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Apesar de queda, Brasil mais uma vez foi o país onde mais pessoas morreram pela doença no período
As mortes causadas pela pandemia de covid-19 caíram 14% na semana entre os dias 4 e 10 de julho na comparação com os sete dias anteriores. As informações constam do mais recente Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde sobre a covid-19, referente à 27ª Semana Epidemiológica.
Autoridades de saúde registraram 9.306 pessoas que não resistiram à covid-19 entre 4 e 10 de julho, enquanto o boletim epidemiológico do Ministério da Saúde na semana anterior trouxe 10.852 óbitos.
O resultado representa maior reversão no movimento de retomada do crescimento da curva de óbitos, após uma estabilização em semanas anteriores. Mas o patamar do início de julho ainda está acima do registrado no fim de fevereiro deste ano. A média móvel de mortes na 27ª Semana Epidemiológica ficou em 1.329.
Já os novos casos de covid-19 tiveram queda de 8% na semana do levantamento. Nesse período, foram registrados 326.978 novos diagnósticos confirmados, contra 355.131 na semana anterior. A média móvel de casos ficou em 46.711.
Apesar da queda observada no período, o Brasil continua como o país com maior número de novas mortes confirmadas por semana (9.306), seguido por Índia (6.035), Indonésia (5.430), Rússia (4.909) e Colômbia (3.417). Quando considerados números absolutos, o Brasil segue na 2ª posição, com 540.398 óbitos, atrás apenas dos Estados Unidos (607.132). Quando consideradas as mortes por 1 milhão de habitantes, o Brasil fica na 7ª colocação.
Enquanto isso, o boletim diário divulgado ontem, o Ministério da Saúde confirmou 1.456 mortes e 45.591 novos casos de covid-19 nas 24 horas anteriores.
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