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Algumas pessoas que passam pela experiência de ter a vida por um fio relatam lembranças diversas, com visões que vão de um “túnel de luz” a uma sensação de paz e serenidade.
Esse fenômeno é estudado por especialistas e inclusive ganhou uma sigla: EQM — acrônimo para “experiências de quase-morte”. Não raro, quem passa por situações com essa acaba mudando por completo os hábitos do passado.
No mundo corporativo, existe outra sigla para designar as empresas que enfrentam uma situação próxima à morte: a RJ, ou recuperação judicial.
A grande maioria das companhias que entram em RJ infelizmente não volta para contar como foi a experiência. E as poucas que conseguem sobreviver passam a adotar um foco bem diferente do que tinham antes da queda.
Uma das empresas que parecem bem próximas de atravessar o túnel da UTI corporativa é a Eternit. Para se reerguer, a tradicional fabricante de telhas e coberturas usou a “experiência de quase morte” para se reinventar.
Nesse processo, abandonou o uso do polêmico amianto nos produtos e fechou até uma improvável aquisição. A empresa ainda ganhou um empurrão extra com o aumento da demanda por materiais de construção em meio à crise.
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Como resultado, as ações da Eternit na bolsa (ETER3) acumulam uma valorização de 150% apenas neste ano.
Quem conta toda a história da recuperação é o próprio CEO da companhia, em uma entrevista exclusiva (e imperdível) para o Victor Aguiar.
Por falar em vida após a morte, o nosso colunista Matheus Spiess relembra o clássico romance Incidente em Antares, de Érico Veríssimo, para falar sobre o ciclo da economia e dos negócios após o choque da pandemia da covid-19. Estamos próximos de uma nova correção no mercado de ações ou desta vez vai ser diferente? Confira a resposta na coluna Insights Assimétricos.
Enquanto as bolsas internacionais voltam a ter um dia mais positivo, o mercado brasileiro pode ter uma sessão mais “azeda” nesta terça-feira. Tudo vai depender de como vier a prévia da inflação de maio, o IPCA-15. Confira a agenda completa e os demais eventos que serão acompanhados de perto pelos investidores.
O “cinismo” dos investidores deve evitar uma desvalorização dos ativos em uma eventual polarização entre Lula e Bolsonaro na eleição de 2022. É o que pensa o sócio-fundador da SPX Capital, Rogério Xavier. Conhecido pelo pessimismo, um dos principais gestores do mercado brasileiro adotou um tom surpreendentemente positivo ao avaliar o cenário para a economia.
Uma pergunta muito recorrente no mercado é: até onde pode ir o Magazine Luiza? A resposta ainda não é conhecida, e enquanto isso, os acionistas ganharam um novo motivo para comemorar. A varejista é líder em um ranking global de retorno para investidores, composto por cerca de 2.400 empresas.
As startups da América Latina podem se animar. A gestora de venture capital Kaszek, que fez aportes em empresas como Nubank, Creditas e QuintoAndar, levantou mais recursos para investir na região. O Kaype Abreu detalhou os valores e a estratégia da gestora.
A Amazon está perto de ampliar seu “império”. As negociações para aquisição de um dos maiores e mais tradicionais estúdios de cinema de Hollywood, a MGM, esquentaram nos últimos dias. As conversas começaram no início deste ano, mas ainda não há garantia de que a operação será fechada.
Mesmo antes da confirmação da compra da MGM, as ações da Amazon subiram ontem. Isso permitiu que Jeff Bezos retomasse o posto de pessoa mais rica do planeta, ficando novamente à frente de Bernard Arnault, dono da Louis Vuitton, que desfrutou da posição durante algumas horas.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), parece decidido em levar adiante a reforma tributária. Depois de reunião com o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL) e com o ministro Paulo Guedes, ele pregou principalmente a simplificação do sistema de arrecadação de impostos.
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