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Após semana de queda interrompendo o ciclo de alta histórica, colunista do Seu Dinheiro acredita que a ‘nova corrida do ouro’ está longe de acabar
O preço do ouro caiu mais de 4% na terça-feira, 11, interrompendo o ciclo de alta do metal, que havia atingido o patamar de US$ 2.070 na semana passada pela primeira vez na história - maior alta desde 7 de setembro de 2011, quando bateu os US$ 1.814,20.
Apesar de a queda não ser o “fim do mundo” e a volatilidade dos mercados ainda poder derrubar as cotações, isso frustrou um pouco os investidores que sonham em ver o metal se consolidando na casa dos US$ 2 mil para cima.
E a frustração não vem à toa. Entre 2008 e 2011, o ativo vinha batendo recorde atrás de recorde, até que começou a cair.
Anos depois estamos de novo em um ciclo de alta. Mas há motivos para se preocupar com essa queda agora?
Na visão do especialista em mercado de capitais Ivan Sant’Anna, não. Atuando com investimentos há 62 anos, o veterano avalia que o mercado vai acumular ao redor de US$ 2 mil e continuar subindo.
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Sem perder de vista que o crescimento não é linear, ele cita quatro razões para pensar assim e traz um panorama histórico e atual do ouro, envolvendo questões macroeconômicas, que fundamentam sua tese. Ele aponta, porém, fatores de riscos sobre ps quais o investidor deve ficar atento.
Afinal, alcançar bons lucros com um ativo de proteção, que já se valorizou 5.505% nos últimos 49 anos é possível, mas com cautela e visão de longo prazo.
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