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'Sabadou', graças a Deus, depois de uma semana pra lá de agitada.
Certamente vou esquecer de alguma coisa, mas olha só quanta água rolou nesses últimos dias:
Além do factual, selecionei para você cinco reportagens do Seu Dinheiro como sugestão de leitura para seu fim de semana.
Não se preocupe que não irei sugerir que você procure cédulas de real na lixeira do condomínio. Quem está tirando dinheiro do lixo é a Ambipar, uma empresa focada em soluções de saneamento.
O Ivan Ryngelblum entrevistou a CEO da empresa, Cristina Andriotti. Ela falou sobre as oportunidades em tempos de ESG. A Ambipar está na bolsa e você pode ser sócio dela e também lucrar com o lixo.
O investidor brasileiro buscou mais risco em 2020. A parcela de ações aumentou, e os fundos de renda fixa perderam espaço na carteira.
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Mas, por mais surpreendente que isso pareça, a poupança ganhou espaço. É o que mostra a pesquisa da Anbima sobre o comportamento do investidor pessoa física no ano passado.
Se você está pensando em comprar ações em fevereiro, essa leitura é imperdível. A Jasmine Olga consultou uma dezena de corretoras para saber quais são suas três ações favoritas das suas carteiras recomendadas.
A partir dessas informações, ela faz um cruzamento de dados e selecionou a Ação do Mês. É a preferida das preferidas das corretoras (veja nesta reportagem). Recomendo fortemente a leitura!
O Felipe Miranda, da Empiricus, ficou famoso quando divulgou em 2014 sua tese do "Fim do Brasil". Ele alertou que uma crise econômica estava perto de chegar. Recomendou aos seus leitores que comprassem dólar (na época em R$ 1,90, saudades) e vendessem ações da Petrobras.
Ele foi ridicularizado na internet. Mas nada muda os fatos: quem seguiu a indicação do Felipe ganhou dinheiro. A carteira de ações da série Palavra do Estrategista acumula uma rentabilidade de 443%.
Nesta semana ele divulgou uma nova tese econômica. Seria um "novo fim do Brasil"? A repórter Letícia Camargo conta tudo aqui.
Sorte é parte do jogo. Isso vale para tudo na vida: do amor ao dinheiro. Não que a sorte explique todas as conquistas. Eu realmente não acredito nisso... Mas, sim, é um fator.
O Ruy Hungria trouxe na sua última coluna uma reflexão sobre a "sorte" de alguns gestores de fundos. Nem sempre competência explica bons retornos. Pode ser apenas sorte...
É claro que sorte não dura para sempre. É aí que os verdadeiros bons gestores aparecem. O próprio Ruy dá um exemplo neste texto.
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