🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Estadão Conteúdo

bem na praça

Fintechs e corretoras lideram avaliações positivas de clientes

Nota geral mais alta foi da corretora Órama, com 4,64, em uma escala de 0 a 5. Ela foi seguida pelo Nubank (4,37), Banco Inter (4,31), a corretora Mirae (4,22) e o BTG Pactual Digital (4,20)

Estadão Conteúdo
20 de janeiro de 2020
8:27 - atualizado às 18:29
Homem segura cartão de crédito e celular
Homem segura cartão de crédito e celular - Imagem: Shutterstock

Duas corretoras, um banco de investimentos, uma fintech e um banco médio compõem a lista de instituições financeiras mais bem avaliadas pelos usuários do Yubb, buscador de investimentos com mais de 8 milhões de buscas por mês.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A nota geral mais alta foi da corretora Órama, com 4,64, em uma escala de 0 a 5. Ela foi seguida pelo Nubank (4,37), Banco Inter (4,31), a corretora Mirae (4,22) e o BTG Pactual Digital (4,20).

Dentre os critérios avaliados pelos usuários, estavam a facilidade em usar as plataformas on-line, o atendimento ao cliente, custos e taxas praticadas pelas empresas. Além do ranking geral, o buscador de investimentos também informou à reportagem o desempenho das instituições nas categorias de grandes bancos, médios, fintechs e corretoras. A categoria com as notas mais baixas foi a dos grandes bancos.

O Santander - que teve a avaliação mais alta entre os cinco maiores bancos - atingiu a média de 3,17. No entanto, todas as demais categorias tiveram notas acima de 4 pontos para os cinco mais bem colocados. A superintendente executiva de investimentos do banco espanhol, Luciane Effting, vê o cenário de maior competição com otimismo.

"O cliente está mais informado. Por isso, ampliamos nosso portfólio com todas as classes de ativos e passamos a oferecer, inclusive, produtos de terceiros em nossas plataformas", diz. Ela afirma, ainda, que a concorrência tem efeitos benéficos: "fintechs têm estruturas enxutas e conseguem fazer movimentos rápidos. Vemos a competição como algo positivo", diz.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"As fintechs inovaram na proximidade e no atendimento ao cliente. Muitos bancos médios seguiram esse movimento. Além disso, os grandes bancos acabam perdendo em rentabilidade, pela segurança que oferecem", diz Bernardo Pascowitch, fundador do Yubb.

Leia Também

Ele observa que o fato de empresas menores liderarem o ranking das instituições financeiras demonstra um processo comum nas organizações: "Quanto mais elas crescem, mais difícil é manter o padrão", afirma.

A presença de empresas com focos diferentes entre as instituições mais bem avaliadas demonstra uma novidade entre os investidores: ser multiplataforma.

É cada vez mais comum que os clientes tenham conta em um banco, em uma corretora e em uma fintech ao mesmo tempo. "Se antes os grandes bancos concentravam as alternativas de investimento, hoje há mais possibilidades", diz Pascowitch.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dicas

Na hora de escolher onde colocar o dinheiro, porém, a avaliação do cliente deve ser cuidadosa. Taxas, variedade de produtos na plataforma, facilidade de usar o aplicativo e clareza nas informações são alguns dos pontos que o investidor deve avaliar, na visão de Guilherme Assis, CEO do Gorila Invest (aplicativo que organiza investimentos).

Assis diz que o usuário pode ter contas em diversas plataformas para aproveitar os benefícios e isenções de cada uma delas. Nessa lógica, porém, o desafio é não perder de vista o total que está sendo investido. "É preciso olhar o consolidado das suas posições. Dividindo o patrimônio em ativos de curto, médio e longo prazos. Analisando os ativos separadamente, pode-se tomar decisões erradas, que não fazem sentido na sua carteira como um todo", afirma.

Procurados, Itaú e Bradesco não quiseram comentar suas notas. Banco do Brasil e Caixa não responderam os contatos da reportagem. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
NOVA PREFERIDA

Esqueça a Vivo (VIVT3): para o JP Morgan, há ações de telecom ainda mais interessantes na bolsa brasileira e no exterior

9 de março de 2026 - 11:49

Mesmo após melhorar as projeções para a Telefônica Brasil, banco diz que o preço da ação já reflete boa parte do cenário positivo e revela uma alternativa mais atraente

CONVERSAS AVANÇADAS

A joia da coroa: Chevron negocia compra de 30% da Ipiranga com a Ultrapar (UGPA3), diz jornal

9 de março de 2026 - 10:39

A Ipiranga não é apenas mais uma peça no portfólio da Ultrapar; é, de longe, o ativo que mais sustenta a geração de caixa do conglomerado.

REESTRUTURAÇÃO

Para não entrar pelo cano, a Dexco (DXCO3), dona da Deca e Duratex, reduz linhas de produtos e vende ativos

9 de março de 2026 - 10:02

O desafio de recolocar os negócios no prumo é ainda maior diante do desaquecimento do mercado de materiais de construção e dos juros altos, que elevaram bastante as despesas com empréstimos

RECOMENDAÇÃO

Investindo no agronegócio: Cosan (CSAN3) e Suzano (SUZB3) dominam as recomendações de analistas para março

8 de março de 2026 - 14:23

Com foco em desalavancagem e novos projetos, as gigantes do setor lideram a preferência dos especialistas

BOLSO CHEIO

Disparada no preço do petróleo pode aumentar os dividendos da Petrobras (PETR4); saiba o que esperar e o que já está no radar

8 de março de 2026 - 11:55

Estatal vai pagar R$ 8,1 bilhões aos acionistas e sinalizou que pode distribuir ainda mais dinheiro se o caixa continuar cheio

SINAL VERDE

Cade aprova transferência do controle da Braskem (BRKM5) para IG4; gestora se torna sócia da Petrobras (PETR4)

6 de março de 2026 - 19:41

Operação encerra anos de tentativas de venda da participação da Novonor e abre caminho para nova fase de gestão e reestruturação das dívidas da companhia

VENCEDORES X PERDEDORES

Petrobras (PETR4) rouba a cena e chega a R$ 580 bilhões em valor de mercado pela 1ª vez; Vale (VALE3) perde US$ 43 bilhões em uma semana

6 de março de 2026 - 19:21

Enquanto os papéis da petroleira disparam no pregão, a mineradora e os bancos perderam juntos R$ 131,4 bilhões em uma semana

PARA ALÉM DO ROE

Quem realmente cria valor nos bancos? Itaú e Nubank disparam na frente em novo ranking — enquanto Banco do Brasil perde terreno

6 de março de 2026 - 19:10

Quem realmente cria valor nos bancos? Itaú e Nubank disparam na frente em novo ranking — enquanto Banco do Brasil perde terreno, diz Safra

CHORIPÁN NO PIX

Banco do Brasil (BBAS3) passa a oferecer Pix para brasileiros em viagem à Argentina — e nem precisa ser cliente do banco

6 de março de 2026 - 17:01

Brasileiros agora podem pagar compras em lojas físicas argentinas usando Pix; veja o mecanismo

DEPOIS DO BALANÇO

Dividendos extraordinários da Petrobras (PETR4)? Estatal responde se caixa com petróleo mais caro vai parar no bolso do acionista

6 de março de 2026 - 16:14

Com Brent acima de US$ 90 após tensão geopolítica, executivos da petroleira afirmam que foco é preservar caixa, manter investimentos e garantir resiliência

QUEM TEM CORAGEM?

Vai apostar contra a Petrobras (PETR4)? CEO diz que é melhor não. Ações da estatal chegam a subir 6% — e não é só pelo petróleo

6 de março de 2026 - 12:33

O Brent cotado acima de US$ 90 o barril ajuda no avanço dos papéis da companhia, mas o desempenho financeiro do quarto trimestre de 2025 agrada o mercado, que se debruça sobre o resultado

TROCA DE LIDERANÇA

Fundador da Oncoclínicas (ONCO3) deixa o comando após crise financeira e pressão do mercado. Quem assume como CEO agora?

6 de março de 2026 - 12:02

Bruno Ferrari renuncia ao cargo de CEO; empresa afirma que mudança abre caminho para uma nova fase de reestruturação

OS ÚLTIMOS CAPÍTULO DA NOVELA

Oi (OIBR3): venda do principal ativo da empresa ‘flopa’, enquanto falta de pagamento causa corte no rating da empresa

6 de março de 2026 - 11:30

Venda da fatia na V.tal recebe proposta abaixo do valor mínimo e vai à análise de credores; Fitch Ratings rebaixa a Oi por atraso no pagamento de juros

INJEÇÃO BILIONÁRIA

Cheque bilionário à vista: Simpar (SIMH3), Movida (MOVI3) e Vamos (VAMO3) podem levantar mais de R$ 3 bilhões

6 de março de 2026 - 9:32

Pacote envolve três companhias do grupo e conta com apoio da controladora e da BNDESPar; veja os detalhes

ENTENDA A OPERAÇÃO

Cosan (CSAN3) pede registro para IPO da Compass, em meio à crise na Raízen (RAIZ4)

6 de março de 2026 - 8:47

Pedido de registro envolve oferta secundária de ações da Compass e surge em meio à pressão financeira enfrentada pela Raízen

RESULTADOS FINANCEIROS

Petrobras (PETR4) reverte prejuízo no 4T25 com lucro de R$ 15,6 bilhões e anuncia R$ 8,1 bilhões em proventos

5 de março de 2026 - 21:15

O consenso de mercado compilado pela Bloomberg apontava para lucro líquido de R$ 16,935 bilhões no período; já as estimativas de proventos eram de R$ 6,7 bilhões

REBAIXADA

Raízen (RAIZ4): S&P corta rating e mantém perspectiva negativa em meio a dúvidas sobre a dívida

5 de março de 2026 - 17:45

A decisão ocorre após a empresa informar que avalia um plano de reestruturação financeira, que inclui uma injeção de R$ 4 bilhões

BLOQUEIO INÉDITO

Fictor na mira: Justiça bloqueia bens de sócios e vê sinais de fraude contra investidores

5 de março de 2026 - 17:21

Decisão mira patrimônio pessoal dos envolvidos enquanto credores tentam recuperar parte de bilhões captados pelo grupo

DESTAQUES DA BOLSA

Pressão no retrovisor: Localiza (RENT3) cai forte na B3 após UBS BB reduzir recomendação; culpa pode ser da “segunda onda” de carros chineses

5 de março de 2026 - 17:04

Banco vê risco de depreciação mais forte da frota com nova enxurrada de carros chineses e diz que espaço para surpresas positivas diminuiu; veja a visão dos analistas

DANDO UM GÁS NAS AÇÕES

Por que a Ultrapar (UGPA3) está subindo na bolsa mesmo após queda no lucro?

5 de março de 2026 - 15:06

Empresa teve queda expressiva nos lucros líquidos, quando comparados ao ano anterior, porém o contexto da queda e outros dados foram vistos com bons olhos pelo mercado; confira

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar