🔴 CRIPTO VOLTOU? VEJA COMO BUSCAR MULTIPLICAÇÕES DE ATÉ 214 VEZES – CLIQUE AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

controvérsias

Brasil não pode caminhar para juro zero, diz Senna, ex-BC

Para o especialista, a economia brasileira tem risco mais elevado, principalmente por causa do desequilíbrio fiscal

José Júlio Senna, chefe do Centro de Estudos Monetários do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (IRB-FGV)
José Júlio Senna, chefe do Centro de Estudos Monetários do Ibre-FGV - Imagem: Divulgação

O Banco Central (BC) deveria ter parado o ciclo de queda na taxa básica de juros (Selic) em 3,0% ao ano, afirmou nesta quinta-feira (18) o chefe do Centro de Política Monetária do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), José Júlio Senna.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o especialista, que foi diretor do BC, a economia brasileira tem risco mais elevado, principalmente por causa do desequilíbrio fiscal, o que deveria estar refletido em taxa básica de juros maior.

"O Brasil se distingue por ter prêmio de risco mais alto. Isso deveria ser incorporado na política monetária. Não podemos caminhar para (juro) zero, como os (países) desenvolvidos", afirmou Senna, em palestra durante o "II Seminário de Análise Conjuntural", que ocorre em transmissão ao vivo na internet, numa parceria com o Estadão.

Para o pesquisador do Ibre/FGV, ir abaixo de 3,0% com a Selic poderá gerar desequilíbrios no câmbio. Além disso, não há ganhos numa redução, porque os obstáculos para uma recuperação mais rápida da economia, após a crise causada pela pandemia de covid-19, com destaque para a questão fiscal - que poderá piorar, diante da necessidade de o governo gastar mais para mitigar a crise.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"O risco é muito significativo. Pode acontecer de a liquidez internacional abundante, que ajudou as bolsas (no mundo todo), não fazer o mesmo com a nossa (bolsa)", disse Senna, lembrando que, mesmo com a elevada liquidez desde a crise de 2008, os ativos no mercado brasileiro, já que a economia entraria em recessão e crise fiscal, não avançaram tanto quanto nos Estados Unidos.

Leia Também

COMEÇOU A TRANSIÇÃO

‘Pense em um mundo sem imposto’: o recado de Bernard Appy para as empresas na reta final da reforma tributária

OLHO NO PIX

IRPF 2026: dinheiro de lote de restituição da malha fina do imposto de renda cai hoje na conta

*Com Estadão Conteúdo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Fachada de agência da Caixa Econômica Federal durante greve 29 de setembro de 2026 - 9:59
Lotofácil tem ganhadores na beira do mar. 29 de setembro de 2026 - 7:25
Celular com homem usando plataformas de apostas online 28 de setembro de 2026 - 17:16
Montagem traz uma imagem de gráfico de ações ao fundo e uma urna eletrônica no centro eleições 2026 28 de setembro de 2026 - 12:00
Novo RG terá tecnologia blockchain 28 de setembro de 2026 - 9:27
Bill Gates 27 de setembro de 2026 - 17:01
Especialistas discutem cenário para o Brasil durante o Inter Invest Summit. Foto: Divulgação 26 de setembro de 2026 - 17:19
Montagem com um fundo de gráfico de ações e a bandeira do Brasil dentro de uma lupa, gestores, ações, fundos 26 de setembro de 2026 - 16:08
Dolphin Mini 26 de setembro de 2026 - 15:00
26 de setembro de 2026 - 11:24
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar