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de olho na reestruturação

Via Varejo avança na operação online, mas endividamento preocupa

Analistas estimam alta nas ações da varejista, que passa por um processo de reestruturação; crise do coronavírus deve ser obstáculo para empresa

Fachada da loja Casas Bahia, rede pertencente à Via (VIIA3)
Casas Bahia é uma das redes de lojas operadas pela Via (VIIA3) - Imagem: Shutterstock

O quarto trimestre de 2019 da Via Varejo agradou parte dos analistas, que vêem progresso no processo de restruturação da empresa. Para a XP Investimentos e Credit Suisse, o momento é de compra da ação. BTG Pactual se mantém neutro e diz que é importante monitorar o endividamento da empresa, em especial por conta da crise do coronavírus.

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Analistas da Credit Suisse estimam que os papéis da Via Varejo (VVAR3) podem chegar a R$ 21 em 12 meses - o que representaria uma valorização de 267,78% em relação a cotação de ontem, de R$ 5,71. Os especialistas do BTG veem potencial de 52,54%, a R$ 8,71. Nesta quinta-feira (26), as ações da varejista subiam 9%, a R$ 6,24, mas desde janeiro derretem 45%.

A alta das ações nesta quinta acontece no primeiro pregão após a empresa divulgar que teve um lucro de R$ 78 milhões no quarto trimestre, revertendo um prejuízo de R$ 282 milhões no mesmo período do ano anterior. Em 2019, a varejista teve prejuízo de R$ 479 milhões.

O resultado é o primeiro fechado do ano após a retomada do controle acionário por parte da família de Michel Klein, que em junho de 2019 comprou toda a participação do GPA no capital social da Via Varejo. A operação aconteceu dez anos após ele ter negociado a fusão da Casas Bahia com o Ponto Frio e cedido o controle do negócio ao GPA.

Lado bom

Para os analistas da XP, o destaque no balanço da Via Varejo foi o que eles vêem como forte aceleração da operação de e-commerce, com um crescimento de 34,9% na comparação anual das vendas online.

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O Credit Suisse aponta para o GMV (Gross Merchandise Volume), principal métrica de valuation e desempenho do setor de e-commerce, que avançou 28,8%. "É uma ótima notícia para nós, pois indica que o sistema de vendas ficou estável pela primeira vez em muito tempo", dizem os analistas do banco.

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A instituição norte-americana ainda cita a melhora em 58,4% no marketplace, devido expansão no número de sellers, maior oferta de produtos e melhoria do nível de serviço. Além de um aumento do número de usuários ativos nos aplicativos da Casas Bahia e Ponto Frio.

Os analistas da XP apontam "melhora substancial da rentabilidade", com expansão de 3,7 p.p da margem bruta na comparação anual, melhora na rentabilidade e relacionamento com fornecedores, e a capacidade de execução. Para a XP, são avanços que ajudarão no período de crise desencadeado pelo novo coronavírus.

Lado ruim

Segundo os analistas do Credit Suisse, é motivo de preocupação o recuo de 0,06% do "SSS" - same store sales, ou vendas em mesas lojas: indicador de produtividade de uma varejista.

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Também segue monitorada dívida a empresa, que no final do ano passado chegou a R$ 1,6 bilhão. Os analistas do BTG, lembram que, como a Via Varejo tinha R$ 1,4 bilhão em caixa no final de 2019, o índice de liquidez chega a 0,8%.

Levando em conta a relação com os fornecedores, cujo aumento nas condições de pagamento tem sido um dos focos da empresa nos últimos meses, o índice de liquidez chega a 0,4%, dizem ainda os analistas.

"Considerando a grande turbulência na economia, será importante monitorar as iniciativas de contingência da empresa para economizar dinheiro durante esse período".

No último dia 23, os analisas do UBS disseram que a Via Varejo pode chegar ao final de 2020 com uma dívida líquida de R$ 6,9 bilhões. O banco assume que a varejista teria que liquidar seu estoque a toque de caixa e não realizaria vendas em lojas físicas no segundo trimestre, além de ter queda de 30% nas vendas online.

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