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efeito coronavírus

Emergentes vão precisar de US$ 2,5 trilhões para superar crise, diz FMI

Para diretora da entidade, a recessão pode ser pior que o cenário projetado de retração de 3% no PIB global, caso os efeitos mais graves da pandemia se prolonguem pelo segundo semestre

Mapa da América Latina
Mapa da América Latina - Imagem: Shutterstock

A diretora do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, afirmou que, desde o início da pandemia de coronavírus, a fuga de capitais de países emergentes já somou cerca de US$ 100 bilhões e que essas economias vão precisar de US$ 2,5 trilhões para superar a crise. "Estamos muito preocupados com países emergentes e em desenvolvimentos", disse, durante seminário virtual promovido pelo think tank Atlantic Council.

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Durante o evento, Georgieva revelou que o FMI projeta que 170 países devem registrar contração no Produto Interno Bruto (PIB) este ano, comparado com a previsão, antes da covid-19, de que 160 teriam expansão.

Para ela, a recessão pode ser pior que o cenário projetado de retração de 3% no PIB global, caso os efeitos mais graves da pandemia se prolonguem pelo segundo semestre."Pela primeira vez, precisamos integrar modelos epidemiológicos com macroeconômicos para fazer as previsões", destacou.

A economista búlgara informou que o Fundo já recebeu mais de 100 solicitações por ajuda emergencial. "Tenho muito orgulho em dizer que mais da metade já foi processado e desembolsado", salientou, acrescentando que o órgão dispõe de quatro vezes mais recursos do que durante a crise financeira de 2008.

Em relação à escalada das dívidas soberanas por conta da resposta ao vírus, Georgieva pontuou que espera que os juros ficarão baixos "por um longo tempo", o que deve atenuar o impacto da carga trazida pelo aumento substancial das despesas.

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Mesmo assim, ela destacou a iniciativa do G-20 para aliviar a dívida de países pobres e revelou que a comunidade internacional já teve progresso nas negociações com credores privados para medida semelhantes.

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Sobre a China, Georgieva disse que o país asiático não tem o mesmo espaço fiscal para lidar com a crise atual como em 2008. "As ações na China têm sido prudentes e direcionadas", analisou.

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