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Com o bem-sucedido IPO da Warner Music, na Nasdaq, Blavatnik, que apostou na empresa quando a indústria fonográfica desmoronava, saltou quase 20 posições na lista dos mais ricos do mundo
Você lembra de como era o mundo em 2011? Dilma Rousseff estava na presidência, a franquia Harry Potter chegava ao fim nos cinemas (sendo o filme mais assistido do ano) e a indústria musical patinava com a queda expressiva m nas vendas de álbuns e um prejuízo homérico com a pirataria que dominava o mundo digital.
Com o mercado fonográfico aos pedaços, um investimento na indústria provavelmente não seria a primeira escolha de muita gente. Nadando contra a maré,o bilionário Len Blavatnik decidiu arriscar e, nesta semana, mostrou que o negócio valeu a pena - Blavatnik passou a figurar entre os 30 mais ricos do mundo, de acordo com a Bloomberg.
Entrar na lista dos 30 mais ricos do mundo não foi o evento mais importante na vida do bilionário Len Blavatnik nesta semana.
O magnata comprou a Warner Music Group por US$ 3,3 bilhões em 2011, justamente em um momento que ninguém apostava muito na indústria. As coisas mudaram - principalmente no que diz respeito ao consumo digital de música - e a levou a ser a protagonista da maior oferta pública de ações (IPO, na sigla em inglês) de 2020 na bolsa americana.
Com um dia de atraso devido aos protestos que tomaram conta dos Estados Unidos, a Warner Music estreou na Nasdaq na última quarta-feira (05). A empresa movimentou US$1,93 bilhão e terminou o primeiro dia de negociações com uma forte alta de 20,48%, a US$ 30,12.
Na oferta, a ação da companhia foi precificada a US$ 25, o que, após o primeiro dia positivo de negociações, elevou o valor de mercado da Warner Music para US$ 15,6 bilhões. A abertura de capital da gravadora - que ao lado da Universal Music e Sony Music é uma das maiores do mundo -, é uma grande reviravolta para o setor.
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Depois de anos difíceis com a queda da venda de álbuns e a pirataria descontrolada, a indústria encontrou a sua chance de virada com a popularização das plataformas de streamings como Spotify, Deezer e Apple Music. Agora, as companhias voltam a crescer e o setor parece mais aquecido do que nunca.
Len Blavatnik, dono da Acess Industries - empresa com participação majoritária na Warner Music -, fez mais do que só quintuplicar o valor de mercado da empresa que tem estrelas como Lizzo, Ed Sheeran, Bruno Mars e David Bowie em seu catálogo. Ele foi o grande beneficiado do IPO .
Na oferta desta semana, as empresas de Blavatnik venderam 77 milhões de ações, das quais nenhum centavo foi diretamente para a gravadora. O patrimônio do empresário de 62 anos passou de US$ 7,5 bilhões para US$ 31,2 bilhões, pulando quase 20 posições no ranking de homens mais ricos do mundo.
Antes da tacada certeira na compra da Warner Music lá em 2011, Blavatnik fez fortuna comprando campos de petróleo após a queda da União Soviética. A companhia de Len já foi dona da Basell Polyolefins e da BASF e hoje detém cerca de 14% da LyondellBasell.
O bilionário também é reconhecido pelo seu papel de filantropo. O estimado é que Blavatnik já tenha doado mais de US$ 500 milhões para instituições de ensino. Pela sua atuação, recebeu o título de cavaleiro do império britânico em 2017.
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