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Segundo IBGE, setor acumula queda de 0,6% no ano e de 1,2% em 12 meses; nível atual é 16,6 abaixo do recorde alcançado em 2011
A produção industrial avançou 0,5% em fevereiro frente a janeiro de 2020, na série com ajuste sazonal, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE). Em relação a fevereiro de 2019 (série sem ajuste sazonal), a indústria caiu 0,4%.
O setor industrial acumulou queda de 0,6% no ano. No acumulado em 12 meses, a atividade industrial também recuou (-1,2%). Segundo o IBGE, há um quadro de maior ritmo produtivo, expresso não só no segundo mês seguido de expansão, mas também no perfil disseminado de taxas positivas
15 das 26 atividades apontaram crescimento na produção. Mas o setor industrial ainda se encontra 16,6% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011.
Com o ganho de ritmo da atividade industrial nesse início de 2020, o índice de média móvel trimestral (0,2%) interrompeu a trajetória descendente iniciada em outubro de 2019.
No avanço de 0,5% da atividade industrial na passagem de janeiro para fevereiro de 2020, duas das quatro grandes categorias econômicas e 15 dos 26 ramos pesquisados mostraram expansão na produção, de acordo com o IBGE.
Entre as atividades, as influências positivas mais importantes foram registradas por veículos automotores, reboques e carrocerias (2,7%) e outros produtos químicos (2,6%), com ambas apontando o segundo mês seguido de crescimento na produção e acumulando nesse período ganho de 7,8% e 4,2%, respectivamente.
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Ainda segundo o IBGE, entre os dez ramos que reduziram a produção nesse mês, o desempenho de maior importância para a média global foi registrado por coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-1,8%), interrompendo três meses consecutivos de expansão na produção, período em que acumulou ganho de 8,6%.
Outros impactos negativos relevantes foram nos setores de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-5,8%) e de outros equipamentos de transporte (-8,7%). O primeiro eliminou o avanço de 3,5% verificado em janeiro de 2020; e o segundo manteve o comportamento negativo presente desde novembro de 2019 e acumulando nesse período redução de 17,0%.
Entre as grandes categorias econômicas, ainda em relação a janeiro de 2020, bens de capital, ao crescer 1,2%, mostrou a alta mais acentuada em fevereiro de 2020, após avançar 13,0% em janeiro de 2020, quando interrompeu o comportamento predominantemente negativo presente desde maio de 2019, período em que acumulou redução de 14,4%.
O setor de bens intermediários também assinalou taxa positiva nesse mês (0,5%) e marcou o terceiro mês seguido de crescimento na produção, período em que acumulou ganho de 1,6%.
Os segmentos de bens de consumo duráveis (-0,7%) e de bens de consumo semi e não-duráveis (-0,2%) assinalaram os resultados negativos nesse mês. O primeiro eliminou parte do avanço de 4,1% registrado no mês anterior; e o segundo manteve o comportamento negativo presente desde novembro de 2019, com perda acumulada de 2,6% nesse período.
Segundo o IBGE, na comparação com igual mês do ano anterior, o setor industrial teve queda de 0,4% em fevereiro de 2020, com resultados negativos em três das quatro grandes categorias econômicas, 14 dos 26 ramos, 42 dos 79 grupos e 53,8% dos 805 produtos pesquisados.
Entre as atividades, a de veículos automotores, reboques e carrocerias (-9,3%) exerceu a maior influência negativa, pressionada, em grande medida, por automóveis.
Ainda na comparação com fevereiro de 2019, entre as doze atividades que apontaram expansão na produção, a principal influência no total da indústria foi registrada por coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (11,0%), impulsionada, em grande medida, pela maior fabricação dos itens óleos combustíveis, naftas para petroquímica e óleo diesel.
Outros impactos positivos importantes foram assinalados pelos ramos de outros produtos químicos (3,4%), de bebidas (4,5%), de celulose, papel e produtos de papel (4,1%), de produtos do fumo (35,7%), de produtos de borracha e de material plástico (2,8%) e de metalurgia (1,2%).
O segmento de bens de consumo duráveis recuou 11,6% em fevereiro de 2020 frente a igual período do ano anterior, interrompendo cinco meses de taxas positivas consecutivas nesse tipo de comparação. O setor foi particularmente pressionado pela redução na fabricação de automóveis (-18,5%).
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