O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A taxa de desemprego entre as mulheres brasileiras foi de 14,5% no primeiro trimestre do ano, 39,4% superior à taxa de desocupação de 10,4% dos homens. Na média global, a taxa de desemprego foi de 12,2% no primeiro trimestre.
Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira, 15.
"Essa diferença (entre homens e mulheres) já foi muito maior, de 64,5% no início da série, veio caindo, chegou a 27,6% em 2017, e veio aumentando até agora", disse Adriana Beringuy, analista da Coordenação de Trabalho e Renda do IBGE.
O nível da ocupação dos homens foi estimado em 63,5% no primeiro trimestre, enquanto o das mulheres ficou em 44,5%.
A taxa de informalidade recuou em todas as grande regiões do País no primeiro trimestre do ano, em relação ao quarto trimestre de 2019. No entanto, o resultado não foi consequência de uma melhora na qualidade do emprego, mas sim da perda de ocupação dos trabalhadores que atuavam na informalidade, afirmou Adriana Beringuy, analista da Coordenação de Trabalho e Rendimento do IBGE.
A taxa de informalidade para o Brasil ficou em 39,9%, abrangendo 36,8 milhões de trabalhadores ocupados. Entre as unidades da federação, as maiores taxas de informalidade foram as do Pará (61,4%) e do Maranhão (61,2%). O estado com a menor taxa de informalidade foi Santa Catarina (26,6%), seguido pelo Distrito Federal (29,8%).
Leia Também
No Estado de São Paulo, a taxa de informalidade média foi de 30,5% no primeiro trimestre do ano. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua).
"A redução de conta própria e sem carteira (no setor privado) contribuíram para a redução da informalidade. Todas as regiões mostram retração na taxa de informalidade. Não significa que está havendo mais formalização no mercado de trabalho", ressaltou Adriana. "A informalidade diminui nesse caso não é porque existem hoje muito mais trabalhadores com carteira, é porque esses trabalhadores perderam a ocupação que tinham, não mudaram de trabalho informal para formal", completou.
Adriana evitou relacionar a redução na informalidade com o impacto da pandemia do novo coronavírus no mercado de trabalho, uma vez que as medidas de isolamento social se concentraram nos últimos 15 dias de março, enquanto a pesquisa se refere ao primeiro trimestre inteiro. No entanto, alguns itens da pesquisa já sinalizam as consequências da covid-19 sobre a perda de emprego no período pesquisado.
"O que chamou atenção é que grupamentos de atividades que não costumam cair no primeiro trimestre, que é alojamento e alimentação e outros serviços, que são aqueles prestados as famílias, tiveram retração na ocupação. Foram atividades que tiveram redução atípica da ocupação no primeiro trimestre", contou Adriana. "A Pnad mostra o começo do impacto extraordinário por conta do início do isolamento social. O impacto maior a gente vai ver quando tiver os dados de abril", explicou a pesquisadora.
Após DNA negativo, defesa recorre à tese em disputa bilionária pela herança de João Carlos Di Genio; veja os detalhes
Penalidade é aplicada automaticamente e pode chegar ao valor de R$ 1.467,35
Ao contrário: em um ano de juros muito altos, avanço machuca bastante o varejo e a indústria de transformação, disse economista-chefe do BTG.
Prazo termina hoje para concorrer a uma das 60 vagas com remuneração equivalente a cerca de 14 salários mínimos
Estudo do LinkedIn aponta competências técnicas e comportamentais em alta, destacando IA, gestão de projetos e comunicação estratégica em diferentes áreas
Aeronaves ficam isentas; 25% das vendas ao país terão taxa de 10%
Há processos e investigações envolvendo a Ambipar, Banco de Santa Catarina, Reag Investimentos, Reag Trust e outras empresas conectadas ao caso
Enquanto a Lotofácil tem vencedores praticamente todos os dias, a Mega-Sena pagou o prêmio principal apenas uma vez este ano desde a Mega da Virada.
Cidade do interior de Minas Gerais ficou conhecida por ser o ‘Vale da Eletrônica’ no Brasil
Autores de um novo estudo dizem que as bulas das estatinas deveriam ser alteradas para refletir a conclusão
Expectativa com o lançamento do GTA 6 reacende debate sobre reprecificação no mercado de games; produtora ainda não divulgou o preço oficial.
Confira como os rendimentos variam entre os estados e onde estão as melhores e piores remunerações do país
Lotofácil não foi a única loteria a ter ganhadores na segunda-feira, mas foi a que deixou os sortudos mais próximos da marca de R$ 1 milhão.
Ranking avalia desempenho ajustado ao risco em três anos e mostra preferência crescente do investidor por estratégias mais previsíveis
Certame oferece oportunidades para níveis fundamental, médio e superior; provas estão previstas para abril
Crianças da Lapônia, região situada no Círculo Polar Ártico, salvam a língua sámi de Inari da extinção
Bolada da Mega-Sena que será sorteada nesta terça-feira (24) teria potencial de gerar ganhos milionários mesmo em investimentos conservadores
Mpox registrou 1.056 casos confirmados e dois óbitos relacionados à doença no Brasil em 2025
Como a Mega-Sena só corre amanhã, a Lotomania e a Lotofácil são as loterias da Caixa com os maiores prêmios em jogo na noite desta segunda-feira (23); confira os valores.
Elon Musk, homem mais rico do mundo e dono da SpaceX e Tesla, afirma que quer construir os centros no espaço, com uso de energia solar