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Na comparação com maio de 2019, o indicador recuou 19,6%, enquanto o trimestre móvel terminado em maio ficou 18,4% abaixo do registrado em igual período do ano passado

Após registrar um tombo em abril, o Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) avançou 28,2% em maio ante o mês anterior, informou nesta terça-feira, 7, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). A alta é insuficiente para recuperar as quedas registradas em março e abril. Com isso, o trimestre móvel encerrado em maio fechou com retração de 20,6% ante o período imediatamente anterior.
Na comparação com maio de 2019, o indicador recuou 19,6%, enquanto o trimestre móvel terminado em maio ficou 18,4% abaixo do registrado em igual período do ano passado. No acumulado em 12 meses até maio, a FBCF (medida de todos os investimentos no Produto Interno Bruto) encolheu 2,8%, segundo o Ipea.
Na passagem de abril para maio, o consumo aparente de máquinas e equipamentos (produção nacional destinada ao mercado interno acrescida às importações) avançou 68,7%, mas também não bastou para recuperar as perdas de março e abril.
O trimestre móvel encerrado em maio registrou tombo de 25,5% ante o trimestre móvel imediatamente anterior nessa componente. Na comparação com maio de 2019, a componente de máquinas e equipamentos recuou 23,7%.
Desagregando o componente entre produção local e importações, o primeiro segmento avançou 22% em maio ante abril. Já a importação de máquinas e equipamentos saltou 145,6%. Na comparação com maio de 2019, houve queda de 42,2% na produção local, enquanto a importação subiu 49,4%.
Já a componente da construção civil avançou 14,1% em maio ante abril, conforme o Indicador Ipea de FBCF, também insuficiente para recuperar perdas recentes. No trimestre móvel terminado em maio, a queda foi de 14,7% ante o período imediatamente anterior. Ante maio de 2019, o componente da construção civil encolheu 16,0%.
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Por fim, o componente classificado como "outros", que inclui os investimentos em pesquisa e desenvolvimento, avançaram 2,0% na passagem de abril para maio. No trimestre móvel encerrado em maio, recuaram 16,6% na comparação dessazonalizada. Na comparação com maio de 2019, a queda foi de 18,5%.
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