🔴 INVISTA MELHOR USANDO O CLAUDE: PEGUE INGRESSO PARA A MASTERCLASS E GANHE UM E-BOOK  – CLIQUE AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

bastidores de brasília

Turismo e saúde devem entrar em pacote de ajuda

Projeto é costurado pelo BNDES e bancos privados; lista contempla energia, aéreas, automotivo e varejo

Passagem de avião; passagens aéreas
Imagem: Shutterstock

Turismo e saúde devem ser incluídos no pacote de socorro que está sendo costurado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e bancos privados aos setores afetados pela crise causada pelo novo coronavírus no Brasil, apurou o Estadão/Broadcast com quatro fontes próximas às negociações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além de definir subsegmentos que serão atendidos nos grupos de trabalho já formados, de forma a englobar outros setores prejudicados, outra expectativa é de que uma definição quanto ao formato de ajuda às empresas de energia, o mais avançado até aqui, ocorra ao longo desta semana.

A lista que contemplava quatro setores vistos como prioritários - energia, aéreas, automotivo e varejo não alimentício -, agora passa a contar com turismo e saúde, que terão grupos de trabalho próprios. Com isso, o pacote de ajuda calculado até então em R$ 50 bilhões será ampliado.

Alguns dos novos segmentos também serão incluídos nas atividades já selecionadas previamente de forma a tornar o processo mais simples, explica uma fonte. A cadeia têxtil, assim como bares e restaurantes, por exemplo, deve ser alocada no setor de varejo não alimentício, coordenado pelo BNDES ao lado do Santander. "Nesses segmentos não há um consolidador. É muito pulverizado além das grandes empresas. Estuda-se como podem ser incluídos no pacote", diz fonte que acompanha as negociações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ampliação

O turismo, que inclui hotelaria, viu a demanda sumir com a medida de isolamento social necessária para conter a propagação do vírus. O Itaú Unibanco, que já coordena o grupo de socorro ao setor automotivo, ficará com turismo.

Leia Também

FINANÇAS

Quanto é preciso investir para ter um cartão BTG Pactual? Conheça os requisitos e benefícios das versões Gold, Platinum e Black

PRÉVIA DO RESULTADO

Receitas em alta e ações de lado: balanço da SpaceX (SPCX) finalmente decolou? Saiba o que esperar

Já o segmento de saúde deve ficar com o Banco do Brasil. Diversos players do setor, como hospitais e laboratórios, vêm sofrendo fortemente com perdas de receitas a despeito do aumento da demanda de serviços por causa do coronavírus. Uma das razões é que as cirurgias eletivas, de onde vêm grande parte das receitas, foram suspensas.

O presidente do BNDES, Gustavo Montezano, afirmou no fim de semana que a ajuda a setores afetados pela crise deve englobar até dez segmentos. Ele não revelou quais seriam as atividades em vista e explicou, durante live no domingo, que os critérios para entrada no pacote de socorro incluem relevância econômica e o tamanho do estrago causado pela covid-19.

Por ora, a ajuda mais avançada é ao setor de energia. Uma reunião para definir detalhes e o valor do empréstimo ocorreu na terça-feira, 21. A expectativa dos envolvidos é de que o martelo quanto ao formato seja batido ainda nesta semana, com o valor ficando perto dos R$ 16 bilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O sindicato que capitaneia o socorro é formado pelo BNDES, pelo Banco do Brasil e pelos bancos privados Itaú, Bradesco, Santander, Safra e Citibank.

No setor de aviação, quem lidera o grupo, com o banco de fomento, é o Bradesco. Aqui, a ajuda também deve vir por parte das grandes instituições financeiras e são esperados ainda Safra e Citi, de acordo com fontes ouvidas na condição de anonimato. Cada uma das três gigantes do setor, Gol, Latam e Azul, devem receber entre R$ 2,5 bilhões e R$ 3,5 bilhões.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Carro da Mega-sena encalhado 19 de outubro de 2026 - 6:48
Uma mão segura um despertador tocando, com um calendário ao lado 19 de outubro de 2026 - 6:04
Pé-de-Meia: programa federal que financia a permanência de estudantes no ensino médio público 19 de outubro de 2026 - 5:02
bolsa famíliaPessoa segura cartão do Bolsa Família, benefício com datas de pagamento previstas para 2026. 18 de outubro de 2026 - 6:48
Carro da Mega-sena encalhado 15 de outubro de 2026 - 7:07
Carteira de trabalho CLT 14 de outubro de 2026 - 22:42
13 de outubro de 2026 - 16:07
Mega-Sena é o carro-chefe das loterias da Caixa. 13 de outubro de 2026 - 7:19
calendário, agenda, economia 12 de outubro de 2026 - 18:00
Celular com homem usando plataformas de apostas online 12 de outubro de 2026 - 14:15
Robert E. Hall e Michael Woodford Ill, vencedores do Nobel de Economia de 2026. Foto: Ilustração de Niklas Elmehed para a Fundação Nobel 12 de outubro de 2026 - 9:06
10 de outubro de 2026 - 15:05
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar