🔴 AS CRIPTOMOEDAS CERTAS PODEM TRANSFORMAR R$ 1 MIL EM ATÉ R$ 214 MIL – ENTENDA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Impactos da crise

Dívida em economias avançadas é a maior desde a 2ª Guerra

Naquele momento, a redução da dívida foi rápida, mas especialistas consideram que dificilmente isso acontecerá agora. Saiba por quê

coronavirus
Coronavírus contra o mundo - Imagem: Shutterstock

Com os gastos governamentais para conter o novo coronavírus, a dívida pública nos países de economia avançada chegou a 128% do Produto Interno Bruto (PIB), de acordo com o Fundo Monetário Internacional. Em 1946, após a Segunda Guerra Mundial, a dívida neste grupo estava em 124% do PIB. Naquele momento, a redução foi rápida, mas especialistas consideram que dificilmente isso acontecerá agora.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Após a Segunda Guerra, as economias avançadas experimentaram rápidas taxas de crescimento devido à alta das taxas de natalidade, que acelerou o aumento dos domicílios consumidores e da força de trabalho. Além disso, as circunstâncias eram as ideais para que as economias desfrutassem dos avanços da eletrificação, da urbanização e da medicina. A relação entre dívida e PIB caiu para menos de 50% em 1959.

Na segunda metade dos anos 1950, o PIB crescia cerca de 5% ao ano na França, quase 6% na Itália e mais de 8% na Alemanha e no Japão. "Teríamos sorte se tivermos metade disso na próxima década", disse Nathan Sheets, ex-subsecretário do Tesouro americano para assuntos internacionais, e hoje economista-chefe da PGIM Fixed Income. Em anos recentes, o Reino Unido, os Estados Unidos e a Alemanha cresceram cerca de 2% ao ano. No Japão e na França, as taxas estiveram mais próximas de 1%, e a Itália mal cresceu.

Seria difícil recriar a "onda de otimismo" do pós-guerra diante da redução do crescimento populacional nas economias avançadas. No início dos anos 1960, as sete economias mais avançadas do globo tinham crescimento populacional de 1% ao ano ou mais. Hoje, nenhum dos membros do G7 apresenta tal alta, e na Itália e no Japão, a população está caindo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Leia também:

Com isso, especialistas consideram que os governos devem passar a aceitar níveis maiores de dívida pública. Mesmo com o fim dos programas de auxílio econômico criados durante a pandemia, considera-se que a rápida queda de gastos vista no pós-guerra, com o fim de despesas militares, não deve se repetir. Desde os anos 1980, nos EUA, na Europa e no Japão, a dívida tem crescido com gastos com saúde e aposentadorias.

Leia Também

O QUE BOMBOU

Chinelo-mule polêmico da Havaianas, o que falta para a Hapvida se recuperar e o fim da greve da Caixa: veja as mais lidas da semana

VEJA COMO VOTAR

Seu Dinheiro é finalista do Prêmio +Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças 2026; veja como votar

"Podemos evitar a explosão nos gastos durante a guerra, e não transformá-la em um massivo gasto social expandido à frente?", questionou Glenn Hubbard, chefe do Conselho de Assessores Econômicos do governo George W. Bush.

Em outro ponto, nos anos 1940, a redução nos controles a salários e preços levou a uma alta na inflação que ajudou a reduzir a dívida. Agora, mesmo com a alta quantidade de estímulos, não há inflação à vista. E os bancos centrais têm comprado altas quantidades de títulos de dívida pública, reduzindo a porcentagem desses papéis nas mãos dos investidores, e remetendo parte dos juros pagos sobre estes títulos de volta ao governo.

O exemplo do Japão, onde US$ 4 trilhões dos US$ 11 trilhões em títulos em circulação estão nas mãos do Banco Central, é um exemplo de que a dívida pode crescer por um longo período sem desencadear uma crise fiscal. No entanto, os riscos da gestão da dívida são transferidos do Tesouro para as autoridades monetárias.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Minha expectativa é de que os bancos centrais serão bem-sucedidos, mas isso traz desafios", disse Sheets. "Sempre que você está em um terreno pouco familiar, há o risco de algo possivelmente dar errado. É uma questão geracional com a qual teremos que lidar por algum tempo."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Tela do Meu INSS com opção de acesso pela conta gov.br 2 de outubro de 2026 - 5:07
Uma gangarra representando o Ibovespa: de um lado (vermelho), a gangorra está para baixo. De outro (verde), a gangorra está para cima. No centro, o Ibovespa. 1 de outubro de 2026 - 19:50
1 de outubro de 2026 - 15:01
pix internacional 1 de outubro de 2026 - 11:01
Bernard Appy, um dos autores do texto da reforma tributária 30 de setembro de 2026 - 13:50
Montagem de um leão deitado sobre pilhas de moedas, representando os títulos isentos de Imposto de Renda 30 de setembro de 2026 - 8:42
Fachada de agência da Caixa Econômica Federal durante greve 30 de setembro de 2026 - 7:55
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar