O que esperar para os seus investimentos até 2024?
Como parte das comemorações de três anos do Seu Dinheiro, montamos um conteúdo especial para discutir o cenário de investimentos até 2024

Não é possível prever o futuro: ainda tem muita água para passar debaixo da ponte até, digamos, 2024. Mas com certeza dá para se preparar para obter retornos em investimentos.
Com o mundo caminhando para o fim da pandemia de covid-19, ao que tudo indica, há uma série de ações, fundos imobiliários, títulos de renda fixa e investimentos alternativos que estão baratos e podem te deixar mais próximo de engordar seu patrimônio.
Ao menos é essa avaliação dos colunistas do Seu Dinheiro. Nos últimos dias, eles publicaram no site uma seleção de ativos que são boas pedidas para este momento — com o objetivo de obter retornos em três anos.
O material, que faz parte do especial de aniversário de três anos do Seu Dinheiro, foi reunido em um ebook. Aqui vai uma amostra do que você vai encontrar no arquivo:
- 7 ações em um ótimo ponto de entrada. Tratam-se de empresas diferenciadas na bolsa;
- 3 fundos imobiliários com foco em renda e valorização, além de um título de renda fixa com retorno de 2 dígitos no vencimento;
- 3 investimentos com chances de passar por valorizações brutais. Um deles já subiu mais de 200% só nos últimos 3 anos;
- 3 fundos cambiais para você investir em moeda forte.
O material vai além dos investimentos e traz uma análise das carreiras de futuro para quem quer alcançar o sucesso profissional. Confira aqui como baixar gratuitamente o guia “Onde investir para os próximos três anos”.
Veja abaixo os outros destaques da semana:
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Rodolfo Amstalden: O empurrão que faltava para o Novo Keynesianismo
Ibovespa sobe, dólar cai
A semana que termina, mais curta por causa do feriado, foi marcada por uma alta de 1,61% do Ibovespa, aos 114.647 pontos, e uma queda de 1,11% do dólar, a R$ 5,45 - após atuações do Banco Central.
A bolsa brasileira ganhou um último impulso ontem, com a alta dos mercados internacionais - que refletiram em parte a divulgação de balanços corporativos e uma maior noção sobre a retirada de estímulos monetários.
Mas as incertezas fiscais seguiram pesando sobre a curva de juros. Veja nesta matéria um balanço da semana dos mercados.
Ajuste na bolsa até 2023
Responsável pela gestão de US$ 500 bilhões em todo o mundo, a Western Asset tem uma projeção que pode ser considerada otimista para o Ibovespa: 130 mil pontos em 12 meses, o que representa um potencial de alta da ordem de 15%.
O problema é que com a piora no cenário internacional e as incertezas locais, o grau de convicção da Western Asset nessa estimativa é cada vez menor, segundo o gestor de renda variável da casa no país, Guto Leite.
Veja as razões para a incerteza, segundo a gestora, nesta matéria e quais as ações a Western tem investido para o período de turbulência.
Americanas: oportunidade ou mico?
Americanas S.A (AMER3) e Lojas Americanas (LAME4) caem mais de 50% em 2021, ostentando o título nada honroso de piores desempenhos do Ibovespa neste ano.
As ações se desvalorizaram na esteira da reestruturação societária das companhias, que prevê listagem nos EUA, mas também em um momento de baixa para as varejistas na bolsa brasileira.
A Jasmine Olga conta nesta matéria o que ela ouviu de analistas sobre os papéis das Americanas e diz se é hora de comprar as ações da companhia, segundo os especialistas do mercado.
Fala, Itaú
O Itaú Unibanco demorou a reagir na estratégia para competir com as novas empresas de tecnologia financeira, as fintechs, o que custou participação de mercado e rentabilidade, segundo o diretor de relações com investidores do banco, Renato Lulia Jacob.
A declaração ao repórter Vinícius Pinheiro sintetiza bem a nova postura do Itaú, que agora tem o trabalho de convencer o mercado de que está preparado para se defender e reagir ao ataque da concorrência.
Na briga com as fintechs, e agora no rumo considerado certo, o Itaú tem nas mãos três atributos invejáveis para qualquer empresa de tecnologia: uma marca reconhecida, uma “montanha” de dados e uma base de 60 milhões de clientes. Confira a entrevista com o executivo do banco.
Por que os preços de energia não param de subir — e o que você pode fazer
A falta de energia elétrica provocou uma corrida por fontes tradicionais de energia, que passavam por um processo de subinvestimento forte nos últimos anos, com grande parte do capital fluindo apenas para fontes renováveis.
Pressão de demanda nessa área com falta de oferta gera parte do que o mercado tem chamado de “inflação verde”.
Sem previsão para que a situação se normalize, está aberto o espaço para o investidor recalibrar um pouco dos investimentos em commodities, segundo o colunista Matheus Spiess. Confira a análise.
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