O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Resultado é pior que as expectativas do mercado financeiro, cuja mediana apontava um déficit de R$ 20,53 bilhões, de acordo com levantamento do Projeções Broadcast
O caixa do Governo Central registrou um déficit primário de R$ 25,857 bilhões em fevereiro, o pior desempenho para o mês desde 2017. O resultado, que reúne as contas do Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central, sucede o superávit de R$ 44,124 bilhões de janeiro. Em fevereiro de 2019, o resultado havia sido negativo em R$ 18,231 bilhões.
O resultado de fevereiro veio pior que as expectativas do mercado financeiro, cuja mediana apontava um déficit de R$ 20,53 bilhões, de acordo com levantamento do Projeções Broadcast junto a 16 instituições financeiras. O dado do mês passado ficou dentro do intervalo das estimativas, que eram de déficit de R$ 32,1 bilhões a R$ 10,5 bilhões.
O resultado de fevereiro representa queda real de 2,9% nas receitas em relação a igual mês do ano passado. O Ministério da Economia e a Receita Federal ainda não divulgaram o resultado da arrecadação de fevereiro. Já as despesas tiveram alta real de 0,5%.
No acumulado do primeiro bimestre do ano, o resultado primário é positivo em R$ 12,275 bilhões, o melhor desempenho para o período desde 2013. Em relação aos dois primeiros meses de 2019, há alta de 1,0% nas receitas e recuo de 1,5% nas despesas.
Em 12 meses, o Governo Central apresenta um déficit de R$ 90,8 bilhões - equivalente a 1,21% do PIB. A meta fiscal para este ano admitia um déficit de até R$ 124 bilhões nas contas do Governo Central, mas a aprovação pelo Congresso do decreto de calamidade pública para o enfrentamento à pandemia do novo coronavírus na prática autoriza o governo a descumprir essa meta em 2020. Em 2019, o rombo do governo central ficou em R$ 95,065 bilhões.
As contas do Tesouro Nacional - incluindo o Banco Central - registraram um déficit primário de R$ 7,586 bilhões em fevereiro, de acordo com dados divulgados pelo Tesouro. No primeiro bimestre do ano, o órgão tem superávit de R$ 51,942 bilhões.
Leia Também
Já o resultado do INSS foi um déficit de R$ 18,271 bilhões no mês passado, chegando a um rombo de R$ 33,667 bilhões acumulado em 2020.
As contas apenas do Banco Central tiveram superávit de R$ 25 milhões em fevereiro, com desempenho negativo de R$ 167 milhões nos dois primeiros meses do ano.
As despesas sujeitas ao teto de gastos subiram 2,9% em 2020 até fevereiro, na comparação com igual período de 2019, segundo o Tesouro Nacional.
Pela regra, o limite de crescimento das despesas do governo é a variação acumulada da inflação em 12 meses até junho do ano passado. Porém, como o governo não ocupou todo o limite previsto em anos anteriores, na prática há uma margem para expansão de até 5,9%.
Apesar do enquadramento prévio das despesas do governo federal ao teto, alguns poderes e órgãos começaram o ano fora dos limites individualizados - todos devem respeitar o limite de gastos. É o caso, por exemplo, do Supremo Tribunal Federal (STF), do Superior Tribunal de Justiça (STJ), da Justiça do Distrito Federal e dos Territórios e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
O Tesouro Nacional revisou a projeção de insuficiência para o cumprimento da regra de ouro em 2020. O Tesouro estima uma insuficiência de R$ 354,3 bilhões para o cumprimento em 2020, que poderia cair para 92,1 bilhões com o carregamento de parte da devolução de recursos do BNDES (R$ 81 bilhões) e do superávit financeiro do Banco Central (R$ 162,6 bilhões) - além de outras fontes (R$ 18,6 bilhões) - de 2019 para este ano.
Até o mês passado, o Tesouro previa uma insuficiência de R$ 341 bilhões para o cumprimento da regra de ouro em 2020, que poderia cair para 78,8 bilhões com o uso de superávits financeiros de 2019.
*Com Estadão Conteúdo
Dinheiro referente ao benefício começa a cair em 18 de maio e segue até o fim do mês, conforme o final do NIS; valor mínimo é de R$ 600
Banco mantém apetite pelo setor, aposta em carteira “bem defendida” e vê espaço para apoiar produtores em meio a juros altos e margens pressionadas
Cessar-fogo entre EUA e Irã reduziu aversão a risco e deu espaço para alguma recuperação dos ativos; Ibovespa fechou perto da estabilidade
Pesquisa com 178 mil anúncios de imóveis residenciais mostra que morar de aluguel em São Paulo está mais caro do que um ano atrás
Em participação no podcast Touros e Ursos, Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, afirma que spreads no crédito provado estão “apertados demais”, não compensam o risco de calote. Ele defende foco em juros reais, com críticas até ao Tesouro IPCA+ e aos prefixados
Mesmo com atualizações automáticas, usuários do Chrome podem permanecer vulneráveis se não atualizarem o navegador
Com ajustes elétricos, bateria interna e USB‑C integrado, a cadeira da Toyota leva tecnologia automotiva ao home office
A chefe é “Mona”, IA do Google que fundou e gerencia a cafeteria — e que é responsável por avaliar funcionários humanos
Coca-Cola quer estar mais presente no consumo diário e espontâneo dos consumidores brasileiros
Lotofácil manteve a fama de loteria “menos difícil” da Caixa na rodada de quarta-feira (29), mas foi superada pela Super Sete, que pagou o prêmio principal pela primeira vez em 2026
O Dia do Trabalhador, celebrado nesta sexta-feira (04), influenciará o funcionamento dos principais serviços do Brasil
O guia detalha os dias em que os programas sociais são pagos pelo governo à população, feitos periodicamente e sujeitos à mudanças
Empresas de apostas online tiveram faturamento de R$ 2,2 bilhões em janeiro deste ano; pesquisa da FecomercioSP mostra o que está no radar desse mercado
Colegiado evitou antecipar os próximos passos e disse que Selic alta por período prolongado surtiu efeito para a contração da atividade econômica
Álbum da Copa de 2026 será a edição mais cara; economista dá dicas de como prepara o bolso para a coleção
O banco conta com uma carteira de R$ 406 bilhões no agronegócio e espera ver uma estabilidade em 2026
Adidas ganhou a corrida nas pistas e obteve um impulso nas ações no rescaldo da Maratona de Londres
Com aumento do valor de referência do Gás do Povo, governo brasileiro tenta mitigar efeitos da guerra dos EUA e de Israel contra o Irã
Sequência de filme que marcou a cultura pop nas última décadas, ‘O Diabo Veste Prada 2’ chega aos cinemas brasileiros nesta semana; confira quem é a Miranda Priestly na ‘vida real’
Há espaço para aceleração dos cortes da Selic no segundo semestre, mas por ora Copom deve continuar com a mesma cautela, diz Rafaela Vitória