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Apesar dos fortes solavancos nas cotações, o bitcoin e outras moedas digitais caíram no gosto do investidor pessoa física. Mas e as gestoras tradicionais?
Com o cachorrinho Totó nos braços, Dorothy olha maravilhada para o mundo colorido ao redor e diz: “tenho a sensação de que não estamos mais no Kansas”.
Tal como a protagonista de O Mágico de Oz, boa parte do mercado financeiro ainda não se deu conta da passagem desse verdadeiro tornado que são as criptomoedas.
Apesar dos fortes solavancos nas cotações, o bitcoin e outras moedas digitais caíram no gosto do investidor pessoa física. Mas ainda são poucas as gestoras de fundos mais tradicionais que se aventuraram nesse admirável mundo novo.
Um dos tubarões do mercado que resolveram fazer a lição de casa foi a Kinea. Com um total de R$ 56 bilhões em recursos, a gestora ligada ao Itaú Unibanco decidiu percorrer a estrada de “cripto-tijolos” das criptomoedas.
Para a Kinea, a tecnologia que permitiu a criação do bitcoin será fundamental na próxima geração da internet, a chamada Web 3.0.
Nessa nova fase, os usuários serão os proprietários de tudo o que produzirem na internet — e não mais as gigantes da tecnologia como Facebook e Google. A autenticidade de todo esse sistema passa pela blockchain, a rede que valida as transações no mundo cripto.
Leia Também
A estrutura da Web 3.0 ainda está em construção, mas já é possível ter uma visão desse futuro no mundo das artes, onde obras digitais já são vendidas na casa dos milhões de dólares.
Nesta entrevista ao repórter Renan Sousa, a Kinea conta qual criptomoeda deve levar ao outro lado do arco-íris da Web 3.0. Alerta de spoiler: não é o bitcoin.
ARMADILHAS DA PREVIDÊNCIA
Não seja um idiota na hora de investir para a sua aposentadoria. Previdência privada só é cilada se você não souber como usar. Conheça os 5 erros mais comuns de quem entra num plano desavisado, na segunda reportagem da série especial preparada pela Julia Wiltgen.
ESQUENTA DOS MERCADOS
Precatórios devem aliviar a bolsa por mais um dia, mas inflação dos EUA e covid-19 na Europa preocupam. Ainda hoje, o relatório mensal da dívida e a arrecadação federal de outubro devem movimentar os negócios.
CARGO SOB MEDIDA
De CFO a estrategista: Cosan (CSAN3) cria vice-presidência para Marcelo Martins. Nova posição formaliza função que já vinha sendo exercida pelo executivo quanto ao direcionamento dos investimentos da empresa.
GUERRA DAS VAREJISTAS
Americanas (AMER3) ‘turbina’ Black Friday com ajuda da ex-BBB Juliette e Felipe Neto; Magalu (MGLU3) rivaliza ao chamar Anitta e Luciano Huck. Às vésperas a Black Friday, varejistas começam corrida para atrair holofotes.
POLÍTICA DE PREÇOS
Em mais um ataque à Petrobras (PETR4), Bolsonaro quer rever política de preços da estatal. Com alta no preço dos combustíveis, presidente transforma a empresa em sua mais nova inimiga.
NEGOCIAÇÃO NO CONGRESSO
PEC dos precatórios tornará Auxílio Brasil permanente; Bolsonaro espera que o Senado aprove o texto na próxima semana. O governo ainda busca votos para aprovar o texto sem mexer em dois pontos centrais: o limite para pagamento de precatórios e a mudança no cálculo do teto de gastos.
DUROU POUCO
Touro de ouro expulso! Peça rende multa para a B3 e terá de ser retirada da calçada da Bolsa. A bolsa receberá uma multa por ter infringido a Lei Cidade Limpa, já que os responsáveis não consultaram a CPPU para realizar a instalação.
MONEY TIMES
Para o Nubank, investir no futuro significa valer mais que bancos tradicionais. Na avaliação do colunista Victor Marques, para entender a precificação do Nubank é preciso olhar para o futuro. A fintech acredita que possui o maior potencial de crescimento dentre os bancos brasileiros - e com custos muito mais baixos.
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Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
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