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2020-04-15T18:30:12-03:00
Vinícius Pinheiro
Vinícius Pinheiro
Diretor de redação do Seu Dinheiro. Formado em jornalismo, com MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela FIA, trabalhou nas principais publicações de economia do país, como Valor Econômico, Agência Estado e Gazeta Mercantil. É autor dos romances O Roteirista, Abandonado e Os Jogadores
Prévia do trimestre

XP tem queda nos ativos sob custódia em meio à crise, mas receita sobe

O total de ativos sob custódia na instituição registrou uma redução de 10,5% no trimestre e encerrou o mês de março em R$ 366 bilhões

15 de abril de 2020
17:56 - atualizado às 18:30
XP Investimentos
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

A crise do coronavírus, que derrubou o valor de mercado da maioria dos ativos nas últimas semanas, cobrou seu preço para os clientes da XP Investimentos.

O total de ativos sob custódia na instituição registrou uma redução de 10,5% no trimestre e encerrou o mês de março em R$ 366 bilhões, de acordo com dados da prévia operacional divulgada hoje.

Apesar da queda nos ativos sob custódia, a expectativa da XP é que a receita bruta da empresa apresente um aumento de mais de 60% em relação ao primeiro trimestre do ano passado e alcance mais de R$ 1,6 bilhão. Já a margem líquida ajustada deve avançar mais 4 pontos percentuais e superar os 22%.

Mesmo com a crise, o número de clientes na XP aumentou 18% no trimestre e passou da marca de 2 milhões, segundo a empresa, que abriu o capital em dezembro do ano passado na bolsa norte-americana Nasdaq.

Apesar da queda no total de ativos, a XP registrou uma entrada líquida de R$ 36 bilhões de recursos de investidores no trimestre.

Já o índice de satisfação dos clientes medido pelo NPS registrou uma queda de 1 ponto, de 73 para 72 pontos. Ao longo do mês de março, os sistemas da XP apresentaram uma série de problemas, que foram relatados pelos usuários em redes sociais.

A empresa vai detalhar os números logo mais em uma apresentação para investidores. Clique aqui para acompanhar a videoconferência.

Leia também:

Nada muda

A crise do coronavírus não vai mudar as projeções de médio prazo divulgadas pela XP, afirmou Bruno Constantino, diretor financeiro da companhia, em uma apresentação para investidores logo após a divulgação dos números.

“Não estamos diminuindo o tamanho do problema, mas não vemos razão para mudar nada no guidance [projeções] de médio prazo. A razão é o tamanho da oportunidade e alta concentração do mercado no Brasil”, afirmou.

A XP projeta um crescimento na receita bruta acima de 35% ao ano em um prazo de três a cinco anos e uma margem líquida ajustada entre 18% e 22% no mesmo período.

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