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Sobre o trabalho do Parlamento, Maia disse que as Medidas Provisórias começarão a ser votadas "uma a uma" na próxima semana

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que o Parlamento está à disposição para mudar leis que emperram soluções para o governo, mas tudo depende da iniciativa e agilidade do Executivo federal, algo que ainda não ocorreu efetivamente no seu entender. Participante de teleconferência promovida pelo jornal Valor Econômico, com a participação do economista-chefe do Banco Itaú, Mario Mesquita, o deputado lembrou que o governo federal é o único que pode emitir dívida e moeda, "não tem saída".
No webinário, o presidente da Câmara disse que o Brasil não pode ter vergonha de gastar. "Liberais ficam constrangidos em gastar, mas estamos em momento de guerra", frisou.
Maia disse que há um sério problema com o setor de transportes, reiterando que o BNDES poderá "se tornar dono das cias aéreas" e que, a partir do dia 5, o setor de transportes terrestres poderá entrar em colapso se nada for feito. "Governo poderá voltar a ser liberal a partir do segundo semestre", comentou.
Sobre o trabalho do Parlamento, Maia disse que as Medidas Provisórias começarão a ser votadas "uma a uma" na próxima semana. Mas alertou que "aprovar uma PEC não é como entrar no McDonalds e fazer um pedido, não dá para exigir que se vote uma PEC em 24 ou 48 horas".
Ele reiterou que as reformas serão mais importantes do que já eram antes da crise.
Para Maia, talvez tenha faltado ao Brasil um grande pacote nos moldes do que fez o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Ele lamentou que o Brasil tenha perdido 15 dias na medida sobre contratos de trabalho.
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