🔴 É HORA DE SAIR DA DEFENSIVA: ESTES 10 ATIVOS PODEM MULTIPLICAR ATÉ 400x EM 12 MESES – CONFIRA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

após fala do presidente

Guedes diz que ‘cartão vermelho’ de Bolsonaro não foi direcionado a ele

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que a "barulheira" em torno do Renda Brasil no período da manhã desta terça-feira, 15, ocorreu porque "estão conectando pontos que não são conectados"

Jair Bolsonaro e Paulo Guedes
O ex-presidente Jair Bolsonaro acompanhado do ex-ministro da Economia, Paulo Guedes. - Imagem: Alan Santos/PR

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que a "barulheira" em torno do Renda Brasil no período da manhã desta terça-feira, 15, ocorreu porque "estão conectando pontos que não são conectados", referindo-se às notícias sobre estudos da equipe econômica de desindexação do salário mínimo em benefícios previdenciários como forma de financiar o novo programa de assistência social. Guedes ainda disse que o "cartão vermelho" de Bolsonaro não foi direcionado a ele.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"O que estava sendo estudado é o efeito sobre desindexação sobre todas as despesas", afirmou o ministro, em evento online Painel Tele Brasil 2020, explicando que a ideia é devolver o controle dos gastos aos governantes, já que hoje 96% dos gastos da União são obrigatórios, assim como Estados e municípios. "O linguajar, os termos do presidente são sempre muito intensos. Da mesma forma, que o lide da notícia dizia que estava tirando direitos dos mais pobres e vulneráveis, não era essa intenção, nunca foi", argumentou, dizendo que a intenção do presidente foi esclarecer.

O ministro lembrou que, desde início, o presidente disse que não queria consolidar programas sociais para criar o Renda Brasil, e que foi uma decisão política.

Guedes também afirmou que o governo buscava uma aterrissagem suave do auxílio emergencial, que, por decisão do presidente, foi estendido até o fim do ano. "Estendeu o auxílio, então estudos prosseguiram para ver onde aterrissaria auxílio emergencial em 1º de janeiro. Quando estudos são formulados, discutidos, vão para mídia, não tem problema nenhum, o problema é ligar uma coisa à outra."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E repetiu: "O presidente está dizendo que a mídia está dizendo que eu estou querendo tirar dinheiro de pobre para dar para mais pobres. Eu não vou fazer isso. Acabou o Renda Brasil."

Leia Também

DESALECERAÇÃO DA IA

Dona do ChatGPT descarta IPO neste ano e executivos fazem alerta sobre IA: haverá um freio na tecnologia?

DEIXOU DE SER EXCLUSIVO

Venda de apartamentos de luxo despenca 53% em São Paulo. Quais os planos das incorporadoras para os super-ricos?

Responsabilidade fiscal

Guedes afirmou que, ao enterrar o Renda Brasil, o presidente Jair Bolsonaro "reafirmou o conceito de responsabilidade fiscal". Guedes disse que a reação do presidente foi política e correta, pois, segundo ele, as manchetes de todos os jornais fizeram uma conexão errada entre os estudos sobre desindexação de gastos, dentro do PEC do pacto federativo, e o congelamento de gastos previdenciários por dois anos para financiar o Renda Brasil. "O presidente pode desindexar tudo, menos os mais pobres."

Guedes afirmou que o presidente deu um sinal de que não vai "anabolizar" o Renda Brasil, sendo irresponsável na parte fiscal, em troca de aumento de popularidade. "O presidente disse: Não vou furar o teto e nem tirar dos mais pobres para anabolizar o Renda Brasil. Não há nenhuma tentativa populista de furar o teto."

O ministro também argumentou, durante palestra em evento online "Painel Tele Brasil 2020", que a proposta estudada pela equipe econômica é a desindexação de todas as despesas. "Quando se vê que alguém mais vulnerável será atingido, a decisão política é não prosseguir. Vamos descarimbar o dinheiro. "Naturalmente, a classe política dará reajustes para os mais pobres e vulneráveis. Decisão da classe política, como a do presidente, é que a prevalece."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Em um fundo que traz uma montagem com cédulas e gráficos, Roberto Padovani, economista-chefe do Banco BV, aparece do lado direito usando blazer azul e camisa branca. Do lado esquerdo, a pergunta: Por que os juros não caem? 11 de setembro de 2026 - 17:32
lotofácil da independência 11 de setembro de 2026 - 9:45
Imagem gerada por inteligência artificial mostra muitos condôminos discutindo em um condomínio com diversas torres de prédios. Ao fundo, há ainda uma churrasqueira e uma piscina 10 de setembro de 2026 - 12:35
Botijões de gás de cozinha do programa Gás do Povo em destaque, com identidade visual do governo federal, representando benefício social para recarga gratuita de gás de cozinha destinado a famílias de baixa renda. 10 de setembro de 2026 - 9:01
Bomba de combustível diesel e gasolina 9 de setembro de 2026 - 19:15
Chuva forte em São Paulo 9 de setembro de 2026 - 16:02
Imagem criada por inteligência artificial para ilustrar o projeto da OpenAI, dona do ChatGPT, para Wall Street. 9 de setembro de 2026 - 15:04
ID da foto:1275677842 9 de setembro de 2026 - 10:10
Fim do feriado 7 de setembro. 8 de setembro de 2026 - 6:42
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar