O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O recuo mensal é o terceiro consecutivo e reflete, principalmente, vários impactos negativos nos mercados internacionais de alimentos decorrentes da pandemia do novo coronavírus.
O Índice de Preços de Alimentos da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) alcançou média de 165,5 pontos em abril, queda de 5,7 pontos (3,4%) ante março e o menor valor desde janeiro de 2019. O recuo mensal é o terceiro consecutivo e reflete, principalmente, vários impactos negativos nos mercados internacionais de alimentos decorrentes da pandemia do novo coronavírus.
O resultado mensal, segundo a FAO, foi pressionado em grande parte por uma queda acentuada nos preços de todos os subíndices, em especial o de açúcar e com exceção do subíndice de cereais que registrou leve baixa.
O subíndice de preços dos Cereais registrou média de 164 pontos em abril, queda marginal frente ao mês anterior, mas ainda alta de quase 4 pontos (2,4%) em relação a abril de 2019. De acordo com a organização, os preços internacionais de trigo e arroz aumentaram significativamente em abril, mas uma queda acentuada nas cotações de milho, manteve o valor geral do subíndice de cereais próximo ao seu nível no mês anterior.
"Os preços do trigo tiveram uma média 2,5% maior em relação ao mês anterior, refletindo a forte demanda internacional em meio a relatórios de um rápido cumprimento da cota de exportação da Rússia, que foi implementada no fim de março e não deve ser ajustada até o fim da atual temporada comercial em 30 de junho", destacou a FAO.
Na mesma linha, os preços mundiais do arroz aumentaram 7,2%, em virtude da imposição de restrições temporárias à exportação e gargalos logísticos em alguns fornecedores, "embora os aumentos tenham sido limitados pelo abrandamento e eventual revogação dos limites de exportação, nomeadamente no Vietnã, no fim do mês", ponderou a FAO.
A organização informou ainda que, em compensação, os preços internacionais do milho caíram pelo terceiro mês consecutivo, diminuindo o valor geral do índice de grãos duros em 10% em relação ao mês anterior. A queda brusca no preço do cereal é atribuída pela FAO à ampla oferta de exportação, em virtude da colheita da safra de verão na América do Sul, em meio ao enfraquecimento na demanda pelo cereal para alimentação animal e produção de etanol.
Leia Também
O levantamento mensal da FAO também apontou que o subíndice de preços dos Óleos Vegetais registrou média de 131,8 pontos em abril, queda de 7,2 pontos (5,2%) em comparação com março, atingindo o menor nível desde agosto de 2019. "A terceira queda mensal consecutiva no subíndice reflete principalmente a desvalorização dos óleos de palma, soja e canola, enquanto o óleo de girassol se fortaleceu", enfatizou a entidade.
O declínio contínuo nos preços do óleo de palma foi impulsionado pela queda nas cotações internacionais do petróleo e pela lenta demanda global pelo produto nos setores de alimentos e energia, por causa da pandemia da covid-19. O enfraquecimento da demanda também pressionou os preços dos óleos de soja e canola.
"As cotações do óleo de soja também foram afetadas por esmagamentos acima do previsto nos Estados Unidos", informou a FAO.
No caso do óleo de girassol, as cotações internacionais se girassol se recuperaram em abril, sustentadas pela firme demanda de importação em meio a preocupações com o aperto da oferta de exportação, segundo a organização.
Na sondagem mensal da FAO, o subíndice de preços das Carnes apresentou média de 168,8 pontos em abril, o que indica queda de 4,7 pontos (2,7%) em relação a março, "marcando o quarto declínio mensal consecutivo".
Conforme a FAO, no mês de abril, as cotações internacionais para todos os tipos de carne caíram, uma vez que a recuperação parcial da demanda de importação, principalmente na China, foi insuficiente para compensar a queda nas importações de outros países, causada pela dificuldade econômica relacionada à covid-19 e por gargalos logísticos, e a queda acentuada na demanda do setor de serviços de alimentação devido às restrições de circulação de pessoas.
"Não obstante os níveis reduzidos de processamento de carne, à medida que a escassez de mão-de-obra aumentava, as vendas decadentes de restaurantes levaram ao aumento do estoque e nas disponibilidades de exportação, o que também pesou sobre as cotações das carnes", explica a FAO.
O subíndice de preços de Laticínios, por sua vez, registrou média de 196,2 pontos em abril, queda de 7,3 pontos (3,6%) em relação ao registrado em março. É a segunda baixa mensal consecutiva. Nesse nível, o subíndice está 18,8 pontos (8,8%) abaixo do mês correspondente do ano passado. Em abril, as cotações internacionais de manteiga, leite em pó desnatado e leite em pó integral caíram mais de 10%, pressionados pelo aumento das disponibilidades de exportação e alta dos estoques em meio ao enfraquecimento na demanda de importação.
"Com a produção de leite no Hemisfério Norte normalmente subindo nessa época do ano, a queda nas vendas de restaurantes e a menor demanda pelos fabricantes de alimentos também pesaram nos preços", informa a FAO.
Em contrapartida, de acordo com a organização, as cotações do queijo se recuperaram moderadamente em virtude da oferta limitada na Oceania, onde a produção está caindo sazonalmente.
A organização calculou, ainda, que o subíndice de preços do Açúcar ficou, em média, em 144 pontos em abril, queda de 24,7 pontos (14,6%) em relação a março. "Marcando a segunda queda mensal consecutiva. Essa queda mais recente ocorreu principalmente por causa do colapso dos preços internacionais do petróleo", ressalta a FAO.
Segundo a entidade, a queda nos preços do diesel pode resultar em maior volume de cana destinado pelas usinas à produção de açúcar em detrimento da produção de etanol, aumentando assim a oferta disponível de açúcar para exportação. "Além disso, uma contração na demanda de açúcar decorrente das medidas de confinamento impostas em vários países para conter a covid-19 gerou uma pressão descendente adicional sobre os preços mundiais do adoçante", conclui a organização.
Itaú, Bradesco, Santander e Nubank não só aderiram ao Desenrola 2.0 como criaram programa similar para público não elegível
A Pseudomonas aeruginosa está presente até mesmo no ar e pode causar distúrbios sérios, com risco de morte
Acordo foi firmado entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai para reduzir custos e prazos, ampliar a previsibilidade das regras e oferecer maior segurança jurídica
Lotofácil não foi a única modalidade a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (7). A ‘menos difícil’ das loterias da Caixa contou com a companhia da Dia de Sorte.
Presidentes, políticos, bilionários, atrizes e ganhadores de Prêmios Nobel passaram por essa universidade, unidos pelo lema “Veritas” — a verdade.
Enquanto alguns bancos privados ainda se preparam para o Desenrola 2.0, outros já estão renegociando dívidas
Banco do Brasil já realizou 1.807 renegociações apenas na quarta-feira (6), primeiro dia do programa Desenrola 2.0
Corretora passou a prever Selic de 13,75% no fim de 2026 diante da alta do petróleo, piora das expectativas e tensão geopolítica — mas não é a única a elevar as estimativas para a taxa básica
Lotofácil 3678 teve três ganhadores na quarta-feira (6), mas não foi páreo para o prêmio milionário da Dupla Sena
Segundo Ricardo Kazan, impasse sobre urânio enriquecido trava negociações e amplia incertezas no mercado de commodities
Gestor da BTG Asset alerta para risco de disparada do petróleo e racionamento global com estoques em queda e conflito no Oriente Médio
Desenrola 2.0 chama atenção de endividados e golpistas; especialista também destaca papel de instituições financeiras e bancos
Para ex-secretário do Tesouro Nacional, ajuste fiscal é possível e não precisa ser drástico, mas precisa de qualquer forma focar em controle de gastos: “Brasil tributa muito acima da média da América Latina”
Jordan Adams não está correndo apenas cerca de 42,2 km todos os dias por mais de um mês, ele também disputa contra o tempo
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de terça-feira, 5 de maio. Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. +Milionária pode pagar quase R$ 40 milhões hoje.
O alistamento eleitoral e o voto são obrigatórios para brasileiros com mais de 18 anos; cartórios eleitorais funcionarão em horário especial
O valor cobrado é considerado o maior imposto sobre herança já pago na história da Coreia do Sul; herdeiros da Samsung consideram que “pagar impostos é um dever natural dos cidadãos”
Iniciativa do Desenrola Fies é reduzir a inadimplência e ajudar na regularização financeira dos participantes
Entre tensão no Oriente Médio e expectativa de cortes de juros, especialistas indicam como equilibrar risco e proteção; confira a última edição do programa Onde Investir
Falha pode apagar informações essenciais ao dirigir; confira os modelos da Volkswagen afetados e como resolver o problema gratuitamente