🔴 É HOJE! ESPECIALIZAÇÃO EXECUTIVA EM IA: ASSISTA A ÚLTIMA AULA AO VIVO

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

FÁCIL FALAR, DIFÍCIL CONTROLAR A INFLAÇÃO

Não adianta criticar os juros e pedir para BC ignorar a meta, diz Galípolo: “inflação ainda incomoda bastante”

O presidente do Banco Central participou de uma audiência pública na Câmara dos Deputados e ressaltou que a inflação na meta é objetivo indiscutível

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, participa de audiência pública, promovida pela Comissão de Finanças e Tributação (CFT) da Câmara dos Deputados
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo - Imagem: Agência Brasil

Fácil falar, difícil fazer. Ou, no caso de Gabriel Galípolo, o difícil é controlar a inflação. E com a Selic a 15% ao ano, a orelha do presidente do Banco Central deve esquentar toda hora, com as reclamações de vários setores da sociedade sobre os juros elevados no país. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E ele não esconde a realidade. Em audiência pública na Comissão de Finanças e Tributação (CFT) da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (9), Galípolo reconheceu que a posição que ocupa está longe de ser confortável.

“Muitas vezes, o presidente do Banco Central e toda a diretoria da política monetária precisam lidar com críticas e devem escutá-las”, afirmou aos deputados.

No entanto, o banqueiro central destacou que a desancoragem das expectativas de inflação seguem incomodando “bastante” o Comitê de Política Monetária (Copom), enfatizando que o BC  persegue o centro da meta de inflação, de 3%.

Ou seja, por mais que os juros elevados no maior patamar desde 2006 geram descontentamento, o BC não tem para onde correr.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Tenho observado que muitas das críticas à taxa de juros elevada estão frequentemente relacionadas à ideia de que não deveríamos cumprir a meta. Mas não se trata de uma sugestão, e sim de um decreto", afirmou. Galípolo também ressaltou que a tolerância da meta é de 1,5 ponto percentual para cima e 1,5 ponto para baixo.

Leia Também

MACRO DAY 2026

O que falta para o ajuste fiscal? Alckmin põe parte da culpa no Banco Central

MACRO DAY 2026

Efeito de 30 programas sociais: André Esteves, do BTG, diz qual é o remédio que pode levar Selic a 7% ao ano

Com isso, o Ibovespa chegou a perder os 138 mil pontos durante a tarde desta quarta-feira, diante da interpretação de que a fala do presidente do BC indica que os juros devem permanecer elevados por mais tempo. Acompanhe nossa cobertura de mercados aqui.

Gabriel Galípolo sobre a inflação fora da meta

Respondendo a perguntas de deputados durante a audiência, Galípolo também afirmou que o país passa por um momento de pleno emprego. Ele explicou que isso demanda uma ação do BC, que não pode vacilar na condução da política monetária, sob o risco de gerar mais inflação.

"Se puxar mais a demanda em pleno emprego, é que nem um leilão. Quando tem mais gente do que oferta num leilão, o que acontece? Você tem menos produto e mais gente. Você vai dando o lance para cima. Este lance para cima chama-se inflação”, disse Galípolo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A comunicação do Banco Central 

Galípolo também afirmou que, com a crescente importância das expectativas de inflação, o Banco Central desenvolveu uma linguagem própria e que precisa cada vez mais melhorar a comunicação e prestar contas à sociedade.

Ele destacou que a instituição precisa ser transparente, não só sobre a política monetária, mas também em temas como combate a fraudes e novos serviços. "Isso exige uma nova linguagem para alcançar a população", explicou.

O presidente do BC ressaltou que a falta de comunicação não é algo exclusivo do Brasil. Até os anos 1990, o Federal Reserve dos EUA também não divulgava suas decisões de política monetária, e a imprensa precisava contatar a Tesouraria para obter informações.

Galípolo rejeitou a ideia de que a autonomia do BC tenha reduzido sua presença no Congresso. Pelo contrário, ele afirmou que a instituição precisa prestar cada vez mais contas e adotar uma comunicação acessível e transparente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O “roubo do século”

Galípolo também comentou sobre o ataque hacker que resultou no roubo de mais de R$ 1 bilhão da C&M, uma empresa de software que fornece serviços ao sistema financeiro. Ele repetiu que o crime não atingiu sistemas da autarquia, que continuam íntegros.

"O Banco Central movimenta aproximadamente R$ 8 trilhões por dia, então, se tivesse acessado o sistema do Banco Central, seria um problema de outra monta", disse Galípolo. 

Na semana passada, a Polícia Civil de São Paulo prendeu um funcionário da C&M, acusado de compartilhar suas senhas com um grupo que teria sido responsável pelos desvios.

Com informações Estadão Conteúdo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Pé-de-Meia: programa federal que financia a permanência de estudantes no ensino médio público 31 de agosto de 2026 - 5:06
Egas Moniz nobel 30 de agosto de 2026 - 10:03
bolsa família 30 de agosto de 2026 - 7:07
naval ravikant guru Vale do Silício 29 de agosto de 2026 - 15:15
Rei Harald V Noruega fortuna (1) 28 de agosto de 2026 - 10:28
feriado ponto facultativo folga 28 de agosto de 2026 - 5:30
cirurgia cerebral inteligência artificial IA (1) 27 de agosto de 2026 - 17:34
Logo da marca Apple em uma fachada de prédio 27 de agosto de 2026 - 11:44
Tesoura rosa corta a Selic, taxa básica de juros 27 de agosto de 2026 - 10:53
Pix 27 de agosto de 2026 - 9:59
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar