Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
de olho na nova crise

Meta fiscal pode ser mudada, diz secretário do Tesouro

Segundo Mansueto, mudança será feita caso seja preciso mais recursos para a Saúde por conta do coronavírus

Mansueto Almeida, Secretário do Tesouro Nacional
Imagem: Raul Junior/BTG

O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, admitiu nesta segunda-feira, 16, que o governo poderá flexibilizar a meta fiscal deste ano, que permite um déficit de até R$ 124,1 bilhões, caso haja necessidade de garantir mais recursos à Saúde no enfrentamento ao novo coronavírus.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Se a Saúde precisar de mais R$ 5 bilhões, R$ 8 bilhões, mais R$ 15 bilhões, nós garantiremos. Se for necessário, a meta será mudada", disse Mansueto.

Como mostrou a reportagem, a mudança na meta entrou no radar diante do risco cada vez maior de necessidade de bloquear despesas no Orçamento diante da frustração de receitas. O contingenciamento vem num momento crítico para o País. O próprio secretário especial de Fazenda, Waldery Rodrigues, disse que há possibilidade de mais frustração na arrecadação.

Waldery destacou, porém, que a comunicação da mudança virá conforme seja necessário. Segundo ele, a equipe ainda está fechando os cálculos.

"Exatamente de quanto (pode ser mudança da meta)? Ainda não se sabe", disse Mansueto. Segundo ele, na próxima sexta-feira deve haver um contingenciamento porque o governo tem data para publicar o relatório do primeiro bimestre, mas afirmou que, assim que alterar a meta caso seja de fato necessário, será possível desbloquear as despesas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O secretário do Tesouro ressaltou que o problema este ano não é o teto de gastos, regra que limita o avanço das despesas à inflação. Isso porque o governo pode abrir créditos extraordinários, que ficam de fora do teto, para fazer frente a despesas imprevistas. Além disso, a razão para o bloqueio seria a frustração de receitas, não o excesso de despesas.

Leia Também

INVESTIMENTOS

Tesouro Selic, prefixado ou IPCA+? Veja o que os analistas indicam como melhor opção no Tesouro Direto

Conteúdo Empiricus

Selic é reduzida e chega aos 14,25% ao ano, mas é ‘inevitável’ que cortes nos juros sejam pausados eventualmente, diz analista

"O importante é o que ocorrer com a meta não contamine o teto", disse Mansueto. Ele ressaltou ainda que é essencial que as medidas de ajuda fiquem restritas a 2020.

Waldery, por sua vez, rechaçou qualquer possibilidade de o governo retirar os investimentos do alcance do teto de gastos, como sugeriram alguns economistas.

*Com Estadão Conteúdo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Jogadores da Espanha em campo 19 de junho de 2026 - 15:41
Logo da marca Apple em uma fachada de prédio 19 de junho de 2026 - 13:15
suplemento alimentar anvisa ID da foto:2209671901 19 de junho de 2026 - 11:00
toy story 5 calvo cinema 19 de junho de 2026 - 9:30
seleção brasileira no gramado 19 de junho de 2026 - 7:08
brasil 18 de junho de 2026 - 19:52
anvisa antibioticos ID da foto:2224149495 18 de junho de 2026 - 14:56
leilão itau banco itub4 mercado imobiliário (1) 18 de junho de 2026 - 14:15
blackrock ação brasileira 18 de junho de 2026 - 9:47
Irã e EUA 18 de junho de 2026 - 8:00
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar