🔴 TOUROS E URSOS: LULA 3 FAZ 3 ANOS, OS DADOS ECONÔMICOS E A POPULARIDADE DO GOVERNO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Jasmine Olga

Jasmine Olga

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

Aquecendo os motores

Onde investir em 2020: mercado imobiliário tem perspectiva favorável com juro baixo e retomada do crescimento

Com um 2019 marcado pela retomada da valorização dos imóveis, 2020 deve cimentar a plena recuperação do setor imobiliário.

Jasmine Olga
Jasmine Olga
5 de janeiro de 2020
6:25 - atualizado às 13:44
imóveis
Imagem: Shutterstock

Uma conjunção de fatores positivos favorece o mercado imobiliário em 2020. O segmento foi um dos que mais sofreu com a última recessão e perdeu o brilho. O jogo começou a mudar entre 2018 e 2019 e agora tudo indica que o mercado de imóveis deve engatar em um ciclo de alta.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As taxas de juros do crédito imobiliário nunca estiveram tão baixas, os níveis de emprego voltam a subir e a economia aponta para uma trajetória de crescimento. Com o aumento da confiança, as pessoas voltam aos plantões de venda, impulsionando os números de lançamentos e vendas. 

  • Onde Investir 2020: veja a série especial completa com indicações do que esperar do mercado de ações, câmbio, renda fixa, imóveis, fundos imobiliários e criptomoedas.

Se você pensa em comprar imóveis num futuro breve, não está sozinho. Segundo os números divulgados no Raio-X do 3º trimestre pelo FipeZap, 38% dos entrevistados declararam querer adquirir um imóvel nos próximos três meses. Desses, 88% desejam comprar para moradia própria e 12% buscam investir.

O que puxa a recuperação?

Quando perguntados sobre as razões para a retomada do otimismo e do investimento no setor, os especialistas destacam a particularidade do ano que passou: 2019 foi considerado um período de consolidação para a recuperação do mercado imobiliário. 

No fim de 2018 as expectativas já eram mais positivas para o mercado, mas 2019 surpreendeu, conta Cristiane Magalhães Teixeira Portella, presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nos 12 meses encerrados em novembro do ano passado, foram financiadas a compra ou construção de 290 mil imóveis, uma alta de 32% em relação ao período anterior.

Leia Também

O segundo semestre do ano passado deu um gás no mercado, em uma tendência que deve ser mantida neste ano. De acordo com a presidente da Abecip, foi nesse período que os números de novos empreendimentos surpreenderam e os preços também voltaram a crescer. 

Um dos fatores que puxaram a recuperação do setor foi a retomada da geração de emprego. No trimestre até novembro, o índice de desemprego no Brasil ficou em 11,2%, um índice abaixo do registrado há um ano (11,6%).

Esse é um número relevante para o mercado imobiliário. Se o brasileiro está desempregado (ou com medo de ser demitido) ele não tem confiança de comprar um apartamento, um bem de valor tão alto e de pagamento no longo prazo. Então, o mercado imobiliário trava.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na crise, muita gente queria comprar um imóvel, mas desistiu diante do cenário incerto, o que gerou uma demanda reprimida. Basilio Jafet, presidente do sindicato de Habitação de São Paulo (Secovi), explica que esses compradores voltaram ao plantão de venda com a melhora na confiança na economia. Essa demanda reprimida que volta ao mercado puxa a retomada das vendas e lançamentos.

São Paulo é uma das cidades que se destacam dentro do cenário de recuperação. Segundo Reinaldo Fincatti, da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp), 42,2 mil novas unidades foram lançadas na região metropolitana entre janeiro e outubro, 51% mais que o mesmo período de 2018 (28,05 mil unidades lançadas). 

Para os especialistas, os números de 2019 podem ser ainda mais positivos. Fincatti lembra que os últimos dois meses do ano - novembro e dezembro - concentram a maior parte dos lançamentos. Os dados ainda não foram consolidados e só devem ser apresentados em janeiro.

E os preços, como estão?

Existem diferentes números para medir os preços no mercado imobiliário. Quase todos mostram uma recuperação dos preços dos imóveis em 2019, ainda que tímida.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Cristiane Magalhães, presidente da Abecip, destaca que o que se vê atualmente no mercado é uma retomada "vagarosa mas consciente" dos patamares pré-crise. O Índice Geral do Mercado Imobiliário Residencial (conhecido como IGMI-R), calculado com base nas avaliações dos imóveis oferecidos como garantia em contratos de financiamentos de 4 mil municípios, mostra com precisão essa tendência. 

Até novembro, a alta dos preços dos imóveis medida pelo indicador foi de 3% no país. É possível, no entanto, notar que há uma diferença relevante no ritmo de recuperação em cada mercado regional. A cidade de São Paulo está à frente na trajetória de recuperação.

Para a presidente da Abecip, 2019 foi o primeiro ano da retomada nominal dos preços, e o índice deve fechar perto de 4% ao ano. Em 2018, o indicador de preços mostrou uma estabilidade (0,64%), após três anos consecutivos de queda. Os preços, no entanto, ainda caminham em linha com a inflação e não há até o momento um aumento real.

O cenário, no entanto, é de otimismo para 2020. “Os lançamentos estão também com valor mais alto do que antes. Só não sabemos ainda em que ritmo essa recuperação irá acontecer”, conta.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os dados do Secovi sobre os novos lançamentos de São Paulo mostram bem essa tendência. Nos dez primeiros meses de 2019 a média do metro quadrado dos imóveis novos ficou em R$ 8.862, contra R$ 8.029 em 2018, uma valorização de 10% - superando com folga a inflação no período.

Imóveis comerciais: ainda patinando

Se no segmento de imóveis residenciais o ciclo de alta já começou, nos imóveis corporativos e salas comerciais a crise ainda não é passado. Os preços de venda dos imóveis comerciais acumulam queda de 2,29% entre janeiro e novembro de 2019, segundo o índice FipeZap, que monitora os preços em dez cidades. Em nenhuma delas há recuperação.

O segmento ainda sente fortemente a crise econômica, que fez negócios fecharem as portas e encolherem, deixando imóveis vazios pelo país.

O que esperar de 2020

O mercado imobiliário deve refletir as perspectivas mais positivas para a economia brasileira. A expectativa é que o avanço do PIB da construção civil seja maior que os 2,30% esperados pelo mercado para o PIB do Brasil. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas mesmo com números e perspectivas tão animadoras, Cristiane Portella lembra que quando se fala em um aquecimento do mercado é preciso utilizar com cuidado o termo, já que o setor trabalha com bases reduzidas pelos anos de crise.  

“Não significa que o setor está bombando e sim que tem retomado sua forma de modo consistente e que nos leva a ver com bons olhos o que temos pela frente. É uma retomada não eufórica do mercado”.

Crédito barato

Outro ponto essencial para o bom momento do setor são as mudanças no financiamento imobiliário. Os bancos reduziram suas taxas diante do grande corte na taxa básica de juros, a Selic, que chegou ao fim de 2019 em 4,5% ao ano, a mínima histórica.

A redução da taxa de juros nos financiamentos aumenta a atratividade da compra de imóveis. Antes da queda da Selic, as taxas de juros do financiamento imobiliário se acomodaram em 11,7% ao ano (+TR), em média. Agora elas caíram para algo perto de 7% (+TR).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com essa redução, o valor das parcelas hoje pode ser cerca de 30% menor do que teriam sido um ano antes, segundo estimativas do presidente do Secovi. Isso significa que, com a mesma renda, o comprador consegue fazer um negócio ainda melhor, financiando um imóvel maior e mais caro.

Para João da Rocha Lima, do Núcleo Real Estate da Poli-USP, este se tornou o momento ideal para que o capital que vivia de juros da renda fixa migre para investimentos mais arriscados e uma parcela retorne para a compra de imóveis.

Além do FGTS, poupança e linhas mais atrativas de financiamento, o comprador também passou a contar com a possibilidade de linhas de crédito corrigidas pelo IPCA, como as anunciadas pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil, aumentando o leque de opções para quem quer embarcar neste mundo.

Segundo indicadores da Abecip, até outubro, 237,3 mil novas unidades haviam sido financiadas, tanto para construção como para aquisição, movimentando R$ 62 bilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Fonte: Abecip

A competição atual entre os bancos é vista com bons olhos pelos especialistas, mas Cristiane Portella acredita que reduções maiores nos juros não devem acontecer.

O preço vai subir? 

Embora todos concordem que o ano deve ser positivo para o setor, não há unanimidade sobre qual  a tendência a ser seguida pelos preços dos imóveis.

O professor João da Rocha Lima, da USP, acredita que neste ano a retomada da demanda ainda não é compatível com a oferta existente, já que os últimos anos foram marcados por uma oferta reduzida.

"Em geral, os empreendedores também recuam durante a crise. Temos um aquecimento da demanda, mas ainda não existe uma oferta compatível nem mesmo com a demanda orgânica".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E aí entra um dos princípios mais clássicos de economia. Se a demanda é maior que a oferta, a tendência é que os preços subam.

Ainda não há consenso, no entanto, sobre o ritmo de alta dos preços. Reinaldo Fincatti, da Embraesp, diz ser prematuro acreditar em uma alta de preços superior ao teto da inflação e acredita em uma valorização pequena. Ele lembra que o que importa para o investidor é o crescimento real, acima da inflação.

Conclusão: Se você deseja comprar, o momento é bom, já que os preços ainda não engatilharam uma alta considerável e têm grandes chances de voltar a ter um crescimento real em 2020 ou nos próximos anos. 

Alugar vale a pena?

Aqueles que desejam comprar para alugar também devem encontrar um cenário mais favorável em 2020, mesmo que o avanço no ano passado ainda tenha sido tímido.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo o Índice FipeZap de locação residencial, até novembro de 2019 o segmento teve uma valorização de 4,64%. Embora acima da inflação oficial do período - que foi de 3,12% -, o número ainda ficou abaixo da variação do IGP-M, a inflação do aluguel medida pela Fundação Getulio Vargas (FGV), que foi de 5,11%. Entre janeiro e novembro, a alta real dos valores ficou em 1,47%.

O Índice FipeZap ainda calcula a rentabilidade daqueles que escolhem obter renda com o aluguel. Segundo o cálculo da razão entre o preço médio de locação e o preço médio de venda, o retorno médio do aluguel residencial até novembro foi de 4,72% em 2019, contra 4,43% visto em 2018.

Basílio Jafet, do Secovi, explica que a tendência para os próximos anos é que cada vez mais pessoas aluguem ao invés de comprar. Trata-se de uma mudança geracional, que deve ocasionar o aumento da demanda e abrir mais janelas de oportunidade para quem quer ganhar dinheiro com locação de imóveis.

Há vagas

Já na área comercial, o reaquecimento da economia deve fazer as empresas que se retraíram nos últimos anos voltarem a crescer, e esse fator deve voltar a elevar os aluguéis no próximo ano. Mas por enquanto, o setor ainda colhe os frutos da crise.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O setor de aluguel de salas e conjuntos comerciais sofreu com a vacância, já que as empresas diminuíram de tamanho, fecharam as portas ou procuraram alternativas mais baratas. Com uma grande oferta de espaços vagos, em 2019 vimos os valores dos preços dos aluguéis se manterem, com uma variação muito pequena nos valores.

Segundo o Índice FipeZap de locação comercial, os aluguéis tiveram uma alta de 0,19% até novembro, contra 3,12% da inflação oficial (IPCA). Já a rentabilidade do aluguel comercial ficou estável no ano, mas acima do visto no segmento residencial, a 5,35%.

O esperado agora é que o reaquecimento da economia demande salas comerciais, com a abertura de novas empresas e contratação de pessoal, restabelecendo os patamares pré-crise.

Segundo a Embraesp, a expectativa é que 2020 finalmente atinja o ponto de equilíbrio do setor, com uma taxa de vacância em torno de 10%, bem abaixo dos 23% registrados em 2018. Mas assim como o restante do mercado imobiliário, essa retomada deve ser gradual. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Cuidados para comprar imóveis

Antes de comprar imóveis é preciso tomar alguns cuidados para que a situação não acabe se tornando uma grande dor de cabeça. Afinal, imóvel enrolado é mau negócio em qualquer cenário.

Veja aqui um check list para você fazer antes de embarcar no investimento:

  • Preste atenção em questões como localização e estrutura do empreendimento.  
  • Veja se toda a documentação está em ordem.
  • Aproveite a competição entre os bancos e compare as taxas do financiamento imobiliário.
  • Olhe além da taxa de juros e compare o Custo Efetivo Total (CET) dos empréstimos.
  • Lembre-se de que imóvel é um investimento de baixa liquidez. Então não invista no ramo se precisar do dinheiro no curto prazo.
  • Se for comprar na planta, verifique o histórico de entrega e a qualidade dos imóveis da construtora.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
BOA PARA MORAR?

Ponto de virada da cidade com metro quadrado mais caro do interior de São Paulo veio do céu (literalmente)

8 de janeiro de 2026 - 11:38

Pesquisa FipeZap mostra que o metro quadrado dos imóveis em São José dos Campos teve valorização de 9,6% mais em um ano

NO REBOTE

Lotomania aproveita bola dividida na Lotofácil e paga maior prêmio da quarta-feira nas loterias da Caixa

8 de janeiro de 2026 - 7:24

Lotofácil deixou dois apostadores quase milionários, mas não foi páreo para o prêmio principal da Lotomania. Na +Milionária, uma bola na trave impressionante impediu que ela saísse pela terceira vez na história.

MERCADO DE CAPITAIS

CVM sob um novo-velho comando: quem é Otto Lobo, indicado do governo Lula para a presidência da xerife do mercado de capitais

7 de janeiro de 2026 - 19:13

Atual presidente interino associado a decisão polêmica sobre a Ambipar é indicado para liderar a autarquia em meio ao aniversário de 50 anos da instituição

ENTENDA A NOVA LEI

Tributação sobre lucros e dividendos: o que a nova lei muda para empresas do Simples Nacional

7 de janeiro de 2026 - 18:30

Especialistas apontam conflito com a Lei Complementar nº 123/2006, que garante tratamento diferenciado ao regime simplificado

MENINO NEY

O que você faria com R$ 300 milhões? Neymar comprou uma coleção de veículos na ‘estética Batman’

7 de janeiro de 2026 - 16:16

Jatinho avaliado em R$ 250 milhões, helicóptero usado em deslocamentos ao CT e um Batmóvel de R$ 8 milhões compõem a coleção exibida pelo craque

DE NOVO 

Fake news sobre taxação do Pix acima de R$ 5 mil volta a circular; entenda o que diz a Receita Federal

7 de janeiro de 2026 - 15:44

Órgão nega imposto, multa e qualquer cobrança sobre movimentações financeiras, inclusive via PIX, e reforça isenção maior do IR a partir de 2026 

GOLAÇO!

Quina aproveita bolas divididas na Lotofácil e na Dia de Sorte e faz único milionário das loterias da Caixa na terça-feira

7 de janeiro de 2026 - 7:43

Quina foi a única loteria da Caixa a pagar um valor milionário ontem, mas os prêmios de consolação da Mega-Sena, da Timemania, da Lotofácil e da Dia de Sorte deixam pouca margem para reclamação

EM BREVE

Calendário do PIS/Pasep 2026 começa em fevereiro; confira quando o abono cai na conta

7 de janeiro de 2026 - 5:45

Pagamentos do abono salarial seguem mês de nascimento ou número de inscrição e vão até agosto 

AUMENTOU

INSS reajusta piso em 2026: benefício agora parte de R$ 1.621 com novo salário mínimo

6 de janeiro de 2026 - 15:15

Reajuste de 6,79% entra em vigor em janeiro; os pagamentos com o valor reajustado seguem o calendário oficial do INSS 

INVESTIGADO

Banco Central questiona decisão do TCU em relação à investigação do Master, e embate ganha novo capítulo

6 de janeiro de 2026 - 13:43

O BC entrou com um embargo de declaração no TCU, para questionar a decisão de investigá-lo no processo de análise do Banco Master; veja qual o risco da liquidação ser revertida

APENAS EM JANEIRO

Simples Nacional 2026: pequenas empresas podem migrar para o regime neste mês 

6 de janeiro de 2026 - 12:40

O prazo para solicitar o enquadramento termina em 30 de janeiro, último dia útil do mês

SUPERCOMPUTADOR

Jaci, o supercomputador que conecta ciência de ponta e saber ancestral para evitar desastres naturais

6 de janeiro de 2026 - 10:35

Novo sistema do Inpe substitui o Tupã e amplia velocidade e a precisão das previsões metereológicas e climáticas 

BRILHO SOLITÁRIO

Lotofácil deixa 5 pessoas mais perto do primeiro milhão; Mega-Sena volta hoje depois de Mega da Virada conturbada

6 de janeiro de 2026 - 7:11

Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores no primeiro sorteio da primeira semana cheia de 2026. Mesmo com bola dividida, sortudos estão mais próximos do primeiro milhão.

COMEÇA ESSE MÊS

Calendário do BPC/LOAS 2026: veja quando o pagamento do benefício cai

6 de janeiro de 2026 - 5:50

Benefício assistencial segue o calendário do INSS e é pago conforme o número final do BPC 

ATENÇÃO AO PRAZO

MEI já pode entregar a declaração anual de faturamento; veja como preencher o documento

5 de janeiro de 2026 - 16:52

O microempreendedor individual deve informar quanto faturou e se teve algum funcionário em 2025 por meio da DASN-SIMEI

ALÉM DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Robôs humanoides, data centers gigantes e biotecnologia: as oito teses que definirão a economia e os investimentos em 2026

5 de janeiro de 2026 - 15:29

Relatório da Global X compilou as tendências globais que devem concentrar capital para desenvolvimento nos próximos anos

BOLETO DO MEI

Valor da contribuição mensal do MEI muda em 2026; veja quanto fica

5 de janeiro de 2026 - 10:40

O aumento do salário mínimo para R$ 1.621 também altera a contribuição mensal do microempreendedor individual

PREVIDÊNCIA SOCIAL

Calendário do INSS 2026: confira as datas de pagamento e como consultar

5 de janeiro de 2026 - 9:33

Aposentados e pensionistas já recebem com valores corrigidos pelo novo salário mínimo; depósitos seguem o número final do benefício  

ANOTE NO CALENDÁRIO

Feriados 2026: veja quando caem as primeiras folgas do ano

5 de janeiro de 2026 - 7:01

Calendário de 2026 tem maioria dos feriados em dias úteis e abre espaço para fins de semana prolongados ao longo do ano

BOMBOU NO SD

Vencedor da Mega da Virada que jogou o prêmio no lixo, dividendos sendo tributados e mais: as mais lidas do Seu Dinheiro

4 de janeiro de 2026 - 17:30

Mega bilionária, novos impostos e regras do jogo: o que bombou no Seu Dinheiro na primeira semana do ano, entre a corrida pelo prêmio da Mega da Virada e a estreia da tributação sobre dividendos

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar