O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Nas contas do Tesouro, para que o País volte a ter o patamar de dívida do pré-pandemia, seria necessária geração de superávits primários médios em 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB) até o ano de 2030
O secretário do Tesouro Nacional, Bruno Funchal, afirmou que uma eventual devolução de recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) é importante para reforçar o "colchão de liquidez" do Tesouro. Na terça-feira, 20, o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) noticiou que há planos para que o BNDES devolva antecipadamente R$ 100 bilhões ao Tesouro Nacional.
Funchal participou na manhã desta quarta-feira como entrevistado no evento FinançasMais, organizado pelo jornal O Estado de S. Paulo, pelo Broadcast e pela Austin Rating.
"No fundo, essa devolução do BNDES, bem como da Caixa e uma antecipação dos instrumentos híbridos é exatamente a devolução que estava sendo feita em 2019, e tinha um cronograma para os anos seguintes. 2020 foi um ano atípico e essas devoluções ficaram suspensas, mas em 2021 retornamos à normalidade e ao cronograma de devoluções", explicou Funchal.
O secretário disse que o dinheiro deve ir para o Tesouro no primeiro trimestre de 2021, mas não confirmou os valores. "R$ 100 bilhões foi exatamente o que estava sendo pago em 2019. É razoável? Vamos discutir com o BNDES. Tem que ver a questão de liquidez, de governança, mas está nas nossas prioridades para o ano que vem", completou.
De acordo com Funchal, o colchão de liquidez do Tesouro era "muito, muito robusto" antes da crise, o que faz com que a secretaria chegue ao fim de 2020 em situação confortável. Apesar disso, ele defendeu que "é sempre bom reforçar o colchão para nos dar mais flexibilidade na questão da dívida".
Além dos repasses já citados, Funchal também aventou a possibilidade de haver uma transferência de lucros vinda do Banco Central (BC).
Leia Também
Segundo o secretário, ficou aberta essa possibilidade por parte do Conselho Monetário Nacional (CMN), de forma que logo será discutida a necessidade de uma transferência no começo do ano que vem.
Funchal defendeu a manutenção do teto de gastos. Segundo ele, uma eventual quebra da regra fiscal representaria um retrocesso nas contas do País. "A primeira coisa é não retroceder, não fragilizar regras fiscais que a gente tinha já no pré-pandemia, como o teto de gastos. Hoje o grande debate é demonstrar a importância dessa regra fiscal e pensar no que aconteceria se não a tivéssemos. A primeira coisa é sedimentar a relevância do controle de gastos", afirmou, respondendo sobre o que precisa ser feito para manter o controle da trajetória fiscal brasileira.
Além do controle fiscal, o secretário do Tesouro também argumentou pela necessidade de revisão dos gastos tributários por meio de uma reforma. "A gente tem que avançar no debate dos gastos tributários, que são a ferramenta que vai permitir que o Brasil tenha um superávit primário mais rápido do que simplesmente seguindo a regra do teto. É um ponto que pode avançar e ser discutido dentro da reforma tributária", pontuou.
Nas contas do Tesouro, para que o País volte a ter o patamar de dívida do pré-pandemia, seria necessária geração de superávits primários médios em 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB) até o ano de 2030.
O secretário do Tesouro Nacional fez comentário sobre a possibilidade de o governo Jair Bolsonaro fazer uma reavaliação de gastos públicos de forma a financiar uma ampliação do Bolsa Família. Ele argumentou e insistiu que a reorganização das contas do Brasil passa necessariamente pela manutenção do teto de gastos e pela revisão das despesas. "Se há um programa que não é eficiente, por que não remanejar para outro mais eficiente?", disse ele, sem especificar qual ou quais programas pecam pela ineficiência.
De acordo com o secretário, o Brasil passou recentemente por experiências contraproducentes para assegurar o financiamento das despesas. "Na década de 1980, foi a inflação, que tem impacto negativo para os mais pobres, com o imposto inflacionário. Na década de 1990, foi com aumento de impostos. Financiar ajuste por parte da receita impacta negativamente no crescimento. E depois, na crise de 2008, foi pagar com a dívida, que cresceu de 50% para 75%, o que fez com que aumentassem os juros para 14,25% num momento de inflação alta", recapitulou.
A solução, disse Funchal, é óbvia, e está "pelo lado do controle das despesas, da manutenção do teto, olhar os gastos que têm hoje ver a eficiência desses gastos, remanejar recursos". "Estamos no momento de dar um passo à frente, precisamos discutir a qualidade dos gastos", comentou.
Investigações do caso Master continuam e brasileiros suspeitam dos Três Poderes, indica pesquisa; confira os números
O IPCA-15 de março, o relatório trimestral do BC e o conflito no Oriente Médio dão sinais aos investidores sobre o que esperar na próxima reunião do Copom; confira
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na quarta-feira (25). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Em contrapartida, os prêmios em jogo em cada uma delas aumentaram.
Escalada no Oriente Médio pressiona insumos, eleva custos do agro e pode marcar início de novo ciclo de commodities, que abre oportunidade de ganhos para quem quer se expor ao segmento
Proposta eleva o limite de peso dos automóveis conduzidos por motoristas habilitados na categoria B da CNH
Banco Central (BC) esclarece em nota enviada à redação do Seu Dinheiro que, desde que a plataforma entrou no ar em 2020, o pix nunca foi suspenso
Martin Iglesias, líder em recomendação de investimentos no Itaú, conta no novo episódio do Touros e Ursos sobre como o banco ajustou sua estratégia de alocação diante das incertezas atuais
Nova etapa do Plano Brasil Soberano tem um impacto potencial sobre indústria e pequenas e médias empresas (PMEs)
Investigação aponta uso de empresas de fachada, funcionários de bancos e conversão em criptoativos para ocultar recursos
A refinaria foi privatizada durante o governo de Jair Bolsonaro. Desde a troca de comando da Petrobras, em 2023, a estatal manifesta o desejo de recomprar o ativo
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de terça-feira (24). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. +Milionária pode pagar R$ 32 milhões hoje.
A guerra no Oriente Médio é a principal pedra no caminho de uma política monetária mais flexível daqui para a frente
Consumidor poderá comprar medicamentos no supermercado, desde que os remédios estejam dentro de farmácias estruturadas no estabelecimento
Agora, o BC incluiu uma nova variável na análise da conjuntura: além de acompanhar as decisões de outros Bancos Centrais, o comitê avalia os desdobramentos do conflito do Oriente Médio, algo que influencia no preço do barril do petróleo e, consequentemente, da inflação
O pré-candidato citou o aumento de reclamações por qualidade do serviço e também afirmou ter verificado que houve reestatização desses serviços em outros países
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na segunda-feira (23). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Em contrapartida, os prêmios em jogo em cada uma delas aumentaram.
Enquanto importadores pressionam por reajuste, fontes da Reuters dizem que estatal não pretende mexer nos preços agora
As inscrições para o Programa Jovem Aprendiz 2026 da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos são gratuitas; confira os detalhes
Mega-Sena pode não pagar o maior prêmio da semana, mas valor em jogo não é desprezível. Dupla de Páscoa ainda demora para acontecer. Lotofácil e Quina têm sorteios diários.
Veja os resultados da Mega-Sena, Quina, Lotofácil, Timemania e Dia de Sorte neste fim de semana