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BC deve cortar taxa básica de juros em 0,75 ponto percentual. A grande dúvida dos investidores neste momento é sobre quais serão os próximos passos do BC
O Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, deve anunciar nesta quarta-feira (17) a redução da Selic em 0,75 ponto percentual, de 3% para 2,25% ao ano, segundo a expectativa majoritária do mercado. A grande dúvida dos investidores neste momento é sobre quais serão os próximos passos do BC.
A autoridade monetária sinalizou em maio que, se cortasse a Selic mais uma vez, seria a última redução do ciclo. Mas em um cenário de alta incerteza é possível que o BC reavalie o posicionamento nesta quarta-feira ou em um futuro próximo, conforme surjam outros indicadores econômicos.
Para quem investe, juros baixos significam ganhos cada vez mais magros nas aplicações de renda fixa tradicionais. Isso significa que aquela parcela da sua carteira que não faz parte da reserva de emergência precisará migrar para ativos de maior risco e/ou menor liquidez caso você esteja em busca de mais rentabilidade.
Por ora, a avaliação de grande parte do mercado é que a taxa básica de juros está perto do limite em que proporcionaria alguma vantagem para o país e de que o governo deveria se concentrar em fazer as medidas anunciadas até agora "chegarem na ponta", beneficiando o consumidor final.
Segundo a economista-chefe da ARX Investimentos, Solange Srour, é justamente a falta de impacto dos juros baixos para o cidadão comum que torna mais reduções na Selic algo pouco eficaz.
"Faz mais sentido fazer esse restabelecimento do crédito com o governo olhando para o andamento desses programas [anunciados até agora] do que o BC testar esse limite e levar a uma depreciação muito forte da moeda".
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A queda dos juros no Brasil acompanha a tendência observada nos países desenvolvidos. Mas à medida que a diferença entre a Selic e as taxas lá fora diminuem, fica menos vantajoso para o investidor estrangeiro aplicar dinheiro aqui. Menos dólar no mercado local, mais depreciação do real.
O sócio-gestor da Rio Verde, Eduardo Cavalheiro, diz que o BC ainda está ajustando as medidas anunciadas recentemente para ajudar as companhias. "A possibilidade de comprar a dívida das empresas ainda não foi posta em prática, por exemplo."
Para a economista da ARX, o BC vai cortar a Selic em 0,75 ponto hoje e deixar aberta a porta para uma nova redução — contrariando o comunicado da decisão anterior. "Mas acredito que o comunicado deva impor condicionalidades muito fortes", diz.
Ela cita como exemplo uma eventual desancoragem da inflação para nível muito mais baixo do que está para 2021 ou uma piora forte na atividade econômica.
Na ata da última reunião do Copom, os diretores do BC apontaram a existência de um limite efetivo mínimo (lower bound) para os juros no país. Ou seja, abaixo de um determinado patamar um corte na taxa pode ter um efeito contrário para a economia. A grande dúvida do mercado é sobre qual é esse patamar.
Segundo Cavalheiro, nas próximas decisões do BC sobre juros pode ter um peso maior a capacidade de financiamento da dívida pública. O gestor lembra que o mercado acompanha neste momento a taxa de juros real — descontada a inflação.
A Rio Verde mantém a estimativa de que a Selic permaneça em 2,25% até o fim do ano após redução de hoje – a mesma expectativa do mercado, de acordo com a edição mais recente da pesquisa Focus do BC.
Mas algumas instituições falam em taxas bem menores. O Asa Bank, por exemplo, prevê que os juros estejam em apenas 1% no fim do ano.
A instituição avalia que, em relação ao câmbio, eventuais reduções apenas devem levar o dólar a outro patamar. "Dada a distância da inflação corrente à meta, não traria preocupações", diz o relatório assinado pelo economista-chefe, Gustavo Ribeiro, e equipe.
Já em relação ao endividamento, o Asa Bank diz que a probabilidade de insolvência do setor público está muito mais relacionada à manutenção do teto de gastos e à dinâmica da dívida bruta, e não ao seu nível.
"Nós não vemos impacto substancial da sua mudança de nível na determinação da taxa de juro real neutro", dizem os especialistas da instituição.
A avaliação é que queda do PIB potencial brasileiro e mundial, com diminuição da produtividade e elevação da propensão marginal a poupar, deve acentuar a tendência recente de queda desta variável.
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