🔴 [NO AR] ESPECIALIZAÇÃO EM IA: PRIMEIRA AULA GRATUITA LIBERADA – ASSISTA AGORA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Epidemia mundial

Coronavírus aumenta impacto sobre produção do setor eletroeletrônico, diz Abinee

57% das empresas associadas já enfrentam problemas no recebimento de materiais, componentes e insumos

Vírus coronavírus China Ibovespa
Imagem: Shutterstock

Pesquisa feita pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) mostra que 57% das empresas associadas já enfrentam problemas no recebimento de materiais, componentes e insumos provenientes da China em decorrência do fechamento de plantas fornecedoras, por causa do surto de coronavírus no país asiático. O levantamento, divulgado nesta sexta-feira, 21, pela associação, ouviu 50 empresas do setor elétrico e eletrônico.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De acordo com o que apurou a Abinee, a produção média das empresas eletroeletrônicas deve cair 22% no primeiro trimestre de 2020. Esse resultado é 5 pontos porcentuais acima do verificado na pesquisa anterior, realizada há duas semanas.

Segundo a Abinee, a situação é observada principalmente entre os fabricantes de produtos de Tecnologia da Informação (celulares, computadores, entre outros).

Conforme o presidente executivo da Abinee, Humberto Barbato, a nova pesquisa indica o agravamento da situação das indústrias que dependem dos componentes externos. "O momento é delicado e devemos ter diversas paralisações daqui para frente", afirma.

Ele considera, porém, que, por enquanto, não há risco de falta de produtos acabados, como celulares e computadores, no mercado brasileiro. "O problema só não é mais grave porque dispomos da produção local destes produtos", ressalta.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entretanto, segundo o levantamento da Abinee, apenas 4% das pesquisadas já operam com paralisação parcial em suas fábricas. Outras 15% já programaram paralisações para os próximos dias, a maior parte delas, também de forma parcial.

Leia Também

MAIS SORTE DO QUE JUÍZO

Apostador do RJ fatura R$ 17,2 milhões na Lotomania 2967 — e ainda deixa dinheiro na mesa

BOLETO PAGO

Brasil está com aluguel em dia: inadimplência chega ao menor nível em três anos, mostra Superlógica — concentração de atrasos preocupa

Apesar do impacto no abastecimento, a pesquisa indicou que 54% ainda não têm previsão de parar suas atividades. A decisão dependerá de quanto tempo persistir os problemas no abastecimento.

Com esse cenário, 17% das pesquisadas informaram que não devem atingir a produção prevista para o primeiro trimestre deste ano.

Conforme essas empresas, a produção do período deverá ficar, em média, 22% abaixo da projetada. Para metade das empresas, no entanto, as projeções devem ser mantidas; outras 33% afirmaram que ainda não é possível dar essa indicação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Normalização

As empresas do setor eletroeletrônico do Brasil que tiveram o fornecimento de insumos por causa do coronavírus levarão, em média, dois meses para normalizar o ritmo da produção, após a retomada dos embarques de materiais, componentes e insumos da China. É o que mostra pesquisa feita pela Abinee.

Na opinião de Barbato, as dificuldades atuais "acendem um sinal de alerta" não apenas para o setor eletroeletrônico como para toda a indústria brasileira que depende de materiais e componentes provenientes de um único mercado, como a China. "A situação expõe nosso alto índice de vulnerabilidade em relação à importação de componentes", observa.

Produção local

Assim, para Barbato, o problema abre uma oportunidade para que se volte a pensar na produção local de componentes utilizados na atividade produtiva do setor.

Atualmente, de acordo com a Abinee, 42% desses itens são provenientes da China, principal origem das importações de componentes do Brasil, totalizando US$ 7,5 bilhões em 2019.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Destaca-se também que os demais países da Ásia foram responsáveis por 38% das importações de componentes elétricos e eletrônicos em 2019.

Portanto, a região da Ásia representa 80% da origem dos componentes elétricos e eletrônicos do País. As empresas do setor continuam monitorando de perto essa situação para analisar os reais impactos da epidemia do coronavírus no setor eletroeletrônico.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Calendário BPC 2026 25 de agosto de 2026 - 5:08
china adia lançamento água na Lua (1) 24 de agosto de 2026 - 17:07
Casamento ente IA e humanos. 24 de agosto de 2026 - 16:15
simples nacional impostos pequenas empresas 24 de agosto de 2026 - 14:06
Notas de 20 e 50 reais sobre uma mesa preta e uma lâmpada em cima 24 de agosto de 2026 - 12:31
Empresário Vishal Garg 24 de agosto de 2026 - 12:30
castelo gótico Mark Zuckerberg 24 de agosto de 2026 - 10:29
Bilhetes da Mega-Sena e da +Milionária brincam de dança das cadeiras em clima de festa junina. 24 de agosto de 2026 - 6:44
dinheiro impostos tributo simples nacional pme empresas 24 de agosto de 2026 - 5:43
Pé-de-Meia: programa federal que financia a permanência de estudantes no ensino médio público 24 de agosto de 2026 - 5:06
trading day trade 23 de agosto de 2026 - 9:00
ETF GOLB11 ouro 22 de agosto de 2026 - 16:02
ray dalio santo graal investimentos carteira 21 de agosto de 2026 - 12:03
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar