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A exchange resolveu investir no segmento de esportes e patrocina Fórmula 1, NBA e até o campeonato europeu
A final da Libertadores entre Palmeiras e Flamengoterá uma marca diferente como patrocinadora este ano. A corretora de criptomoedas (exchange) Crypto.com fechou um acordo com a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) para aparecer nos jogos do campeonato até o final de 2026.
Imagine que seu time chegou à final do campeonato com aproveitamento de 1.229,8% no ano. A comemoração já começaria bem antes da final. Mas não estamos falando de esporte, mas da criptomoeda da corretora Crypto.com.
A corretora é uma novata no Brasil, mas já chegou fazendo história e será a patrocinadora oficial da Copa Libertadores da América.
A criptomoeda da Crypto.com, o CRO, sobe 12,52% antes do início da final deste sábado, o que não é muito se compararmos à alta de de 41,33% na semana e mais de 200% em novembro. Mesmo assim, a moeda nativa da exchange ainda custa pouco menos de um dólar, cotada a US$ 0,7905 (R$ 4,30).
Como parte do acordo, a Crypto.com poderá oferecer NFTs oficiais da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) a partir de 2022. Guilherme Sacamone, chefe de crescimento da Crypto.com no Brasil, concedeu uma entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro no lançamento da corretora no país.
A Crypto.com ganhou destaque nas últimas semanas depois do último investimento de US$ 700 milhões na AEG, proprietária e operadora do estádio Staples Center em Los Angeles, para troca do nome para “Crypto.com Arena”, pelos próximos 20 anos.
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Além disso, a exchange já é famosa por patrocinar a Fórmula 1 e times de futebol, como o PSG, e basquete, como o Philadelphia 76ers, da NBA.
O motivo? “O ecossistema das criptomoedas lida com o público mais jovem, nativo da internet, o que explica o nosso envolvimento com o mundo dos esportes”, comenta Sacamone.
Os próximos passos da corretora envolvem projetos ainda em desenvolvimento, como plataformas de negociação de NFTs, os certificados digitais, e finanças descentralizadas, as DeFis, dentro de um mesmo aplicativo.
No início da popularização das criptomoedas, pessoas mal intencionadas se passavam por representantes de exchanges para aplicarem golpes em um mercado ainda embrionário. Isso culminou em uma certa desconfiança dos investidores em cripto nessas corretoras.
Mas Sacamone rebate as críticas e reafirma o compromisso com a segurança dos ativos sob custódia da Crypto.com. “100% dos tokens estão offline e ainda temos uma das maiores apólices do mundo, cerca de 750 milhões de dólares em seguro”, comenta.
A popularização do uso de exchanges, bem como o crescimento desses ecossistemas, influencia diretamente no aumento do preço das criptomoedas nativas dessas corretoras, como é o caso do Binance Coin (BNB) e do próprio CRO.
Guilherme Sacamone chegou a falar sobre um projeto de oferecer vale-presentes em criptomoedas em parceria com outras plataformas, como o iFood, mas não pôde dar maiores detalhes sobre o tema.
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