraban indica que metade dos entrevistados, ou 47,6%, estima que o PIB deve crescer entre 3% e 3,5% em 2021. Uma parcela menor, de 38,1%, está mais otimista e espera expansão superior a 3,5%. No ano passado, a economia deve ter tido retração superior a 4%, segundo a pesquisa boletim do Focus, do BC.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A carteira total de crédito, afirma a pesquisa da Febraban, deve crescer 7,3% em 2021, reduzindo pela metade a expansão registrada no ano passado, de 15,5%, quando os bancos contaram com programas de estímulos do governo para ampliar o crédito e, assim, atenuar efeitos da crise causada pela pandemia.

Sem os mesmos estímulos, a expectativa é que em 2021 o crédito cresça com mais força nos recursos livres. A estimativa dos bancos é de aumento de 9,9% para esta categoria. O crédito direcionado, deve ter avanço em ritmo mais lento, de 3,7% em 2021, depois de ter crescido 15,9% no ano passado.

"Neste ano, o crédito continuará a ser fator relevante para impulsionar os negócios e alavancar a retomada das atividades. 2021 deve ser um ano igualmente desafiador, mas com boas expectativas de crescimento também robusto do mercado de crédito, liderado pelas linhas com recursos livres, que devem crescer novamente perto de dois dígitos", afirma Sidney.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
El Niño aquecimento águas oceano 25 de agosto de 2026 - 10:50
Oscar 25 de agosto de 2026 - 10:18
Calendário BPC 2026 25 de agosto de 2026 - 5:08
china adia lançamento água na Lua (1) 24 de agosto de 2026 - 17:07
Casamento ente IA e humanos. 24 de agosto de 2026 - 16:15
simples nacional impostos pequenas empresas 24 de agosto de 2026 - 14:06
Notas de 20 e 50 reais sobre uma mesa preta e uma lâmpada em cima 24 de agosto de 2026 - 12:31
Empresário Vishal Garg 24 de agosto de 2026 - 12:30
castelo gótico Mark Zuckerberg 24 de agosto de 2026 - 10:29
Bilhetes da Mega-Sena e da +Milionária brincam de dança das cadeiras em clima de festa junina. 24 de agosto de 2026 - 6:44
dinheiro impostos tributo simples nacional pme empresas 24 de agosto de 2026 - 5:43
Pé-de-Meia: programa federal que financia a permanência de estudantes no ensino médio público 24 de agosto de 2026 - 5:06
trading day trade 23 de agosto de 2026 - 9:00
ETF GOLB11 ouro 22 de agosto de 2026 - 16:02
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar