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Há um lobo rodeando os mercados: se a sua carteira de investimentos não for bem estruturada, ele a derruba com um sopro. É um caçador ardiloso.
Inflação alta, turbulência política, câmbio instável demais, economia patinando, incerteza nos juros, atritos comerciais... tudo isso e mais um pouco enche os pulmões do predador.
Veja o caso do pobre Cícero: ele acreditou ter encontrado a galinha dos ovos de ouro e colocou todas as fichas no mesmo ativo. Má ideia: um portfólio sem diversificação é tão resistente quanto uma cabana de palha.
Heitor construiu sua carteira com fundações mais sólidas: um pouco disso, um pouco daquilo. Mas ele levou em conta apenas o momento presente, sem se preocupar com o futuro — as tábuas de madeira estavam lá, mas os pregos que garantem a sustentação ao longo do tempo, não.
Finalmente, chegamos ao portfólio do Prático, sólido como uma parede de tijolos. Diversificado, mas não só isso: levando em conta as perspectivas para o futuro e as oportunidades presentes.
Afinal, o patinho feio de hoje pode se transformar num belo e imponente cisne — basta entender a dinâmica do seu desenvolvimento. É o caso do setor de construção e incorporação na bolsa.
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A demanda por imóveis está aquecida como nunca e os custos das matérias primas estão em queda. Ainda assim, as ações de empresas desse segmento estão estranhamente descontadas.
Pois Prático, o porquinho que não poupa esforços para ter uma casa segura, leu a coluna do Ruy Hungria desta sexta-feira e logo percebeu: o vento está soprando a favor da construção civil. Faça como ele e confira o texto que explica a tese de investimento.
O lobo continuará à espreita, buscando algum jeito de destruir seu patrimônio. Não acredite em feijões mágicos para se proteger.
Os números, de fato, têm confirmado que o momento para as construtoras é muito positivo. A MRV, por exemplo, registrou o maior volume de vendas líquidas da sua história no segundo trimestre, totalizando R$ 2,06 bilhões — um aumento de 13,7% na base anual. Tenda e EzTec também reportaram dados operacionais fortes.
Empenhada em expandir sua capacidade de produção, a Duratex anunciou investimento de R$ 2,5 bilhões entre o período de 2021 a 2025, além de mudar o nome para DexCo. Apesar do aumento da Selic, o financiamento de compra, reforma e construção de imóveis segue forte, o que dá sustentação à companhia.
Follow on com cashback? A Méliuz definiu em R$ 57 o preço por ação em sua oferta subsequente, movimentando mais de R$ 1,1 bilhão. Do total levantado com a operação, R$ 427,5 vão para o caixa da empresa.
A Cruzeiro do Sul Educacional acertou a compra da Universidade Moura Lacerda, por R$ 54 milhões. O grupo, que realizou seu IPO ano passado, comprou ao menos 11 empresas nos últimos 10 anos.
Marcopolo (POMO4) é a ação que tem tudo para se valorizar com o pós-pandemia e a retomada da vacinação; papel desponta como uma das melhores oportunidades de compra do Brasil - confira a análise neste link.
O que mexe com os mercados hoje? O último pregão da semana deve encontrar um cenário mais ameno pela frente, com o exterior sem direção definida. Mas a briga entre EUA e China pelo setor de tecnologia e o cenário local arrastado pelo peso da reforma tributária podem resultar em um dia difícil para o investidor.
Quem não arrisca, não petisca: a Igah Investimentos tem colocado essa máxima em prática com sua atuação em Venture Capital, e o Kaype Abreu conversou com Pedro Melzer, um dos fundadores, para saber mais sobre os aportes feitos em empresas ainda em início de vida. Confira aqui.
Entre as diversas siglas presentes no mercado financeiro, uma em específico vem chamando muita atenção: ESG. E, de olho nesta tendência, o Itaú lançou mais um ETF com esse foco, o terceiro do banco. Veja qual será a composição do REVE11, que terá como base um índice composto por algumas empresas famosas, como a Tesla.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
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