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Medidas adotadas pelo governo para combater o coronavírus foram adequadas, disse a presidente do Conselho do Magazine Luiza, a empresária Luiza Trajano
As medidas adotadas pelo governo para combater o coronavírus foram adequadas, disse nesta segunda-feira, 7, a presidente do Conselho do Magazine Luiza, a empresária Luiza Trajano. Ela participou de uma transmissão ao vivo organizada pelos jornais O Globo e Valor Econômico. "Mas gostaria de dizer ao secretário Mansueto Almeida, que participou da mesma live, que os recursos precisam chegar mais rápido nas pontas", disse.
Ela afirmou que criou junto com Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV) um sistema chamado De Para que leva informações aos pequenos e médios empresários para informá-los onde pegar os recursos. "São nas pequenas e médias empresas que está a maioria dos empregos. Mas as medidas, a princípio foram boas. Minha preocupação é que elas cheguem na ponta", disse Luiza Trajano.
Luiza também disse que é preciso destravar os bancos, que têm dificultado o dinheiro chegar na ponta. Ela lembrou que em 2008, foram a Caixa e o Banco do Brasil que destravaram as portas para os recursos chegarem aos beneficiários.
Ela criticou ainda a necessidade de que as medidas, como a suspensão de contratos de trabalho, passem pelos sindicatos antes de serem efetivadas - na segunda-feira, o Supremo Tribunal Federal (STF) tomou decisão nesse sentido.
"Nesse momento, não dá para passar pelo sindicato. A falta de fluxo de caixa quebra uma empresa em 15 dias, estão todos assustados", completou a empresária.
Luiza disse que não demitiu nenhum empregado de suas lojas, mas teve que desligar quem estava em contrato de experiência e que está fazendo campanha para que outros empresários não demitam. "A empresa não será a mesma depois do coronavírus, nossos sistemas, tamanhos de escritórios não serão os mesmos", acrescentou.
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A presidente do Conselho de Administração do Magazine Luiza afirmou ainda que a discussão sobre isolamento total ou vertical já passou e que é preciso olhar agora para o pós-pandemia. "Se eu abrir minhas lojas hoje, não tem clientes nas ruas. Posso fazer mal para a saúde no médio prazo, é muito pior", avaliou.
Ela disse que as medidas de isolamento poderiam ter sido mais brandas, mas já aconteceram. "Já estamos vivendo, temos que trabalhar a partir do que temos agora", concluiu.
Instada a deixar uma mensagem para os jovens neste momento de crise, Luiza Trajano disse que o jovem precisará aprender a combater a desigualdade e a trabalhar conectado, em equipe. De acordo com ela, um funcionário pode até ser contratado por critérios técnicos, mas é pelo comportamento que ele é demitido. "Comportamento demite mais que técnica", comentou a empresária.
Ela disse que hoje em dia os processos de seleção de funcionários não começam mais perguntando de onde a pessoa vem ou em que faculdade estudou, mas avaliando o comportamento e a capacidade da pessoa trabalhar conectada.
"Os head hunters só perguntam depois de onde a pessoa vem e em que faculdade estudou. Não estou dizendo que o estudo não é importante, mas que o comportamento é muito importante", afirmou Luiza. "Os jovens vão ter que entender que, se tem uma coisa que a gente vai ter que aprender, é lutar contra a desigualdade social e a trabalhar coletivamente, adotar um diálogo que conecta", reafirmou.
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