🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Vem uma nova crise financeira por aí? Entenda como o caso Evergrande repercute sobre seus investimentos

Para fazer frente aos achismos tão comuns em momentos de crise como o atual, trazemos aqui o que você precisa saber sobre a Evergrande e quais são os desdobramentos para a sua realidade

21 de setembro de 2021
6:09 - atualizado às 9:30
Evergrande
Imagem: Getty Images

Não se fala em outra coisa no mercado que não a questão envolvendo a Evergrande, a gigante da incorporação chinesa. Na verdade, é impressionante como surgiram do dia para a noite um número impressionante de especialistas no mercado imobiliário chinês.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Todos querendo dar um pitaco e muitos querendo opinar, mas poucos com realmente algo fundamentado para agregar. As pessoas não se esforçam dessa maneira para pensar soluções ao problema do saneamento básico brasileiro, por exemplo; se o fizessem, talvez a situação já estivesse bem melhor por aqui.

Muito achismo e pouco estudo

O pessoal lê um artigo sobre a situação e começa a se considerar o maior emissor de opiniões sobre o tema que já existiu. Em um mundo informacionalmente eficiente como o que vivemos, tal contexto talvez seja inevitável, é verdade.

Ainda assim, decidi me debruçar um pouco sobre a questão, visando separar um pouco aquilo que é ruído do que de fato é sinal, de modo a endereçar a questão com a devida responsabilidade.

Já adianto que há várias incertezas e falta de acesso à informação para se conhecer a real situação na China, o que inclusive contribui para reações mais exacerbadas de curto prazo do mercado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Análises envolvendo a China são sempre complexas. Poucas pessoas no mundo conseguem falar com profundidade sobre a China – se conseguirmos acesso a elas, porém, já temos meio caminho andado. Foi o que fiz nas últimas 24 horas, buscando conversar com quem realmente entende sobre o problema ali contido.

Leia Também

Com este pequeno disclaimer exposto, vamos ao que interessa.

O que está acontecendo?

A possibilidade de a empresa imobiliária chinesa Evergrande entrar em colapso e as preocupações gerais com a repressão das empresas endividadas da China estão afetando as ações ao redor do mundo, da Ásia, passando pela Europa e chegando às Américas, agitando os mercados dos EUA e do Brasil.

Na segunda-feira, por exemplo, o Índice Hang Seng (HSI) caiu mais de 3%, mesmo com a China e o Japão fechados para o feriado. Com isso, o índice de referência atingiu seu menor patamar em 11 meses antes. A Evergrande caiu mais de 11%, acumulando recuo de mais de 80% este ano, enquanto luta para cumprir o pagamento da dívida.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em poucas palavras, a empresa tem mais de US$ 300 bilhões em dívidas e já vem há alguns meses alertando sobre a possibilidade de inadimplência, a qual está começando a se dar nesta semana, com o vencimento de uma dívida na segunda-feira e outra para os próximos dias.

Para quinta-feira, dia em que a China também retorna do feriado, a companhia tem um pagamento de juros da ordem de US$ 83,5 milhões para um título de março de 2022. Será hora decisiva. Até o fim do ano, teremos mais de US$ 600 milhões de dívidas a vencer, o que faz com que seja improvável para a empresa honrar seus compromissos.

O risco de contágio e o paralelo com o Lehman Brothers

Entendo, porém, que a preocupação não seja com a crise de crédito envolvendo a incorporadora chinesa Evergrande, mas, sim, com seu potencial contágio para o setor e a economia local como um todo.

Basicamente, um colapso da Evergrande teria um efeito dominó em outras incorporadoras imobiliárias da China e de Hong Kong, bem como um efeito sistêmico no resto da economia. No mercado offshore de dólares, há uma porção considerável de desenvolvedores (que) estão implícitos em grande dificuldade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os desenvolvedores não podem sobreviver por muito mais tempo se o canal de refinanciamento continuar a ser fechado, como tem acontecido nos últimos anos – de certo modo, o próprio governo chinês foi responsável por chegarmos até aqui, abrindo a torneira para o crescimento da Evergrande e depois a fechando gradualmente.

Assim, o que está em jogo aqui é a própria capacidade chinesa em lidar com crises desta magnitude e sua decisão de salvamento ou não de grandes empresas como essa. Sobre isso, pelas sinalizações recentes, Pequim pretende lidar com a crise a partir de regras de mercado.

Minimiza-se, com isso, a possibilidade de Evergrande ser semelhante ao colapso do Lehman Bros. em 2008, observando a fragmentação do mercado imobiliário da China (a dívida do banco americano era o dobro, mais de US$ 600 bilhões).

Adicionalmente, apesar do tamanho da Evergrande, a companhia responde por apenas 6,5% do mercado imobiliário chinês, segundo estimativas do UBS. Além disso, a dívida, especialmente a dívida onshore, está bem garantida.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como muito bem colocou Felipe Miranda, estrategista-chefe da Empiricus, a maior casa de análise para o varejo financeiro da América Latina, em sua carta aos seus clientes na manhã de segunda-feira (20):

"Em sendo mesmo o caso, estaríamos lidando com a Evergrande como uma alusão aos grandes bancos americanos (too big to fail), numa analogia mais superficial e menos precisa, dado o caráter menos sistêmico da companhia (crises com instituições financeiras em seu epicentro são fenômenos mais complexos pela sua própria natureza), e à crise do LTCM (paralelo um pouco mais preciso), mas com maior capacidade de gerenciamento, dada a possibilidade de reação antecipada, a interpretação por parte das autoridades de que ela seria também grande demais para falir e a capacidade do governo chinês de agir sem precisar dos mecanismos clássicos de “checks and balances” de democracias mais consolidadas.

De forma mais simples, há dois grandes cenários à frente. Uma liquidação da companhia ou sua reestruturação. Há um terceiro entre ambos, que seria uma reestruturação desordenada, mas que, em termos práticos, representaria quase o mesmo de uma liquidação."

Claro, como não podia deixar de ser, há um certo nervosismo no ar. Afinal, BlackRock, UBS e HSBC estão entre os maiores detentores dos títulos da Evergrande.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Colocado de outra maneira, como um incorporador sistemicamente importante, uma falência da Evergrande causaria problemas para todo o setor imobiliário, que tem sido uma importante fonte de crescimento econômico e empregos na China – uma desaceleração na economia da China também teria implicações importantes em todo o mundo, especialmente para as commodities.

Excesso de ruídos regulatórios e o endereçamento da crise

Não é de hoje que a Ásia, em especial a China, tem servido de veículo para a tensão dos mercados. Junto com Evergrande, a pressão tem crescido no mercado chinês e no de Hong Kong, à medida que os líderes do gigante asiático procuram controlar o que chamam de comportamento monopolístico, da mesma forma que mirou no setor de tecnologia.

Parte do plano de prosperidade comum do presidente Xi Jinping para lidar com a desigualdade e conseguir entregar as metas propostas no último plano quinquenal, as ações tomadas não são claras.

Consequentemente, no enfrentamento da crise da Evergrande, os investidores estrangeiros ficaram preocupados com as questões administrativas na China não colocadas de maneira o suficientemente transparentes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para responder à falta de credibilidade, nos últimos dias, os principais órgãos reguladores da China estiveram reunidos com executivos de Wall Street e procuraram tranquilizar os empresários de que as regras mais rígidas não visam sufocar as companhias. Inclusive, no final de semana, o premiê da China defendeu medidas para estabilizar os preços com métodos baseados no mercado.

Ou seja, ainda que haja inadimplência por parte da companhia, o cenário mais provável hoje é de um apoio do governo chinês, de modo a sustentar o mercado, por meio do que poderá vir a ser um bailout gerenciável. O problema é caso a Evergrande seja só a ponta do iceberg de um problema muito maior e estrutural no mercado imobiliário. Foi esta chance a precificada ontem.

Neste caso, a entrega dos projetos é a questão mais importante em termos de estabilidade social e gerenciamento de uma crise imobiliária. Os compradores de imóveis e os fornecedores são os stakeholders mais relevantes. Assim, uma liquidação seria necessária. Evidentemente, isso exigiria uma ação rápida e eficiente.

Na sequência, emerge como possibilidade a segregação em companhias menores para tocar os projetos (mais de 1.300 ainda em andamento em 280 cidades, além do compromisso de entregar no futuro mais de 1,4 milhão de casas) e não gerar muito desemprego (a companhia tem mais de 200 mil funcionários e estima-se que afeta a economia diária de 3,8 milhões de pessoas), acompanhada de uma reestruturação da dívida.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dito isso, a própria S&P Global Ratings colocou como gerenciável a situação, com pequeno nível de contágio; aqui, um default da Evergrande tenderia a causar um pouco mais do que mera volatilidade dos mercados, ao mesmo tempo em que seria improvável uma grande onda de default catalisada por esse evento.

Vale dizer que ainda não se mensura o risco de uma crise de crédito, até mesmo porque este setor na China é um pouco nebuloso — é sempre complexo mensurar as relações do shadow banking na China.

No setor financeiro, os bancos com maior exposição ao problema seriam JSB e Minsheng Bank (40% do endividamento é no mercado doméstico chinês). Contudo, parece bem pulverizada tal exposição, uma vez que o financiamento foi distribuído por mais de 128 bancos.

Com isso, ao menos até agora, o risco mais grave parece, como coloquei, gerenciável. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Desdobramentos para sua realidade

O investidor brasileiro, que foi afetado por mais esta crise na reta final de um trimestre já bastante complicado, deveria manter a calma e não se desesperar. O cenário à frente, ainda que endereçável, será desafiador, sem dúvidas, o que enseja natural volatilidade no mercado ainda nos próximos meses, enquanto entendemos por completo a atuação do governo chinês responsável pelo estresse do próprio mercado imobiliário e agora único capaz de solucionar o problema.

Com as quedas recentes, entendemos que seja salutar a manutenção de sua posição em risco, se a mesma já estiver ajustada ao seu perfil de investidor — aumentar posições em momentos como este pode ser algo bastante perigoso. Neste contexto, o caixa pode ser bem vindo.

Dessa forma, elevar a posição de caixa e em proteções, notadamente moeda forte, pode ser algo interessante. Trabalhamos ao longo de segunda-feira para elevar a posição em dólar dos nossos assinantes, os quais já estavam posicionados na moeda americana, vale dizer. Aos níveis atuais, a divisa dos EUA parece um hedge convidativo a se carregar, principalmente às vésperas de um ano eleitoral no Brasil.

Claro, não só o dólar puro, mas também uma exposição direcional a ativos em países desenvolvidos, como nos EUA, parece positiva para o investidor local. Algo de 20% a 30% de sua carteira total do investidor pode ser um percentual adequado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tudo isso, claro, feito sob o devido dimensionamento das posições, conforme seu perfil de risco, e a devida diversificação de carteira, com as respectivas proteções associadas.

Para saber como se aprofundar em insights como este que acabei de passar, a leitura da nossa série best-seller Palavra do Estrategista pode ser interessante. Nela, nosso estrategista-chefe, Felipe Miranda, oferece suas melhores ideias para os mais variados perfis de investidores e nas horas mais distintas, na saúde e na doença. Vale conferir.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Veja quando as small caps voltarão a ter destaque na bolsa, liquidação do banco Pleno e o que mais afeta os mercados hoje

18 de fevereiro de 2026 - 8:39

Depois que o dinheiro gringo invadiu o Ibovespa, as small caps ficaram para trás. Mas a vez das empresas de menor capitalização ainda vai chegar; veja que ações acompanhar agora

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os investimentos mais “fora da caixa” da bolsa, propostas para a Raízen, Receita de olho no seu cartão, e o que mais você precisa ler hoje

16 de fevereiro de 2026 - 8:08

Confira as leituras mais importantes no mundo da economia e das finanças para se manter informado nesta segunda-feira de Carnaval

VISÃO 360

A hora da Cigarra: um guia para gastar (bem) seu dinheiro — e não se matar de trabalhar

15 de fevereiro de 2026 - 8:01

Nem tanto cigarra, nem tanto formiga. Morrer com dinheiro demais na conta pode querer dizer que você poderia ter trabalhado menos ou gastado mais

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

Zuck está de mudança: o projeto californiano que está deslocando o eixo dos bilionários nos EUA

14 de fevereiro de 2026 - 9:02

Miami é o novo destino dos bilionários americanos? Pois é, quando o assunto são tendências, a única certeza é: não há certezas

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Por que Einstein teria Eneva (ENEV3) na carteira, balanço de Vale (VALE3) e Raízen (RAIZ4), e outras notícias para ler antes de investir

13 de fevereiro de 2026 - 8:52

Veja a empresa que pode entregar retornos consistentes e o que esperar das bolsas hoje

SEXTOU COM O RUY

Por que Einstein seria um grande investidor — e não perderia a chance de colocar Eneva (ENEV3) na carteira?

13 de fevereiro de 2026 - 6:03

Felizmente, vez ou outra o tal do mercado nos dá ótimas oportunidades de comprar papéis por preços bem interessantes, exatamente o que aconteceu com Eneva nesta semana

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Japão como paraíso de compras para investidores, balanços de Ambev (ABEV3), Vale (VALE3) e Raízen (RAIZ4), e o que mais move a bolsa hoje

12 de fevereiro de 2026 - 8:59

O carry trade no Japão, operação de tomada de crédito em iene a juros baixos para investir em países com taxas altas, como o Brasil, está comprometido com o aumento das taxas japonesas

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Podemos dizer que a Bolsa brasileira ficou cara? 

11 de fevereiro de 2026 - 19:50

Depois de uma alta de quase 50% em 12 meses, o mercado discute se os preços já esticaram — e por que “estar caro” não significa, necessariamente, fim da alta

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Veja se vale a pena atualizar o valor de um imóvel e pagar menos IR e se o Banco do Brasil (BBAS3) já começa a sair do fundo do poço

11 de fevereiro de 2026 - 9:39

Confira as vantagens e desvantagens do Rearp Atualização. Saiba também quais empresas divulgam resultados hoje e o que mais esperar do mercado

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O equilíbrio no Japão que afeta o mundo todo, as vantagens do ESG para os pequenos negócios e o que mais move as bolsas hoje

10 de fevereiro de 2026 - 9:30

Veja qual o efeito da vitória da primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, nas eleições do Japão nos mercados de todo o mundo

INSIGTHS ASSIMÉTRICOS

Entre estímulo e dívida: o novo equilíbrio do Japão após uma eleição que entra para a história

10 de fevereiro de 2026 - 7:11

A vitória esmagadora de Sanae Takaichi abre espaço para a implementação de uma agenda mais ambiciosa, que também reforça o alinhamento estratégico de Tóquio com os Estados Unidos, em um ambiente geopolítico cada vez mais competitivo na Ásia

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

CSN (CSNA3) quer convencer o mercado que agora é para valer, BTG bate mais um recorde, e o que mais move as bolsas hoje

9 de fevereiro de 2026 - 8:39

Veja os sinais que o mercado olha para dar mais confiança ao plano de desalavancagem da holding, que acumulou dívidas de quase R$ 38 bilhões até setembro

TRILHAS DE CARREIRA

O critério invisível que vai diferenciar os profissionais na era da inteligência artificial (IA)

8 de fevereiro de 2026 - 8:00

O que muda na nossa identidade profissional quando parte relevante do trabalho operacional deixa de ser feita por humanos?

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

Carnaval abaixo de 0 ºC: os horários e os atletas que representam o Brasil nos Jogos Olímpicos de Inverno

7 de fevereiro de 2026 - 9:02

Mudaram as estações e, do pré-Carnaval brasileiro, miramos nosso foco nas baixas temperaturas dos Alpes italianos, que recebem os Jogos Olímpicos de Inverno

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Cuidado com o ouro de tolo ao escolher ações; acompanhe a reação ao balanço do Bradesco (BBDC4) e o que mais move a bolsa

6 de fevereiro de 2026 - 8:45

Veja como distinguir quais ações valem o seu investimento; investidores também reagem a novos resultados de empresas e dados macroeconômicos

SEXTOU COM O RUY

O “lixo” não subiu: empresas pagadoras de dividendos e com pouca dívida devem seguir ditando o ritmo na bolsa

6 de fevereiro de 2026 - 6:07

Olhamos para 2026 e não vemos um cenário assim tão favorável para companhias capengas. Os juros vão começar a cair, é verdade, mas ainda devem permanecer em níveis bastante restritivos para as empresas em dificuldades.

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A difícil escolha entre dois FIIs de destaque, e o que esperar dos resultados de empresas e da bolsa hoje

5 de fevereiro de 2026 - 8:33

As principais corretoras do país estão divididas entre um fundo de papel e um de tijolo; confira os campeões do FII do Mês

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Bolsa e o trade eleitoral — by the way, buy the whey

4 de fevereiro de 2026 - 20:00

Investir não é sobre prever o futuro político, mas sobre manter a humildade quando o fluxo atropela os fundamentos. O que o ‘Kit Brasil’ e um pote de whey protein têm em comum?

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Queda no valor da Direcional (DIRR3) é oportunidade para investir, e Santander tem lucro acima do esperado 

4 de fevereiro de 2026 - 8:38

Saiba por que a Direcional é a ação mais recomendada para sua carteira em fevereiro e o que mais move as bolsas hoje

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O bloco dos bancos abre o Carnaval das empresas abertas: qual terá a melhor marchinha?

3 de fevereiro de 2026 - 8:36

Mercado também reage a indicação para o Fed, ata do Copom e dados dos EUA; veja o que você precisa saber antes de investir hoje

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar