Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

Antes que seja tarde

Por que é hora de rever seu plano de previdência

Com os juros mais baixos da história, é bem provável que você não consiga se aposentar com a renda desejada, caso não mude nada na sua forma de contribuir para a previdência

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
14 de outubro de 2020
5:30 - atualizado às 16:48
Ilustração sobre investimento de longo prazo
Imagem: POMB/Seu Dinheiro

Se você investe em previdência privada com o objetivo de garantir uma aposentadoria mais tranquila, e seu plano foi contratado em tempos de juros altos no Brasil, eu tenho uma má notícia: se você não fizer absolutamente nada e continuar investido exatamente como sempre fez, é bem provável que tenha uma grande decepção lá na frente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com a Selic nas suas mínimas históricas de 2% ao ano e o juro real no Brasil pouco acima de 1%, a vida ficou difícil para os planos de previdência.

Com mais de 90% do seu patrimônio alocado em renda fixa (pública ou privada), a previdência privada vai ter que rebolar para bater suas metas atuariais.

A chance de você obter uma remuneração inferior àquela que você simulou na época da contratação do plano se tornou relevante.

Ainda que a Selic volte a subir daqui a algum tempo, vivemos hoje num mundo de juros estruturalmente baixos. Dificilmente ela voltará para o nível dos dois dígitos - e se voltar, não deve ser em breve.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Num cenário como esse, conseguir viver de renda não é trivial. Se você ainda tem um bom prazo pela frente, é hora de rever o seu planejamento, para não acabar se deparando com um patrimônio ou um benefício menor que o esperado quando chegar a hora de pendurar as chuteiras.

Leia Também

Eu conversei com alguns especialistas em planejamento financeiro e previdência privada para saber como, exatamente, deve ser feita essa revisão. Reuni os principais pontos a seguir.

Se você ainda não começou a poupar para a aposentadoria e pensa em contratar um plano de previdência privada (eles são vantajosos para esse tipo de objetivo, pois contam com uma série de benefícios tributários no longo prazo), é bom também levar esses pontos em consideração.

O que fazer

Refaça as suas simulações (sempre que necessário)

A primeira coisa que você deve fazer, se você já investe em previdência privada, é refazer as suas simulações com uma rentabilidade mais condizente com a nova realidade de juros baixos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apenas para te dar um exemplo do impacto que os juros baixos podem ter no seu processo de acumulação, eu pedi para o Gabriel Escabin, head de produtos de Vida e Previdência do BTG Pactual, montar uma simulação hipotética para mim em dois cenários de rentabilidade bastante distintos.

Imaginamos um homem de 35 anos que planeja se aposentar em 2050, com 65 anos, um plano tipo VGBL e aportes mensais de apenas R$ 200.

No primeiro cenário, uma rentabilidade de 10% ao ano; no segundo, de apenas 4% - muito inferior, mas que, no cenário atual, representa pouco mais de 200% do CDI, o que não é um retorno fácil de se obter, mas ainda é factível com um produto diversificado. O resultado você confere a seguir:

Uma renda três vezes menor, que tal?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A planejadora financeira certificada pela Planejar (CFP®) , Maristela Gorayb, aconselha o investidor a olhar para a carteira ao menos uma vez ao mês, para acompanhar, rever projeções e verificar se está no caminho certo.

Ela atesta que mantém o hábito de refazer as simulações de aposentadoria de tempos em tempos, para o caso de os parâmetros irem mudando no meio do caminho. “É como viajar com um mapa e uma bússola. O mapa te mostra o caminho, mas a bússola é o que confirma se você está na direção certa”, diz.

Gorayb destaca que a questão do prazo de acumulação se torna tão crucial num mundo de juros baixos, que o ideal mesmo é que os pais já comecem a poupar para a previdência dos filhos, se possível.

Refeitas as simulações, você deve concluir que talvez precise atrasar a sua aposentadoria em alguns anos, para ter um prazo maior de acumulação; ou ainda, que precisará aumentar o valor das suas contribuições.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Finalmente, se o seu plano for muito conservador - e é bem provável que seja - talvez você constate que só será capaz de atingir seu objetivo correndo um pouco mais de risco, para obter um retorno maior. Vamos começar por aí.

Considere planos que incluam investimentos em ativos com mais risco

Segundo um levantamento que a consultoria Quantum Axis fez para mim, cerca de 95% do patrimônio dos fundos de previdência privada - aqueles que recebem a classificação Previdência, da Anbima - estava investido em renda fixa (pública ou privada) no mês de junho deste ano, data do último dado disponível.

Embora a legislação já permita que fundos de previdência invistam uma boa parcela do seu patrimônio em outras classes de ativos, como ações e imóveis, os ativos de renda fixa - dentre eles os mais conservadores - continuam dominando as carteiras.

E pouco mudou desde o início do último ciclo de queda nos juros, em 2016:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas será que faz sentido que investimentos de longo prazo invistam praticamente todos os seus recursos em ativos que ficam do lado mais conservador do espectro? Muitos dos quais com remuneração atrelada a um CDI declinante?

Apesar de essa ser a cara da indústria de fundos de previdência, já existem muitos fundos no mercado que replicam - ao menos em parte - a estratégia de fundos multimercados e de ações renomados, com carteiras mais diversificadas e com maior potencial de retorno.

Esses planos estão disponíveis nas principais plataformas de investimento, e até grandes bancos já oferecem esse tipo de produto. Em geral, são fundos geridos por casas independentes de investimento e estruturados por seguradoras.

“Hoje já existem produtos que investem 70% do patrimônio em ações disponíveis para o investidor de varejo. Para o investidor qualificado, há produtos que investem até 100% do patrimônio em ações. Assim que a legislação permitiu, nós começamos a lançar esse tipo de produto”, conta Henrique Diniz, diretor de Previdência da Icatu Seguros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ele conta que 60% dos produtos de previdência da Icatu são fundos multimercados, de ações ou de crédito privado, e apenas 40% é renda fixa, sendo que esse percentual também inclui os chamados fundos de inflação, que investem em títulos que pagam uma taxa prefixada, mais a variação de um índice de preços.

Se o seu plano de previdência tem um perfil muito conservador e rende perto do CDI, talvez você deva se perguntar se não seria o caso de diversificar e correr um pouco mais de risco.

É claro que você deve ficar atento ao seu prazo de acumulação e ao seu perfil de investidor. Se você está perto de se aposentar, talvez não seja mesmo o caso de correr risco. Mas se você tem mais de cinco ou dez anos de acumulação pela frente, e trata-se de um investimento de longo prazo, talvez seja hora de começar a reconsiderar.

Gabriel Escabin, do BTG, explica que, para quem tem perfil conservador, rever o nível de risco da previdência privada não significa pular direto para o investimento em ações. “O investidor pode começar com um produto com volatilidade um pouquinho maior, em torno de 1% ou 1,5%”, diz.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para investidores conservadores, a diversificação da previdência privada começa pela alocação em fundos que invistam em títulos de crédito privado, principalmente aqueles com remuneração atrelada à inflação, que ainda pertencem à classe de renda fixa, mas têm um risco maior de calote do que os títulos públicos.

Investidores moderados já podem começar a encarar fundos de previdência multimercados, que investem em múltiplas classes de ativos além dos títulos públicos, podendo incluir crédito privado, moedas e até mesmo ações. E os mais arrojados e com mais prazo pela frente já podem incluir fundos previdenciários de ações.

Henrique Diniz, da Icatu, lembra a importância da diversificação, para que não haja tanta volatilidade na parcela da carteira dedicada à previdência.

Já para Maristela Gorayb, o ideal é optar por produtos de maior risco, principalmente nos primeiros dois terços do prazo de acumulação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Cuidado com as taxas! Tente baixar os seus custos

Outra forma de incrementar a rentabilidade do seu plano de previdência é baixando os seus custos, se possível.

Fundos de gestão passiva, que apenas se limitam a seguir um índice de referência, não deveriam cobrar mais que 1% ao ano de taxa de administração, diz Gabriel Escabin. “No BTG, a taxa de administração dos fundos de previdência mais conservadores baixou, recentemente, de 0,3% para 0,2% ao ano”, diz.

Já os planos com taxa de carregamento devem ser evitados ou trocados. Hoje há uma série planos acessíveis que não cobram esta taxa, que nada mais é que um percentual que come uma parte de cada aporte que o investidor faz.

Considere aumentar o valor dos aportes

Finalmente, é bem possível que você não consiga atingir o seu objetivo aportando a quantia mensal que era suficiente no tempo dos juros altos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os R$ 200 que antes poderiam gerar uma renda complementar vitalícia de R$ 1.600, R$ 2 mil, hoje não geram um salário mínimo por mês, conforme vimos na simulação.

Se possível, aumente os valores investidos em previdência privada, principalmente se você não estiver disposto a correr mais risco.

“O mais importante, ao poupar para a aposentadoria, é a acumulação. O investimento é um fator suplementar. Se você acumula, você chega a algum lugar”, diz Escabin.

Como fazer

Mas, afinal, como rever a carteira de previdência? Como trocar de plano e o que levar em conta ao fazê-lo?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para elevar os aportes, basta que você passe a aplicar uma quantia maior todos os meses, ou solicite, junto à sua instituição financeira, a elevação do valor a ser debitado da sua conta.

Agora, para mudar o perfil da carteira, pode haver dois caminhos. Se o seu plano tiver um perfil “multifundos” - do tipo que permite investir em diferentes fundos por meio de um único produto, e mudar de um para outro quando o investidor desejar -, basta entrar em contato com a sua instituição financeira (assessor ou gerente de investimentos) e solicitar a readequação da carteira para um perfil mais arrojado do que o atual.

O próprio BTG tem um produto desse tipo, em que o plano tem mais de 20 produtos sob o seu chapéu. “Se o cliente quiser sair, por exemplo, de um fundo de ações para um de renda fixa, ele pode apenas solicitar por e-mail ao seu assessor”, explica Gabriel Escabin.

Esse tipo de produto permite, por exemplo, que o investidor comece com uma carteira mais arrojada e passe a deixá-la mais conservadora à medida que vai se aproximando da aposentadoria, o que é o ideal. Ou, caso tenha começado com uma carteira excessivamente conservadora, que vá aos poucos adicionando risco.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outra forma de readequar a sua carteira é fazendo a chamada portabilidade, disponível para qualquer investidor de previdência privada.

Por meio desse procedimento, você consegue trocar de plano dentro da própria instituição financeira ou entre instituições financeiras diferentes, sem custo algum, sem pagar IR e sem perder o prazo de investimento, importante para quem contratou a tabela regressiva de imposto de renda.

Se você sente que seu plano é muito caro ou muito conservador, e deseja um plano com taxas menores e maior diversificação na carteira, basta solicitar a portabilidade. Eu explico como o procedimento funciona nesta outra matéria.

Recado especial para quem tem um plano de previdência com tábua atuarial antiga e deseja, no futuro, contratar uma das modalidades de renda, e não fazer resgates programados: ao fazer portabilidade, você perde a sua tábua atuarial original e automaticamente contrata uma tábua nova.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As tábuas novas tendem a ser mais desvantajosas. Então pode ser que manter o seu plano mais caro e conservador seja mais interessante. Não deixe de simular a sua renda futura caso esteja considerando a troca. Eu falo mais sobre esse assunto nesta matéria.

Caso a portabilidade realmente não seja vantajosa no seu caso, uma alternativa é manter a previdência antiga e contratar uma previdência nova, adicional, mais barata e diversificada para complementar a primeira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
STJ BATEU O MARTELO

Airbnb e Booking: decisão do STJ muda cenário para os donos de imóveis e condomínios

11 de maio de 2026 - 14:20

Decisão do STJ vai alterar o funcionamento de aluguéis de curto prazo em condomínios; Airbnb divulga nota

FIM DO "SABOR CHOCOLATE"?

Nova lei define percentual mínimo de cacau nos chocolates

11 de maio de 2026 - 11:55

Rótulos precisam seguir parâmetros de transparência

O PESO DA GUERRA

Inflação fora da meta e câmbio em queda: IPCA 2026 passa para 4,91%, mas mercado corta projeção do dólar

11 de maio de 2026 - 10:14

A perspectiva de alta da inflação no país reflete a escalada das incertezas com a guerra no Oriente Médio, que provocou uma disparada nos preços do petróleo

DANÇA DAS CADEIRAS

Mega-Sena desbanca +Milionária e retoma liderança entre as loterias com prêmios mais altos da semana — e vai manter o posto mesmo que saia nos próximos dias

11 de maio de 2026 - 7:30

Caixa Econômica Federal já está registrado apostas para o concurso especial da Mega-Sena 30 Anos, que segue regras parecidas com as da Mega da Virada, mas sorteio está programado apenas para o fim de maio

FRASES ICÔNICAS

Adam Smith, pai do liberalismo econômico: “A ambição universal do homem é colher o que nunca plantou” 

11 de maio de 2026 - 6:27

A frase de Adam Smith é uma das reflexões do livro “A Riqueza das Nações”, obra seminal do liberalismo econômico.

AS MAIS LIDAS

PIS/Pasep, Pé-de-Meia e o FII que rende 11%: o resumo do que bombou na semana

10 de maio de 2026 - 15:32

De benefícios sociais a prêmios milionários na loteria — confira as matérias mais lidas no Seu Dinheiro na semana e saiba como aproveitar as oportunidades de maio

O QUE VEM POR AÍ

O que vai mudar no seu bolso: o BTG Pactual faz as contas do Brasil para 2026 e prevê dólar a R$ 4,90

10 de maio de 2026 - 13:45

Banco atualizou as projeções para inflação, PIB e diz como a guerra no Oriente Médio pode mexer com o bolso do brasileiro

ANOTE NA AGENDA

IPCA volta a assombrar enquanto o mundo para para ver o aperto de mãos de Xi e Trump; confira o que pode mexer com a bolsa

10 de maio de 2026 - 12:33

A semana que começa será carregada de eventos, tanto no Brasil como no exterior, capazes de mexer com o bolso — e os nervos — dos investidores

DIREITOS DO CONSUMIDOR

Geladeira parou de funcionar logo após a compra? Você pode ter direito a troca imediata para produtos considerados essenciais no Código de Defesa do Consumidor

10 de maio de 2026 - 7:29

Geladeiras, celulares e fogões estão entre os produtos considerados essenciais e que exigem solução imediata segundo o Código de Defesa do Consumidor (CDC)

FORA DA FRONTEIRA

De olho nas eleições: missão de Lula em acabar com a escala 6×1 entra na mira do mercado internacional e Financial Times avalia a medida

8 de maio de 2026 - 16:45

O governo Lula se tornou pauta do jornal de finanças mais influente do mundo, que destacou o atraso do Brasil em tratar sobre o tema

NOVO DESENROLA BRASIL

Desenrola paralelo: Itaú, Bradesco, Santander e Nubank lançam iniciativas próprias para renegociar dívidas de público não atendido pelo programa do governo

8 de maio de 2026 - 16:22

Itaú, Bradesco, Santander e Nubank não só aderiram ao Desenrola 2.0 como criaram programa similar para público não elegível

HAJA RESISTÊNCIA

Detergentes contaminados: O que é a Pseudomonas aeruginosa, a bactéria que prolifera até em uma fábrica como a Ypê

8 de maio de 2026 - 12:11

A Pseudomonas aeruginosa está presente até mesmo no ar e pode causar distúrbios sérios, com risco de morte

COMÉRCIO MAIS FÁCIL

Brasil promulga acordo para facilitar comércio no Mercosul

8 de maio de 2026 - 10:47

Acordo foi firmado entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai para reduzir custos e prazos, ampliar a previsibilidade das regras e oferecer maior segurança jurídica

COMPANHIA BEM-VINDA

Lotofácil 3679 e Dia de Sorte 1210 deixam 4 pessoas a meio caminho do primeiro milhão de reais; Mega-Sena 3005 acumula e Quina 7020 pode pagar R$ 13 milhões hoje

8 de maio de 2026 - 6:48

Lotofácil não foi a única modalidade a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (7). A ‘menos difícil’ das loterias da Caixa contou com a companhia da Dia de Sorte.

IVY LEAGUE

Universidade que mais forma bilionários no mundo é alma mater de 45 prêmios Nobel, do criador da bomba atômica e de 8 presidentes dos EUA — e ainda viu nascer uma das redes sociais mais influentes da atualidade

7 de maio de 2026 - 16:42

Presidentes, políticos, bilionários, atrizes e ganhadores de Prêmios Nobel passaram por essa universidade, unidos pelo lema “Veritas” — a verdade.

DESENROLA 2.0

Itaú, Bradesco, Nubank e Santander: como vai funcionar o Desenrola 2.0 para devedores de bancos privados?

7 de maio de 2026 - 16:08

Enquanto alguns bancos privados ainda se preparam para o Desenrola 2.0, outros já estão renegociando dívidas

DESENROLA 2.0

Caixa e Banco do Brasil já aderiram ao programa Desenrola 2.0; veja como participar nos bancos públicos

7 de maio de 2026 - 15:15

Banco do Brasil já realizou 1.807 renegociações apenas na quarta-feira (6), primeiro dia do programa Desenrola 2.0

COPOM SOB PRESSÃO

O sonho da Selic mais baixa ficou mais distante? XP entra na onda de revisões e eleva projeção para os juros com inflação mais difícil de domar

7 de maio de 2026 - 14:29

Corretora passou a prever Selic de 13,75% no fim de 2026 diante da alta do petróleo, piora das expectativas e tensão geopolítica — mas não é a única a elevar as estimativas para a taxa básica

TEVE DE TUDO

Dupla Sena 2953 aproveita bola dividida na Lotofácil 3678, desencanta e faz o único milionário da rodada; Mega-Sena promete R$ 36 milhões hoje

7 de maio de 2026 - 7:08

Lotofácil 3678 teve três ganhadores na quarta-feira (6), mas não foi páreo para o prêmio milionário da Dupla Sena

CHOQUE DE INTERESSES

A incerteza energética vai continuar? “Trump quer o urânio em solo americano”, alerta gestor da BTG Asset

6 de maio de 2026 - 19:03

Segundo Ricardo Kazan, impasse sobre urânio enriquecido trava negociações e amplia incertezas no mercado de commodities

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia