Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Definindo prioridades

Para Maia, foco do governo deve ser teto de gastos e uma proposta de reforma administrativa

Maia apontou que a privatização da Eletrobras não deve ser aprovada neste ano, já que o tempo é muito curto para uma grande quantidade de prioridades pela frente e não tratar das reformas essenciais para destravar o crescimento pode ser muito pior

Rodrigo Maia
Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. - Imagem: Cesar Itiberê/PR

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, afirmou na manhã desta terça-feira (18) que o governo deve definir prioridades no encaminhamento das pautas para que assuntos importantes não acabem sendo deixados de lado em um ano que ainda terá eleições municipais pela frente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em videoconferência realizada pelo Banco Santander, Maia foi questionado sobre as declarações do ex-secretário Salim Mattar de que as privatizações não são uma prioridade do governo. Maia apontou que a privatização da Eletrobras não deve ser aprovada neste ano, já que o tempo é muito curto para uma grande quantidade de prioridades pela frente e não tratar das reformas essenciais para destravar o crescimento pode ser muito pior.

Para o presidente da Câmara, o foco deve ser a regulamentação do teto de gastos e a reforma administrativa, dando sequência à agenda reformista iniciada no governo Temer. "Se eu fosse o governo, enviaria solução para regulamentar o teto de gastos nos próximos dias".

Enquanto os temas aguardam um posicionamento do governo, as dicussões em torno da reforma tributária caminham. Para Maia, as três propostas atuais sobre o tema - da Câmara, do Senado e a do governo - são convergentes e possuem o mesmo objetivo de simplificação do sistema. Segundo o deputado, a pauta precisa ser aprovada ainda este ano, mas isso não tira a necessidade de uma reforma administrativa e o controle do teto de gastos.

"Nova CPMF"

Publicamente contrário à criação de um novo imposto sobre negociação eletrônica, Maia voltou a criticar o projeto. Durante o evento, Maia destacou que nenhum outro país no mundo discute algo semelhante e que pode criar uma nova distorção no sistema.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Contrariando as declarações do ministro Paulo Guedes, o presidente da Câmara destacou que caso os recursos do novo imposto sejam utilizados para financiar o Renda Brasil - programa permanente de auxílio aos mais necessitados em discussão no governo - haverá sim um aumento na carga tributária.

Leia Também

CLIMA DE COPA

Lotofácil adiada por jogo do Brasil na Copa do Mundo tem 41 ganhadores, mas só 2 ficam milionários; Mega-Sena pode pagar R$ 3,5 milhões hoje

RUÍDO NA FALA DO BC

Meirelles alerta: comunicação confusa do BC pode custar caro para a inflação

Para o chefe da Câmara, o foco da reforma tributária deve ser copiar aquilo que já deu certo no resto do mundo, discutir distorções do imposto de renda e tributação das empresas e dividendos, evitando repetir erros do passado que não repetir erros do passado que não resolveram os problemas para os quais foram propostos.

Tabelamento de juros

Durante o evento, Rodrigo Maia também discutiu a necessidade de uma mudança de alteração no modelo de negócios do sistema financeiro para resolver problemas como as altas taxas de juros do cartão de crédito e cheque especial. Em julho, o Senado aprovou uma proposta que limita em 30% ao ano os juros cobrados nas operações com cartão de crédito e cheque especial durante a pandemia.

Para Maia, as taaxs atuais geram grande rejeição da sociedade e essa distorção precisa ser revolvida pelo próprio sistema financeiro, já que é impossível se tabelar juros. "Não existe nenhum país do mundo sério que tabele juros. Os bancos têm que estar preparados para discutir os seus modelos de negócios.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Em primeiro plano, Flávio Serrano, economista-chefe do Banco BMG. Em segundo plano, Gabriel Galíopolo, presidente do Banco Central do Brasil. Em destaque, a frase: O problema de Galípolo 24 de junho de 2026 - 13:35
ID da foto:1307414278 24 de junho de 2026 - 10:31

PROGRAMA NACIONAL CELULAR SEGURO

Nova fase do Celular Seguro: governo cria banco nacional para rastrear celulares roubados

24 de junho de 2026 - 10:31
cidades - são paulo 24 de junho de 2026 - 9:30
leilão itaú 24 de junho de 2026 - 9:01
Ilustração com bilhete premiado de Mega-Sena em frente ao Teatro Amazonas em Manaus. 24 de junho de 2026 - 6:58
Fachada de prédio da Petrobras (PETR4) 23 de junho de 2026 - 16:34
Lanche Hawaiian Airlines 23 de junho de 2026 - 13:13
acordo de paz; estados unidos. irã 23 de junho de 2026 - 10:00
Assinatura de parceria foi realizada durante evento que contou com a presença da presidente da Petrobras, Magda Chambriard, do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do presidente do BNDES, Aloizio Mercadante 22 de junho de 2026 - 15:38
will bank, liquidado pelo Banco Central. 22 de junho de 2026 - 14:36
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar