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Média móvel de óbitos bate recorde pelo terceiro dia seguido, segundo Fiocruz

O Ministério da Saúde reportou na noite de ontem que 1.337 óbitos por covid-19 foram confirmados nas 24 horas anteriores, elevando a 252.835 o total de mortes desde o início da pandemia. Com isso, a taxa de mortalidade do coronavírus é de 2,41% dos infectados.
Segundo a última atualização dos números da pandemia de covid-19 no Brasil, 65.169 casos foram confirmados em 24 horas até a noite de sexta-feira.
No total, 10.455.630 pessoas já foram infectadas pela doença no país, que é o terceiro em número de contágios no mundo. Outros 846.821 pacientes seguem em acompanhamento médico.
No panorama estadual, São Paulo responde por cerca de 20% do total de casos no Brasil, com 2.026.125 registros de covid-19. Minas Gerais contabilizou 869.230 pessoas infectadas. A Bahia, em terceiro lugar no ranking de contaminação, registrou 674.384 casos.
Diante do persistente avanço da pandemia um ano depois da detecção dos primeiros casos, os Estados se movimentam para restringir a circulação de pessoas em meio ao avanço da covid-19.
O Distrito Federal, São Paulo e outras cidades e estados estão revisando as normas de circulação e comércio para evitar o avanço da doença.
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O Brasil registrou ontem seu terceiro dia consecutivo com recorde diário de mortes por covid-19, na média móvel de sete dias, de acordo com o painel Monitora Covid da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Foi registrada nesta sexta-feira (26) a média móvel de 1.152 óbitos, maior número desde o início da pandemia, acima dos 1.148 do dia anterior e dos 1.123 de quarta-feira (24).
A média móvel de mortes de ontem é 8,2% maior do que 14 dias antes (1.065 óbitos) e 9,2% superior ao total de um mês antes (1.055).
Os casos, também segundo a média móvel de sete dias, chegaram a 53.422 por dia, 17,5% acima do número de 14 dias antes (45.470) e 4% acima dos casos diários de um mês antes (51.356).
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