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INCERTEZAS FISCAIS

Itaú Unibanco: acreditamos que Copom deve manter Selic em 2,25% até fim do ano

O Itaú aponta que o comitê condiciona os próximos passos de política monetária à evolução da pandemia do novo coronavírus e à redução da incerteza fiscal, além das perspectivas de inflação.

Fachada de uma agência do Itaú Unibanco (ITUB4); a instituição recentemente fez a cisão de sua fatia na XP (XPBR31); e eleita a melhor empresa para desenvolver carreira
Imagem: Shutterstock

O Itaú Unibanco afirma, em relatório, que ainda que seja possível uma flexibilização adicional, acredita que o Comitê de Política Monetária (Copom) deve manter a taxa Selic em 2,25% - nível alcançado nesta quarta-feira (17) - até o fim do ano.

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"O comunicado da reunião não fechou claramente a porta para uma flexibilização adicional, mas seu tom sugere que esse não é, neste estágio, o cenário base. O Copom indica que 'eventual' flexibilização adicional seria 'residual'. Eventual, em português, significa principalmente um evento incerto, que pode ou não ocorrer. E residual é autoexplicativo."

[captacao]

O Itaú aponta que o comitê condiciona os próximos passos de política monetária à evolução da pandemia do novo coronavírus e à redução da incerteza fiscal, além das perspectivas de inflação. Então, diz, que, embora mudanças nas perspectivas de inflação possam abrir as portas para uma flexibilização extra, "é improvável" que a redução das incertezas fiscais se concretize antes do próximo Copom.

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