O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Trata-se do menor crescimento desde 2007, conforme a entidade.
O setor de cartões movimentou R$ 475,7 bilhões no primeiro trimestre deste ano, cifra 14,1% maior que a vista um ano antes, conforme balanço divulgado nesta quarta-feira, 27, pela Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs). O ritmo mostra uma desaceleração frente ao crescimento apresentado até então por conta das medidas de isolamento adotadas para conter a propagação do novo coronavírus no País.
"Estávamos crescendo em um ritmo de 19%. Com o fechamento de grande parte do comércio em meados de março, esse crescimento teve queda e reduzimos a um ritmo de 14,1%. Mesmo assim, com os reflexos vistos na economia, tivemos um crescimento muito robusto", avaliou o presidente da Abecs, Pedro Coutinho, em coletiva de imprensa, pela manhã.
Por modalidade, os brasileiros movimentaram R$ 297,7 bilhões com cartões de crédito, alta de 14,1%, R$ 170,8 bilhões com cartões de débito, aumento de 12,5%, e R$ 7,1 bilhões com cartões pré-pagos, salto de 78,9%. Em quantidade, o segmento registrou um total de 5,8 bilhões de transações com cartões no primeiro trimestre, avanço de 15,3% ante o mesmo período do ano passado.
De acordo com o presidente da Abecs, o setor de cartões sentiu em março o impacto da pandemia e deve ter deixado de transacionar cerca de R$ 20 bilhões. Com isso, o segmento movimentou R$ 148,6 bilhões, com alta de 3,4% em comparação com março de 2019. Trata-se do menor crescimento desde 2007, conforme a entidade.
Pesou, sobretudo, o impacto do setor nas capitais do País, que, em geral, iniciaram o processo de isolamento antes das demais cidades. O volume transacionado com cartões nessas metrópoles caiu, na média, 2,1% em março, enquanto no restante dos municípios houve crescimento médio de 8%, segundo a Abecs. Também influenciou a queda dos gastos dos brasileiros no exterior que, por outro lado, sofreu influência do aumento do dólar.
Por outro lado, a pandemia motivou novas tecnologias no setor. Os pagamentos digitais realizados por meio do e-commerce, aplicativos e outros tipos de transações remotas somaram R$ 86,7 bilhões no primeiro trimestre, com crescimento de 23,2% em um ano. Assim como o e-commerce, a compra por aproximação teve um salto de expansão de 456% no período, movimentando R$ 3,9 bilhões.
Leia Também
Projeções
A Abecs espera que o setor de meios de pagamentos no Brasil movimente cresça entre 1% e 3% neste ano, totalizando R$ 1,9 trilhão. O crescimento, se confirmado, representará uma forte desaceleração frente ao ano passado, quando o segmento teve aumento de 18,7%.
De acordo com o presidente da Abecs, essa é uma primeira projeção e pode ser alterada em meio ao cenário econômico, impactado pela pandemia do novo coronavírus.
No primeiro trimestre, o setor de cartões movimentou R$ 475,7 bilhões, cifra 14,1% maior que o visto um ano antes.
Marcelo Gasparino chega ao conselho defendendo alinhamento ao mercado internacional, enquanto governo tenta segurar reajustes
Com riscos geopolíticos e inflação no radar, banco sugere diversificação global e vê força no petróleo e metais industriais
Com feriado de Tiradentes, semana começa mais lenta no Brasil, enquanto EUA, Europa e China concentram dados relevantes de atividade, inflação e consumo
A estatal voltou ao centro das atenções após a aprovação, em assembleia, de proventos referentes a 2025; crescimento da ação também foi destaque
O anúncio da oferta de compra do Master pelo banco estatal controlado pelo governo do Distrito Federal foi feita em março de 2025
A Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de sábado (18). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. Caixa retoma sorteios das loterias amanhã (20).
Ranking da Grana Capital mostra os fundos imobiliários que mais distribuíram dividendos em 12 meses
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na noite de sexta-feira (17). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Hoje (17), Mega-Sena, Quina, Timemania e +Milionária prometem prêmios de oito dígitos.
Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira aos 68 anos. O brasileiro é reconhecido como um dos maiores jogadores de basquete de todos os tempos.
João Scandiuzzi, estrategista-chefe do BTG Pactual, explicou quais são as perspectivas para o cenário macroeconômico em participação no VTEX Day
Presidente Lula sancionou lei que permite a realização de três exames por ano; salário no final do mês não será afetado
A Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (16). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. Destaque para a Quina, que pode pagar R$ 20 milhões hoje (17).
Após um março sem feriados, brasileiros poderão descansar uma segunda vez em abril com Tiradentes
A nova edição do ranking de responsabilidade corporativa da Merco no Brasil traz um recorte mais detalhado por pilares — ambiental (E), social (S) e governança (G), mostrando a posição de cada empresa em todos eles
Notificação a milhares de companhias coloca créditos de PIS/Cofins em xeque e pode mexer com as estimativas do setor; veja o que dizem os especialistas
A repercussão foi tamanha que Nassim Taleb, cuja fama costuma ser restrita ao mundo das finanças, respondeu a Jade Picon no X
O financiamento imobiliário exige planejamento por representar décadas de dívidas e a organização de documentos é a primeira etapa; veja o que é preciso ter em mãos
Filho mais velho de FHC foi nomeado como curador provisório do pai, que sofre em grau avançado da doença de Alzheimer
Mais conectado, mais desconfiado e com menos paciência: o brasileiro digital não perdoa erro, demora ou taxa surpresa
O montante, anunciado em março deste ano, será direcionado a empresas consideradas estratégicas ou afetadas por choques externos