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volta gradual

Doria anuncia retomada gradual da economia em SP no dia 1º de junho

Segundo o governador, medida não é um relaxamento, mas um ajuste levando em conta as particularidades regionais do Estado

27 de maio de 2020
12:23 - atualizado às 15:12
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Governador do Estado de São Paulo, João Doria, durante Coletiva de imprensa sobre Coronavírus Local: São Paulo\SP. Data: 17\04\2020 Foto: Governo do Estado de São Paulo -

O governador do Estado de São Paulo, João Doria, anunciou nesta quarta-feira (27) a retomada "consciente" da economia a partir do dia 1º de junho. Período deve durar até dia 15 do mesmo mês.

Segundo Doria, a medida não é um relaxamento, mas um ajuste levando em conta as particularidades regionais do Estado. "Se tivermos de voltar atrás, faremos", disse em coletiva de imprensa.

O plano do governo do Estado classifica as regiões em fases de acordo com critérios definidos pela secretária estadual da Saúde e pelo Comitê de Contingência para Coronavírus.

As cinco fases do programa vão do nível máximo de restrição de atividades não essenciais (vermelho) a etapas identificadas como controle (laranja), flexibilização (amarelo), abertura parcial (verde) e normal controlado (azul).

A escala será aplicada a 17 regiões distintas do território paulista, de acordo com a abrangência dos DRSs (Departamentos Regionais de Saúde), que são subordinados à Secretaria de Estado da Saúde.

São os DRSs que determinam a capacidade de atendimento, transferências de pacientes e remanejamento de vagas de enfermaria e UTIs nos municípios.

Segundo o governo, as fases são determinadas pelo acompanhamento semanal da média da taxa de ocupação de leitos de UTI exclusivas para pacientes contaminados pelo coronavírus e o número de novas internações no mesmo período.

Uma região só poderá passar a uma reclassificação de etapa – com restrição menor ou maior – após 14 dias do faseamento inicial, mantendo os indicadores de saúde estáveis.

Em todos os 645 municípios, a indústria e a construção civil seguem funcionando normalmente. A interdição total de espaços públicos, teatros, cinemas e eventos que geram aglomerações – festas, shows, campeonatos etc – permanece por tempo indeterminado.

A retomada de aulas presenciais no setor de educação e o retorno da capacidade total das frotas de transportes seguem sem previsão.

Com exceção da capital, todos os municípios da Grande São Paulo e também da Baixada Santista e de Registro permanecem na fase vermelha e não terão nenhum tipo de mudança na quarentena em vigor desde o dia 24 de março. Nas três regiões, o sistema de saúde está pressionado por altas taxas de ocupação de UTI e avanço de casos confirmados de pacientes com coronavírus.

Nas demais fases, haverá flexibilização parcial em diferentes escalas de capacidade e horário de atendimento. A etapa laranja, que abrange a capital e outras dez regiões no interior e litoral norte, prevê retomada com restrições a comércio de rua, shoppings, escritórios, concessionárias e atividades imobiliárias. Os demais serviços não essenciais continuam fechados.

Na fase amarela, haverá reabertura total de serviços imobiliários, escritórios e concessionárias segundo protocolos sanitários. Comércio de rua, shoppings e salões de beleza, além de bares, restaurantes e similares poderão funcionar com restrições de horário e fluxo de clientes.

As regiões que chegarem à fase verde poderão atenuar as restrições ao funcionamento de todos os setores da fase amarela. Academias de ginástica e centros de prática esportiva também voltarão a receber frequentadores, desde que respeitados limites de redução de atendimento e as regras sanitárias definidas para o setor.

O cálculo do governo é que o isolamento social desde meados de março em São Paulo tenha preservado 65 mil vidas. O Estado é o epicentro da pandemia no país, com 6,4 mil mortes, segundo o Ministério da Saúde do governo federal.

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