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A bolsa brasileira viveu um dos maiores períodos de valorização de sua história entre 2003 e 2008, a mesma época em que comecei a acompanhar o mercado financeiro mais de perto.
Dessa fase eu guardo bem viva na memória uma entrevista que fiz com um gestor de fundos que havia ficado entre líderes dos famigerados rankings anuais de rentabilidade.
Com uma dose de sinceridade que me impressionou — humildade não é uma virtude que você costuma encontrar no mercado — ele revelou que o segredo do retorno que obteve em seu fundo foi simplesmente apostar nos cavalos certos.
O gestor não sabia de antemão que a bolsa subiria, mas estava otimista e manteve parte dos recursos do fundo em ações, o que garantiu a maior parte do retorno naquele ano.
Em outras palavras, para se manter no páreo você não precisa investir na ação que vai subir mais, basta acertar na visão de que a bolsa de modo geral vai subir.
Na coluna de hoje, o Matheus Spiess dá nome aos cavalos nos mercados e mostra como uma alocação entre as diferentes classes de ativos pode fazer a diferença entre ganhar e perder dinheiro.
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