🔴 LIBERADO: ESPECIALIZAÇÃO EXECUTIVA EM IA –  COMECE A TRANSFORMAR A SUA CARREIRA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

derrubada de patentes

Após medida do STF, executivos de empresas farmacêuticas veem desinvestimentos

Supremo derrubou as patentes farmacêuticas e de materiais da área de saúde que já foram prorrogadas e estão em vigor há mais de 20 anos no Brasil

Imagem: shutterstock

Desinvestimentos no País e insegurança jurídica são algumas das consequências que a indústria prevê após a decisão anunciada nesta quarta, 12, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), segundo executivos do setor ouvidos pelo Estadão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Supremo derrubou as patentes farmacêuticas e de materiais da área de saúde que já foram prorrogadas e estão em vigor há mais de 20 anos no Brasil. Com a decisão, medicamentos de referência hoje com patentes válidas podem ganhar a concorrência de genéricos a partir da data em que a decisão do STF for publicada no Diário Oficial.

Entram nessa categoria remédios, por exemplo, de uso oncológico, para o tratamento de doenças como diabetes, HIV e hepatites virais - responsáveis por boa parte do faturamento das empresas farmacêuticas, principalmente multinacionais. Na avaliação de um desses executivos, os ministros do Supremo teriam tratado o setor de forma diferente em relação a outras áreas tecnológicas, como o agronegócio e informática.

Procurado, o Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma) não comentou a decisão do STF. Já o setor de genéricos viu a decisão como "histórica".

Preços

Um medicamento genérico chega ao mercado com preço 35% menor do que o de referência. Com o passar do tempo e a entrada de novos concorrentes, os valores tendem a cair ainda mais. Essa é uma das vantagens imediatas para o consumidor, dizem especialistas em direito sanitário e saúde pública.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para Eloísa Machado, professora e coordenadora do Supremo em Pauta, da FGV Direito SP, a decisão também reestabelece a normalidade em relação à proteção intelectual no País.

Leia Também

FITCH NO BRASIL 2026

CIO da Bradesco Asset vê piora até mesmo no investimento que é o ‘porto seguro’ dos investidores

INVESTIMENTO NO AGRO

Até 97% do CDI, isento de IR e com renda mensal: como funciona o Fiagro do BTG que pode captar até R$ 20 bilhões

Eloísa diz que a extensão da patente no Brasil estava em desacordo com o que prevê o Acordo Trips (tratado internacional, assinado em 1994, que prevê o regramento dos aspectos de propriedade intelectual).

"Não é correto e honesto dizer que vai haver desinvestimentos no País." Para Daniel Dourado, médico, advogado sanitarista e pesquisador da USP e da Universidade de Paris, a medida é acertada, mas não basta para franquear o acesso futuro dos brasileiros a medicamentos de ponta. "Funciona para os medicamentos químicos, mas não para os imunobiológicos, por exemplo", afirma.

O recente apoio dos Estados Unidos à quebra de patentes das vacinas contra a covid- 19 levantou essa questão em relação aos chamados imunobiológicos, vacinas, medicamentos monoclonais e remédios para doenças autoimunes, por exemplo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ainda que as patentes desses medicamentos e vacinas fossem quebradas, poucos países teriam laboratórios aptos a produzi-los, pois são produtos que requerem transferência de tecnologia.

"São medicamentos que não chegam a 10% das compras do SUS, mas respondem por cerca de 50% dos gastos" diz Dourado. Já o advogado Marcus Vinicius Furtado Coêlho, do Instituto Brasileiro de Propriedade Intelectual (IBPI), elogiou a solução encontrada pelo STF. "Neste momento de pandemia, a decisão atendeu os argumentos da defesa para proteger o direito à saúde e a viabilização de remédios mais baratos para a população", afirmou Coêlho.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Quatro economistas do BTG Pactual estão sentados em cadeira de madeira. Todos eles vestem terno azul. A mediadora está de lilás. Ao fundo, um painel com o logo Macro Day do BTG Pactual. 31 de agosto de 2026 - 19:01
Bilionária mais jovem do brasil tem herança atrelada à WEG. 31 de agosto de 2026 - 13:05
geraldo alckmin no macro day 2026 31 de agosto de 2026 - 12:30
Imagem gerada por inteligência artificial mostra um prédio, uma casa, moedas e uma ampulheta, representando o rendimento em aluguéis ou fundos imobiliários ao longo do tempo 31 de agosto de 2026 - 8:16
Pé-de-Meia: programa federal que financia a permanência de estudantes no ensino médio público 31 de agosto de 2026 - 5:06
Egas Moniz nobel 30 de agosto de 2026 - 10:03
bolsa família 30 de agosto de 2026 - 7:07
naval ravikant guru Vale do Silício 29 de agosto de 2026 - 15:15
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar