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Semana também foi marcada por IPOs da Caixa Seguridade e Hortifruti Natural da Terra e uma entrevista exclusiva com CEO do Mercado Livre
Caro leitor,
Era uma vez uma empresa novata na bolsa. Ela não é muito conhecida no Centro-Sul do Brasil. É uma incorporadora nordestina de sobrenome francês: Moura Dubeux.
Sua estreia na B3 foi apenas alguns dias antes de uma grande tempestade. Foi em fevereiro de 2020, um pouco antes do desembarque do coronavírus no Brasil.
A Moura Dubeux não teve como se proteger do temporal que devastou os mercados. Na hora do apuro, os investidores preferiram se abrigar em portos seguros mais conhecidos.
Os dias seguintes foram marcados por uma batalha entre os ativos de growth (empresas de alto potencial de crescimento, como ações tech) ou value (empresas de qualidade reconhecida, como os bancos).
A Moura não é titular em nenhum dos dois times e foi deixada de lado no jogo dos mercados. Sua ação desabou e até agora não se reergueu.
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A ação da incorporadora nordestina vale hoje cerca de metade do preço do IPO (oferta de ações).
Isso é uma pechincha ou um mico?
O repórter Victor Aguiar se debruçou sobre os números para responder a essa pergunta. O resultado é uma reportagem imperdível que foi publicada nesta semana no Seu Dinheiro.
Se você perdeu, fica tranquilo. Ela é a minha primeira indicação de leitura para o seu sabadão. Confira o top 5 logo abaixo.
Além da seleção da semana, sugiro também que você clique aqui para ler um resumo do que rolou de mais quente nos mercados. Veja só alguns pontos altos:
De todas as empresas que estrearam na bolsa de 2020 para cá, a ação da Moura Doubex foi a que teve a pior performance.
Qual a razão para isso? Ao que parece, o timing não ajudou.
A investigação do Victor mostra uma empresa praticamente sem dívidas, com resultados financeiros crescentes e com recomendação de compra de todas os analistas que estudam o papel.
Está com cheiro de oportunidade aí... Não é à toa que a própria empresa resolveu recomprar suas ações. Tudo indica se tratar de um “patinho feio” que o mercado ainda não enxergou que é um filhote de cisne. Leia aqui a reportagem completa.
A Caixa Seguridade está perto de estrear na bolsa. O período de reserva das ações acaba na próxima segunda-feira (26). Será que vale a pena participar do IPO? Aqui está a resposta.
E a fila da B3 não para de crescer... Quem colocou seu nome para entrar na bolsa foi o Hortifruti Natural da Terra, que traz uma proposta de negócio intermediária entre o supermercado e a feira. Saiba mais sobre a oferta.
(Conteúdo patrocinado) O bitcoin passou por um movimento de correção nesta semana. Sua cotação chegou a cair abaixo de US$ 50 mil, depois de superar os US$ 60 mil na semana passada.
É o fim da linha para o bitcoin?
O especialista em criptomoedas da Empiricus, André Franco, alerta que as correções fazem parte de qualquer “bull market”, especialmente em um mercado tão volátil quanto o de criptomoedas.
Mas, a seu ver, o ciclo de alta do bitcoin deve seguir, puxado por fundamentos como a atração de investidores institucionais e a redução da oferta de moeda.
Essa é uma excelente oportunidade de compra para quem ainda não tem uma pitadinha de cripto na carteira.
Se for seu caso, é seu dia de sorte. Aqui está o link para receber um voucher de até R$ 100 para investir em criptomoedas.
Além do depósito em seu nome em uma conta da Mercado Bitcoin, você também recebe indicações de criptomoedas que devem ser as próximas a decolar, como é o caso desta aqui.
Você já parou para pensar quais setores vão crescer no mundo pós-pandemia? Esse é o tema da coluna do Matheus Spiess.
Ele acha que a maré está mais favorável para as ações de “valor” do que para as de “tecnologia”. O Matheus disse que vê oportunidades maiores em dois segmentos:
Vale a pena ler o texto completo para entender como se posicionar para buscar um melhor retorno nos seus investimentos na conjuntura econômica atual.
Se você pensar que vai ser fácil assim trocar as ações de tecnologia por ações de “valor”, está bem enganado. As techs estão cheias de dinheiro no bolso e querem provar que valem cada centavo de seus valuations esticados.
O CEO do Mercado Livre, Stelleo Tolda, aposta que o e-commerce vai manter a participação que conquistou no varejo com a pandemia.
Para garantir sua fatia nesse bolo maior, está investindo R$ 10 bilhões no Brasil em iniciativas para melhorar a logística e fidelizar clientes. Veja todos os detalhes na entrevista completa de Tolda ao Seu Dinheiro.
Um grande abraço e ótimo sábado!
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