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2020-11-03T09:45:59-03:00
Estadão Conteúdo
Alívio

IPC-S de outubro desacelera a 0,65%, de 0,82% em setembro, afirma FGV

Houve desaceleração em itens como passagens aéreas, óleos e gorduras, alimentos para pets, equipamentos eletrônicos e roupas

3 de novembro de 2020
9:45
inflação
Imagem: Shutterstock

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) avançou 0,65%, desacelerando ante a alta de 0,82% ocorrida em setembro e também perdendo força ante a variação positiva de 0,75% da terceira quadrissemana de outubro. No ano, o indicador acumula alta de 3,09%, e nos 12 meses até outubro, de 4,38%, informa a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Em relação à terceira quadrissemana de outubro, cinco classes de despesa desaceleraram, uma avançou na mesma medida e somente duas aceleraram.

As que registraram avanços menores na comparação com a semana passada foram Educação, Leitura e Recreação (3,34% para 1,81%), puxada por passagem aérea, que foi de 30,55% para 16,35%, Alimentação (1,86% para 1,69%), sob influência de óleos e gorduras (12,45% para 10,27%), Despesas Diversas, com destaque para alimentos para animais domésticos (1,12% para 0,37%), Habitação (0,32% para 0,28%), puxada por equipamentos eletrônicos (0,07% para -0,36%) e Vestuário (0,25% para 0,21%), seguindo o movimento de roupas (0,37% para 0,17%).

Houve aceleração em Transportes (0,13% para 0,40%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,02% para 0,03%), puxados por gasolina (-0,34% para 0,48%) e aparelhos médico-odontológicos (0,20% para 0,40%), respectivamente.

O grupo Comunicação subiu 0,08%, mesma variação da semana anterior. A maior influência altista veio de tarifa de telefone residencial (1,40% para 1,61%) e a maior influência para baixo veio de mensalidade para TV por assinatura (-0,01% para -0,05%).

Influências individuais

A passagem aérea foi o item que mais influenciou para cima o IPC-S de outubro, mesmo tendo desacelerado de uma alta de 30,55% para outra de 16,35%. Movimento parecido ocorreu também em outras das principais influências de alta, como arroz (14,54% para 13,05%) e óleo de soja (21,76% para 17,78%). Outros itens que pressionaram o indicador foram tomate (10,90% para 12,93%) e gasolina (-0,34% para 0,48%).

No sentido oposto, as maiores forças de baixa vieram de xampu, condicionador e creme (-1,17% para -2,39%), cebola (-5,61% para -9,89%), leite tipo longa vida (-0,30% para -1,85%), aparelho telefônico celular (-0,03% para -0,86%) e manga (-9,92% para -12,81%).

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