O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Dados do Banco Central também mostram que, no mês de dezembro, o fluxo cambial foi negativo em US$ 17,612 bilhões
O Brasil fechou 2019 com fluxo cambial negativo em US$ 44,768 bilhões. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (8) pelo Banco Central e mostram um crescimento do saldo negativo em relação a 2018, quando o fluxo cambial havia sido de US$ 995 milhões negativos.
A saída líquida de dólares pelo canal financeiro no ano passado foi de US$ 62,244 bilhões. Este resultado é fruto de aportes no valor de US$ 560,740 bilhões e de envios no total de US$ 622,984 bilhões.
No comércio exterior, o saldo anual acumulado ficou positivo em US$ 17,475 bilhões, com importações de US$ 178,915 bilhões e exportações de US$ 196,391 bilhões. Nas exportações estão incluídos US$ 32,020 bilhões em Adiantamento de Contrato de Câmbio, US$ 57,560 bilhões em Pagamento Antecipado e US$ 106,811 bilhões em outras entradas.
Depois de registrar saídas líquidas de US$ 5,691 bilhões em novembro, o País fechou o mês de dezembro com fluxo cambial negativo de US$ 17,612 bilhões.
Tradicionalmente, o último mês do ano é marcado por saídas maiores de recursos, em função das remessas de lucros e dividendos feitas por fundos e multinacionais ao exterior.
No canal financeiro, houve saída líquida de US$ 19,907 bilhões no mês passado, resultado de aportes no valor de US$ 61,569 bilhões e de retiradas no total de US$ 81,476 bilhões. Este segmento reúne investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessas de lucro e pagamento de juros, entre outras operações.
Leia Também
No comércio exterior, o saldo de dezembro ficou positivo em US$ 2,295 bilhões, com importações de US$ 16,154 bilhões e exportações de US$ 18,449 bilhões. Nas exportações, estão incluídos US$ 2,251 bilhões em Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC), US$ 8,097 bilhões em Pagamento Antecipado (PA) e US$ 8,101 bilhões em outras entradas.
De acordo com o BC, o fluxo cambial da semana passada (de 30 de dezembro a 3 de janeiro) ficou negativo em US$ 2,371 bilhões. São considerados no período apenas três dias úteis, já que em 31 de dezembro e 1º de janeiro não houve registros de operações.
Na semana, ocorreu saída líquida pelo canal financeiro de US$ 2,084 bilhões, resultado de aportes no valor de US$ 7,886 bilhões e de envios no total de US$ 9,970 bilhões.
No comércio exterior, o saldo ficou negativo em US$ 286 milhões no período, com importações de US$ 1,809 bilhão e exportações de US$ 1,523 bilhão. Nas exportações, estão incluídos US$ 111 milhões em Adiantamento de Contrato de Câmbio, US$ 572 milhões em Pagamento Antecipado e US$ 839 milhões em outras entradas.
Com apenas dois dias úteis contabilizados (2 e 3 de janeiro), o fluxo cambial total acumulado em 2020 está negativo em US$ 855 milhões. O valor é resultado de fluxo financeiro negativo de US$ 994 milhões e fluxo comercial positivo de US$ 139 milhões nos dois dias.
O Banco Central informou também que a venda à vista de dólares ao mercado financeiro no mês de dezembro somou US$ 9,585 bilhões.
Quando promove um leilão, o BC liquida efetivamente a venda em D+2 - ou seja, dois dias após a operação. O total de US$ 9,585 bilhões de dezembro leva em conta todas as operações liquidadas ao longo do mês.
Em novembro, o BC havia vendido US$ 4,461 bilhões em operações à vista e, em outubro, US$ 8,675 bilhões.
Entre 2013 e 2018, o BC não promoveu nenhuma operação com dólar à vista.
Para atender à demanda por moeda no fim de ano, quando multinacionais e fundos intensificam remessas ao exterior, o BC vendeu em dezembro um total de US$ 1,750 bilhão por meio de leilões de linha (venda de dólares com compromisso de recompra no futuro).
O BC informou ainda que encerrou o segundo semestre de 2019 com lucro de US$ 42,643 bilhões em suas operações cambiais. Este valor será transferido agora para a chamada "reserva de resultado cambial", criada no ano passado.
Esta dinâmica faz parte da nova relação estabelecida entre o Banco Central e o Tesouro Nacional, através da Lei nº 13.820. Por meio da reserva de resultado cambial, a cada seis meses, o BC fará o ajuste de sua relação com o Tesouro. Sempre que o BC obtiver lucro na conta cambial, estes recursos serão transferidos para a reserva de resultado. Já a parcela do lucro do BC não ligada ao câmbio continuará sendo transferida normalmente para o Tesouro.
Por sua vez, em momentos de prejuízo do BC com o câmbio, a reserva de resultado servirá para cobrir o rombo, sem que o Tesouro precise emitir títulos públicos para o BC, como ocorria antes. A expectativa é de que esta nova dinâmica, também adotada por outros países, favoreça o controle da dívida pública, já que a emissão de títulos deixará de ser feita.
O segundo semestre de 2019 foi o primeiro período de seis meses de funcionamento da nova relação. Como o BC obteve lucro em suas operações cambiais no semestre - considerando a equalização das reservas internacionais e os swaps cambiais -, o valor será transferido para a reserva de resultado. Ao final do primeiro semestre de 2020 ocorrerá novo ajuste.
*Com Estadão Conteúdo.
Entre nostalgia e especulação, cartas de Pokémon deixam de ser apenas coleção e passam a circular como ativo de alto risco
A decisão de acionar a bandeira amarela na conta de luz se relaciona ao volume de chuva abaixo da média nos reservatórios
Por se tratarem de concursos com final zero, os prêmios de Loteria em jogo neste sábado são maiores; confira os valores
Plataformas como Kalshi e Polymarket deixam de operar como investimento e passam a seguir regras de apostas; norma vale a partir de maio
Nem mesmo a campeã do BBB 26, Ana Paula Renault, vai conseguir fugir da mordida do leão
Paris e Bigi estão em disputas na justiça e o Rancho de Neverland foi vendido; veja como está a herança de Michael Jackson
A Caixa Econômica Federal liderou a concessão de credito imobiliário com recursos da poupança no primeiro trimestre
Apenas a Lotofácil e a Quina tiveram ganhadores na quinta-feira (23). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Já os prêmios em jogo em cada uma delas aumentaram.
Crianças e adolescentes poderão usar Mounjaro para tratamento, conforme aprovação da Anvisa
Aumentos começam a valer nesta semana e foram parcialmente contidos por medidas extraordinárias; pressão estrutural segue no radar
Alta no valor do petróleo não é o único impacto do conflito; preços de preservativos podem aumentar em até 30%
Na avaliação individual por localidades, os maiores valores médios de aluguel foram São Paulo, Rio de Janeiro e Florianópolis
Estão disponíveis no leilão do Itaú 146 lotes com casas, apartamentos, comerciais e terrenos em todo o Brasil
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na noite de quarta-feira (22). Hoje (23) o destaque é a Mega-Sena, mas a Quina e a Timemania também oferecem prêmios de oito dígitos.
Tim Cook decide deixar o posto de CEO da Apple após 15 anos de liderança; big tech virou trilionária durante sua gestão
Prêmio do Big Brother Brasil saiu de R$ 2,7 milhões para R$ 5,4 milhões, além do rendimento de R$ 200 mil que Ana Paula embolsará
Ana Paula, campeã do BBB26, ganhou R$ 5,4 milhões e poderá aumentar esse valor se investir na renda fixa conservadora
Teto de renda mensal para participar do Minha Casa Minha Vida passa de R$ 12 mil para R$ 13 mil
Mega-Sena lidera as estimativas de prêmios das loterias da Caixa, mas seu próximo sorteio está programado para ocorrer somente na quinta-feira (23)
Lotofácil 3666 fez um novo milionário na noite de segunda-feira (20), mas o valor não foi páreo para o prêmio principal da Lotomania. Loterias tiram ‘folga’ hoje (21).