O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os analistas viram como pontos positivos os esforços de ganho de participação de mercado (market share), e de boa expansão de margem
O aumento da participação de mercado (market share) acompanhado de expansão de margem fizeram o banco Goldman Sachs apostar mais alto nas ações Stone (STNE). Diante do maior otimismo, a instituição aumentou o preço-alvo dos papéis em 12 meses para US$ 50, o que representa uma alta de 14% em relação ao fechamento da última segunda-feira (2).
Em relatório enviado a clientes hoje (3), os analistas Tito Labarta, Gustavo Schroden, Jonathan Uriel Schajnovetz e Ashok Sivamohan mantiveram a recomendação da compra e comentaram que os resultados do quarto trimestre divulgados ontem (2) foram animadores.
As ações da empresa chegaram a abrir o pregão de hoje (3) cotadas acima de US$ 46, mas por volta das 16h23 (horário de Brasília) apresentavam queda de 1,05% e que estavam sendo negociadas a US$ 43,40.
No relatório, os especialistas disseram que o lucro líquido do quarto trimestre veio 2% acima das expectativas do banco e que fechou em R$ 264 milhões. Diante dos resultados, os analistas aumentaram também as estimativas para o indicador nos próximos três anos em 3%, 2% e 1%, respectivamente.
Eles também se mostraram otimistas com o aumento das receitas. Segundo eles, em 2020, 2011 e 2022, as receitas devem subir 44%, 42% e 37%. No ano passado, a receita terminou em US$ 2,58 bilhões.
Além disso, eles destacaram que viram como positivos os esforços de ganho de participação de mercado (market share), que aumentou 50 pontos-base na comparação com o quarto trimestre do ano passado, e de boa expansão de margem, que cresceu 9,7 pontos percentuais na comparação com o mesmo período do ano passado.
Leia Também
Na visão deles, o crescimento do volume foi "sólido e em linha com as estimativas". E mesmo com uma take rate (valor das taxas recebidas por toda a cadeia) mais fraca, os analistas destacaram que os custos e a receita financeira se mantiveram bons durante o período.
Os analistas também se mostraram otimistas com a continuação dos investimentos que a companhia vem fazendo para expandir as redes de hubs, contratação e treinamento de funcionários.
Isso sem contar no lançamento da parceria com o Grupo Globo e que "pode se tornar um player relevante nos próximos anos no segmento de microempreendedores", segundo eles.
A Stone reportou lucro líquido de US$ 804,2 milhões em 2019, o que representa um aumento de 163,5% ante 2018. No período, a companhia adicionou 226 mil clientes ativos.
A receita fechou o ano com alta de 63,1% em US$ 2,58 bilhões. A taxa de take rate terminou 2019 em 1,85%, uma expansão de dois pontos-base ante o ano de 2018.
A margem da companhia em 2019, por sua vez, subiu 31,2%, o que representa uma alta de 11,9 pontos percentuais na comparação ano contra ano.
Além disso, no ano passado, o volume total de compras (TPV) fechou em US$ 129,1 bilhões, uma alta de 54,8% em relação ao registrado um ano antes.
Pesquisa com 178 mil anúncios de imóveis residenciais mostra que morar de aluguel em São Paulo está mais caro do que um ano atrás
Em participação no podcast Touros e Ursos, Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, afirma que spreads no crédito provado estão “apertados demais”, não compensam o risco de calote. Ele defende foco em juros reais, com críticas até ao Tesouro IPCA+ e aos prefixados
Mesmo com atualizações automáticas, usuários do Chrome podem permanecer vulneráveis se não atualizarem o navegador
Com ajustes elétricos, bateria interna e USB‑C integrado, a cadeira da Toyota leva tecnologia automotiva ao home office
A chefe é “Mona”, IA do Google que fundou e gerencia a cafeteria — e que é responsável por avaliar funcionários humanos
Coca-Cola quer estar mais presente no consumo diário e espontâneo dos consumidores brasileiros
Lotofácil manteve a fama de loteria “menos difícil” da Caixa na rodada de quarta-feira (29), mas foi superada pela Super Sete, que pagou o prêmio principal pela primeira vez em 2026
O Dia do Trabalhador, celebrado nesta sexta-feira (04), influenciará o funcionamento dos principais serviços do Brasil
O guia detalha os dias em que os programas sociais são pagos pelo governo à população, feitos periodicamente e sujeitos à mudanças
Empresas de apostas online tiveram faturamento de R$ 2,2 bilhões em janeiro deste ano; pesquisa da FecomercioSP mostra o que está no radar desse mercado
Colegiado evitou antecipar os próximos passos e disse que Selic alta por período prolongado surtiu efeito para a contração da atividade econômica
Álbum da Copa de 2026 será a edição mais cara; economista dá dicas de como prepara o bolso para a coleção
O banco conta com uma carteira de R$ 406 bilhões no agronegócio e espera ver uma estabilidade em 2026
Adidas ganhou a corrida nas pistas e obteve um impulso nas ações no rescaldo da Maratona de Londres
Com aumento do valor de referência do Gás do Povo, governo brasileiro tenta mitigar efeitos da guerra dos EUA e de Israel contra o Irã
Sequência de filme que marcou a cultura pop nas última décadas, ‘O Diabo Veste Prada 2’ chega aos cinemas brasileiros nesta semana; confira quem é a Miranda Priestly na ‘vida real’
Há espaço para aceleração dos cortes da Selic no segundo semestre, mas por ora Copom deve continuar com a mesma cautela, diz Rafaela Vitória
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de terça-feira, 28 de abril. Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam.
Em relatório anual, fundo afirma que bancou garantias, fez empréstimos e ainda viu indicador de liquidez cair abaixo do nível recomendado
O alistamento eleitoral e o voto são obrigatórios para brasileiros com mais de 18 anos, o; prazo vai até dia 6 de maio