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Mas nem tudo foi ruim. De acordo com o documento apresentado pela fintech, o Nubank fechou o ano passado com 16 milhões de contas, sendo que 45 mil foram apenas contas voltadas para pessoas jurídicas (PJs)

Apesar de terminado o ano de 2019 com alta de 485% no número de contas e crescimento nas receitas, o Nubank, uma das fintechs de maior crescimento no país, voltou a apresentar balanço negativo com prejuízo chegando a casa dos R$ 312,7 milhões. O montante é o triplo do registrado um ano antes. Os números foram apresentados pela empresa no último sábado (22).
Mas nem tudo foi ruim. De acordo com o documento apresentado pela fintech, o Nubank fechou o ano passado com 16 milhões de contas, sendo que 45 mil foram apenas contas voltadas para pessoas jurídicas (PJs). A instituição lançou tal opção em outubro do ano passado de olho em atender negócios menores, além de clientes autônomos e empreendedores.
Seguindo a mesma linha, o número de clientes expandiu e fechou em 19,7 milhões em dezembro do ano passado, o que representa um crescimento de 3,3 vezes.
As receitas com intermediação financeira, por sua vez, subiram 165%, principalmente por conta das operações com títulos e valores mobiliários que passaram de R$ 150 milhões para R$ 407 milhões.
Outra linha da demonstração financeira que aumentou foi a das despesas. A diferença é que em velocidade menor. No ano passado, as despesas tiveram alta de 36%.
Entre os motivos para a subida estão a provisão para créditos duvidosos, que alcançou a casa dos R$ 747 milhões, montante bem acima dos R$ 486 milhões registrados um ano antes.
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A fintech registrou ainda uma queda de 10,4% no índice de atraso da carteira total acima de 90 dias, fechando o ano passado em 6,6% (ajustando pelo crescimento da carteira).
"Nosso resultado líquido é diretamente ligado ao nosso ritmo de crescimento: escolhemos investir, crescer e oferecer serviços a mais pessoas – e a grande aceitação dos nossos produtos, novos e já existentes, fez com que a nossa base aumentasse em 13,8 milhões de clientes – um número muito maior do que os 3 milhões de clientes novos em 2018", disse Gabriel Silva, vice-presidente de Finanças.
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